É
muito comum entre cristãos (novos convertidos ou não) apresentarem dificuldades para encontrar o local
adequado onde possam acomodar a fé dentro das estruturas e processos do conhecimento em geral. Mais dificuldades ainda, ao tentarem expressar a relação entre a fé e o conhecimento.
A
imaturidade - de novos e velhos crentes - sempre contribui para a insegurança, e por ela a dificuldade de atribuir significado ao novo. Somos inexatos na abordagem do novo.
E isso se agrava pelo atual
momento cristão contemporâneo onde doutrinas, argumentações, princípios e até a hermenêutica
foram substituídos pela experiência. Observamos um cristianismo fundamentando-se exclusivamente em experiências, vivendo de uma fé sem substância, sem vigor, apesar de pomposo e exuberante, é frívolo e incapaz de colaborar para obtenção do verdadeiro conhecimento que o mundo sem rumo tateia na busca de uma verdade libertadora – apesar dele rejeitar tal proposição.
A
orientação secular garante que conhecemos para poder crer. Ou seja, o
que não é conhecido – avaliado pelos sentidos naturais – não pode ser crido, não faz parte do mundo real. Mesmo inverdade, tal prática impõe à vida a mais profunda mediocridade.
Não é sem sentido que bem e o mal andam unidos como siameses; a ética, a moral, o amor são meras contingências, apenas meios para satisfação momentânea.
Não é sem sentido que bem e o mal andam unidos como siameses; a ética, a moral, o amor são meras contingências, apenas meios para satisfação momentânea.
Para vergonha nossa, nossos arraiais tem aproveitado-se das mesmos conceitos e práticas para obtenção de suas metas. Isso transformou-se em doutrina, cauterizando a mente dos homens deste presente século.
Através
das Escrituras entramos em um universo contrário à proposição secular e ao que presenciamos em nosso meio:
Respondeu-lhe,
pois, Simão Pedro: Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida
eterna, e nós temos crido e conhecido
que tu és o Cristo, o Filho de Deus. (Jo 6:68-69)
Cremos, por isso conhecemos é a suma do
texto.
Nessa
dimensão de percepção a vida é ampliada até os confins da eternidade; o amor perpassa
as demandas exclusivas dos desejos da carne, fornecendo um senso de proteção e
amparo à pessoa amada. A percepção do mal, do bem, da ética, da
moral traz sentido e às nossas mentes, oferece um padrão de avaliação - juízo - a todos.
Há
no registro sagrado a fé como pré-requisito do conhecimento. E isso, não apenas
é antagônico à tese secular, como também coloca limites à experiência religiosa, não autenticando experiências desvinculadas das sagradas letras - conhecimento.
O
conhecimento da verdade exige a fé, e por sua vez, a fé conduz e se limita à verdade, construindo um ciclo interdependente e ininterrupto.
Se tal argumento é verdadeiro, e o é, o resultado prático da fé está circunscrito à verdade estabelecida. A fé estabelece uma dimensão plena para conhecermos o que é verdadeiro. Lembremos que a fé é dom de Deus (Ef. 2.8-9), não um atributo de nascimento - natural -do homem.
Se tal argumento é verdadeiro, e o é, o resultado prático da fé está circunscrito à verdade estabelecida. A fé estabelece uma dimensão plena para conhecermos o que é verdadeiro. Lembremos que a fé é dom de Deus (Ef. 2.8-9), não um atributo de nascimento - natural -do homem.
Creio, por isso conheço.
E valido minhas ações, preferências e o mundo por meio da fé objetivada pela verdade cristã.








Olá chamo-me Antonio Batalha. Vim conhecer seu blog, dar-lhe os parabéns. Pois é muito bom, e gostaria de lhe deixar um convite: Ficava muito grato se fizesse parte dos meus amigos virtuais na Verdade que Liberta. Obrigado e um resto de boa semana.
ResponderExcluirIrmão,
Excluirmuito obrigado.
Paulo
Irmão Paulo reparei que adicionou meu link no seu blog, Também adicionei o seu link ao meu blog, obrigado que Deus o abençõe e guarde.
ResponderExcluirAmado Irmão,
ResponderExcluiragradeço sua visita, já havia estado em seu blog.
Conforme o Irmão observou, estou divulgando o blog do amado.
Em Cristo.