"SENHOR, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar; não ando à procura de grandes coisas, nem de coisas maravilhosas demais para mim. Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo. Espera, ó Israel, no SENHOR, desde agora e para sempre.(Sl 131)

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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Somos humanos?




"SENHOR, ninguém há como tu, e não há Deus fora de ti, segundo tudo quanto ouvimos com os nossos ouvidos." (I Crônicas 17:20)



A ACUSAÇÃO HUMANISTA
O pressuposto humanista é bastante claro e afirma que o homem é o bem maior de todo mundo perceptível. E, não poucas vezes, somos acusados de pouco envolvimento social. Esta é uma tentativa de afastar a fé cristã dos ensinos bíblicos e jogá-los na vala comum da religião-social; e não poucos, lamentavelmente, têm-se deixado levar. A questão é bem mais complexa, oculta o propósito da vida humana: Deus ou suas criaturas?.

A EXALTAÇÃO DE SI: AS OBRAS
Pessoas que desconhecem as Escrituras têm, como regra, um discurso com os olhos voltados para a terra, não percebem a grandeza que há nos céus, a bondade de Deus. Não conseguem perceber suas finitudes e limitações. Regozijam-se em seus corações, e presumem-se os mais dedicados, mais úteis, a preocupação mais devotada. Devo reconhecer que tais questões devem povoar a mente de todas as pessoas, independente de sua posição social, cultural ou religiosa. Mas a questão a ser enfrentada é: qual a prioridade? como fazê-lo? quais valores devem ser primariamente buscados?

A PRESUNÇÃO EQUIVOCADA: A SUFICIÊNCIA HUMANA
Desprezando completamente o significado da moral bíblica - princípios e preceitos estabelecidos por Deus -, fixam, à parte de Deus, o que, como e quanto devem fazer. Desta forma, permanece a separação entre os Crentes - salvos em Cristo - e os Humanistas.
Há neles completa rejeição da autoridade da Palavra do Senhor sobre suas vidas, lançam por terra qualquer orientação dada pelo Senhor, julgam, assim, serem senhores do próprio destino. Seus pressupostos, valores e práticas demonstram a firme convicção de manterem-se independentes de Deus. Por outro lado, é o caminho queu julgam lícito em busca da própria liberdade, da autonomia.

A LUTA DA DESESPERANÇA
Despendem grande energia na busca da solução das doenças sociais, acreditam que, por si sós, mudarão o mundo - a despeito de todas evidências apontarem em direção contrária, marcham insolitamente. Dedicam-se às questões do corpo, sem acreditar que a cura da alma é a questão central, primeira. Rejeitam, na prática, a existência de Deus e seu poder em entervir nos negócios desta vida.
Em suas mentes, são a medida do padrão de conduta, da retidão, da moral. Mas, sabem que: enquanto oferecem esmolas, permitem e praticam o adultério; enquanto choram com os enfermos, urdem mentiras e enganos. Sua solidariedade está eivada de rancor, de hipocrisia, de intereses menos nobres.
Definitivamante seu bem maior é homem, que nada mais é que a exaltação de si mesmos. O centro da vida e dos valores está ocupado pelo seu próprio coração. Assim, sua consciência conflituosa precisa de um deus particular - criado, fraco, e permissivo -para acalmar as chamas de suas inquietudes, de suas incertezas. Daí seu repúdio ao Soberano Deus, à sua palavra, aos seus preceitos eternos e verdadeiros.
O tempo os conduzirá à frustração, à desesperança, por fim ao desespero. E a liberdade tentada se mostrará perdida, e por fim, lhes provará o engano.

NOSSO BEM MAIOR
Outrora estivemos enganados, da mesma forma que eles hoje estão, mas meu Deus me resgatou, abriu-me o entendimento, exugou minhas lágrimas, faz-me olhar para o alto, de onde Ele virá novamente. Fez-me contemplar a eternidade em toda sua extensão, colocou em meu coração sua paz.

Precisamos falar a todos as boas novas de salvação, por ela o homem é transportado de suas aflições, de suas incertezas para o seio daquele que é poderoso para nos guardar, para consolar.

Sabemos que nosso bem maior é o Senhor, se temos que nos gloriar é nEle que o fazemos. Sua santidade nos orienta a viver. Somos livres para fazer as coisas retas, sem buscar os prazeres transitórios do engano, do pecado.
E a eternidade, por fim, lhes mostrará que perderam grande oportunidade em conhecer a verdadeira solidariedade, amor , compaixão, retidão, a paz de Deus que excede todo o entendimento... e serem plenamente humanos.


"Mas tu, SENHOR, te rirás deles; zombarás de todos os gentios;" (Salmos 59 : 8)




Bendito seja o Senhor

A Ele toda honra, louvor e glória de eternidade a eternidade


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