"SENHOR, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar; não ando à procura de grandes coisas, nem de coisas maravilhosas demais para mim. Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo. Espera, ó Israel, no SENHOR, desde agora e para sempre.(Sl 131)

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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Obrigado pelo consolo


"Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados;" (Mateus 5:4)



Em meio a confusão criada pela entrada do humanismo no ambiente teológico, as verdades divinas foram corrompidas, passaram a dar a elas significados totalmente diferentes, estranhos. Prerrogativas exclusivas de Deus caíram em mãos impróprias,  foram mundanizadas pelo homem secular. 


Consolo tem um significado em cada mente em cada coração, é o relativismo retórico que destruiu os conceitos, mas não diminuiu a dor.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

A morte da vida na morte de Deus

O Cristianismo Bíblico, sempre existiu por haver um relacionamento real com Deus. O Deus pessoal, eterno, criador de todas as coisas comunicou-se com suas criaturas, revelando-Se.


Toda esta realidade foi perdida, abandonada, caiu em mãos aflitas, em mentes perturbadas do homem moderno. Proclamaram a inexistência do Senhor - sua morte -, assumiram o controle sobe a vida e a morte, e o Cristiansimo saiu das Escrituras e passou a ser meramente uma religião.


Há algo novo em seu lugar. Arrancaram suas entranhas, remontaram seus princípios, sua etimologia, suas particularidades e natureza. Iniciando uma trilha descendente e sem retorno. Pobre humanidade.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

A vida por um espelho

Todos os dias um pássaro voa em direção à porta da nossa casa, pousando na maçaneta. E na porta fechada, logo percebe sua imagem refletida no vidro, e vorazmente inicia sua luta contra a própria imagem. Há desespero e urgência em combater esse reflexo - seu inimigo. Com visível determinação, não economiza esforços para expulsá-lo - ou subjulgá-lo - e reinar. Em seu mundo de aflição, seu inimigo não lhe oferece tréguas, sempre pronto para desafiá-lo, reage a qualquer movimento.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Rejeitando a vida

Sangue, não!


Ecoou o gritou da senhora ao saber que seu marido necessitava urgentemente de transfusão de sangue. Esta cena assisti em programa que apresenta fatos reais passados em um plantão de emergência médica. Tratava-se de um casal de idosos que, supostamente, se envolvera em grave acidente de trânsito. O marido se encontrava inconsciente, e perdera muito sangue. Sua esposa, mesmo machucada, repetia, Sangue, não! Uma médica os identificou: Testemunhas de Jeová - conhecidos pela não aceitação de transfusão de sangue entre humanos.

A mansidão do Fundamentalismo Cristão

FUNDAMENTALISMO

Num cenário onde todos se julgam capazes de opinar. E onde os conceitos seculares passaram a usufruir de prestígio junto às religiões humanas - catolicismo romano, espiritismo, evangelicalismo e demais. O Cristianismo Bíblico precisa apresentar – restabelecer – seus verdadeiros conceitos. Sob pena de ser confundido com as demais.


Esta argumentação, não apresenta abordagem da formação histórica do Fundamentalismo. Sobre o que se opunha, quais os benefícios ou melefícios advindos dele.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Apostasia, graças a Deus - III

Apostasia, graças a Deus


Nesta parte descrevo como o sistema apóstata abriu os flancos do Cristianismo e perpetrou sua engenhosa desmontagem das verdades bíblicas.
Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo; Porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade; (Cl 2.8,9)

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Apostasia, Graças a Deus - II

Apostasia, Graças a Deus

Vimos anteriormente que os ares do humanismo foram gradualmente substituindo os princípios bíblicos. Iniciava, assim, a fundação que daria suporte ao novo modelo doutrinário do cristianismo. Verdades, até então, pilares da fé cristã estavam prestes a serem implodidas. As novas bases doutrinárias emergem das disciplinas sociais: A Psicologia, Markenting, Sociologia, Filosofia etc. Um cenário adequado para resgatar erros teológicos do passado, transformando-os em doutrinas desse novo momento da religião cristã. Uma série interminável de mudanças é imposta ao Cristianismo bíblico que jamais voltará ao seu leito original: As Escrituras.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Apostasia, Graças a Deus - I

Apostasia, graças a Deus

Muito há para comentar a respeito do tema, busquei ser seletivo para não ultrapassar os limites do interesse comum. Entretanto, me proponho a analisar essa profusão – e até confusão – de manifestações e doutrinas do que hoje se apresenta como Cristianismo, tentando resgatar o ponto central que acelerou o processo. Meu interesse é fornecer as motivações e desvios que levaram à situação que hoje estamos envolvidos.


Algumas informações a respeito da Apostasia precisam ser antecipadamente consideradas. Evitando assim, que ídéias pessoais tomem o lugar dos conceitos bíblicos. Trata-se, portanto, de um movimento de natureza espiritual, sua extensão chegará aos confins da terra. O seu propósito é substituir o Cristianismo bíblico. Empreendimento já intentado por vários movimentos religiosos, o catolicismo romano e muitas outras seitas; mas de acordo com as Escrituras, nada logrou tanto êxito. Portanto, é inevitável, que cresça mais e mais. Entender o cerne desse movimento é a proposta.
Caberá ao leitor as conclusões.


segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Reféns da morte

A realidade nos insinua advertências que, pelos nossos propósitos e ambições, temos demonstrado não atentar para elas. Esta não-percepção dos valores que nos circundam mostra, de um lado, que somos soberbos, por fazermos uma avaliação inadequada de quem somos, por outro, ignorantes, por desprezarmos tais ensinos. Esta dupla característica, falsamente, nos sugere fortes, senhores, quase eternos.
Desprezamos o ensino do nosso dia-a-dia: a presença constante das separações, das perdas. A cada escolha feita separamo-nos de outras possibilidades, abrimos mão daquilo que julgamos desnecessário, sem importância.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

A falácia do simbolismo natalino

O Natal expressão religiosa do homem moderno 


(Este texto foi baseado - com algumas alterações - em um pedido de minha mãe. Ela queria que escrevesse algo a respeito do natal, pois eu não estaria com ela naquela data. Segundo informações, foi lido ao final da noite, quando parte de seus convidados já se haviam retirado. Natal de 2009).
Há algum tempo venho tentando entender quais os sentimentos e compreensões que povoam a mente das pessoas em relação ao Natal. Considerando que é a comemoração do nascimento de Cristo, os elementos presentes à celebração passaram a ser objeto de minha observação. Queiramos ou não, a motivação tradicional da festa é religiosa, pois vem a ser a comemoração do nascimento - a encarnação - de Deus.

Observando-o, entendendo-o é possível concluir que tipo religiosidade é praticada pelo homem moderno? Este é um bom exercício e maior, ainda, desafio.

A psicologia da tradição
À parte da grosseria histórica que envolve o fato - a data do nascimento ser dezembro; ter saído da Europa pagã; sem referência em textos bíblicos, e sem nenhuma alusão no registro de autores que trouxeram um intervalo de 1.000 de história aos nossos dias -, faz parte da vida nacional.
Ao fim de cada ano multidões se mobilizam em torno da comemoração - ou celebração - natalina. Sem questionamentos, preparam-se para mais um natal, o mundo se transforma e, magicamente, surgem por toda volta tons de harmonia. É estabelecido um cenário onde há luzes e - incrivelmente - esperança para todos... ano após ano.

A natureza do espírito natalino
O primeiro empreendimento é buscar o cerne desta festa: donde surge essa esperança?. Há duas linhas excludentes, e apenas duas: (1) O natal é apenas um simbolismo – árvores, presentes, guirlandas, cenários, e a esperança vem do próprio homem? Ou (2) as pessoas julgam que, por meio dela, prestam culto ao Deus criador de todas as coisas, e a esperança vem do próprio Deus? Em suma: O Natal é apenas um simbolismo de comemoração das conquistas anuais das pessoas ou uma manifestação devocional?

O poder religioso no simbolismo natalino
Se, pois, é apenas simbolismo, sem relação entre o evento e sua celebração, é mais uma festa. E os símbolos, tais como todos objetos, inanimados, são incapazes de agir sobre a vida dos celebrantes. Assim, cada um se investe da prerrogativa de interpretá-los e tratá-los livremente.

A esta relação com o inanimado - os bonecos, bolas, árvores etc. - em um contexto religioso dá-se o nome de idolatria. Seus celebrantes são os senhores, com completa autonomia, sem nenhuma dependênica ou submissão ao objeto do culto. É um sofisma religioso, onde é possível perceber a auto-veneração, é a "fé" de si para si mesmo. É o humanismo travestindo-se das trevas da religiosidade sem Deus. A resposta psicológica do homem moderno à soberania de Deus.

O propósito natalino
Neste contexto de "adoração" o propósito final é a satisfação humana. Não é sem motivos que o culto exige abundância de comidas e bebidas; e ainda, não raro, seja concluída em condutas ilícitas, sobre leitos maculados. A liturgia é voltada para oferecer o prazer máximo aos celebrantes. A presunção do místico - na realidade do imaginário - e o prazer pessoal são as diretrizes fundamentais da religião natalina, e por elas é estabelecido o culto do prazer. É mais uma manisfestação da religião do homem moderno.

Poder surreal exigido
Um cenário bizarro é apresentado: Jesus, o Deus eterno, é eternizado em um boneco - nada mais que isto - que não cresce, em meio de outros bonecos; é a garantia de um deus anão, refém dos desvarios da simbologia natalina.

Uma estranha comemoração em que um aniversariante ano após ano permanece inerte, enquanto, alheios a ele, realiza-se o culto da desesperança, da falsa alegria. Esse é o natal símbolo, comemorado a cada ano, mantendo todas as mentes reféns da sua fantasia mental. O imaginário do "bom velhinho" oferece esperança imaginárias às pessoas... e a repetição do mesmo hino: muito dinheiro no bolso, saúde para dar e vender.
A liturgia cruel a todos exige avançar além dos limites da razão, desprezar a história, e por fim, mortificar a lógica.


Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências;E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas.(2 Tm 4.3,4)

A vida com suas marcas não se submete à futilidade dos símbolos, do ídolos, portanto, não pode transformar as dores da vida mera retórica, meros símbolos. As árvores reluzentes das salas não escondem as dores dos sombrios leitos, não lhes iluminam o desespero dos aflitos; nos corações permanecem os rancores, e a cada presente trocado representa uma esperança sem amanhã.
O tilintar das taças sonoriza a liturgia da repetição, de corações tristes, de palavras ao vento sem siginificado, e ainda clamam a um deus estático, preso ao gesso. O drama do absurdo, que nada pode fazer.
O simbolismo e  realidade inexorável

Com os símbolos nada pode ser alterado, a comemoração não traz qualquer influência no dia a dia dos seus celebrantes, apenas a liberdade de comemorar a si mesmos. É o soprar de uma liberdade perdida, sem relacionamento com a realidade. Estranhamente, cada um presume-se senhor de seu próprio destino, construindo suas vidas sobre um punhado de areia.


"Confundidos sejam todos os que servem imagens de escultura, que se gloriam de ídolos; prostrai-vos diante dele todos os deuses." (Salmos 97:7)

Há o outro natal
Se, de outra feita, pretendemos prestar um culto de gratidão a Deus, entendermos a realidade permanente, deixemos de lado todo esse simbolismo exterior que nada tem mudado nossas vidas. Deixemos de lado os presépios, guirlandas, árvores, bonecos inertes de olhares pedidos, refém da festa pela festa.

Enfrentando a inexoróvel realidade
Passemos a entender a realidade que transforma as vidas. Tiremos nossos olhos do chão, olhemos para o alto onde realmente está Nosso Senhor Jesus, olhemos para a eternidade. Depois, olhemos para nós mesmos, para o mais profundo de nossas almas. Questionemos: O que é a nossa vida? Tiago diz: O orvalho da manhã, que desvanece com os primeiros raios de sol.
O que temos feito de nossas vidas? Qual a nossa esperança? Quanta desesperança, quanta dor e tanto desamor, quanta decepção sofrida e provocada. Quanto rancor.

O verdadeiro poder surreal
Saibamos que Ele esteve aqui entre nós, e como escreveu Lucas: “veio buscar e salvar o que se havia perdido”. Só é possível quebrarmos os laços do simbolismo das nossas vidas, nos libertar verdadeiramente do peso das dúvidas que há sobre cada um ouvindo a voz do Senhor:


“Vinde a mim, todos os que estai cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve.”

Mudando a realidade
Caso queiramos deixar para trás o simbolismo que facilita, atrai e engana, ofereçamos a Deus essa festa: nossa vida. Pois somente ELE é capaz de resolver as mais profundas das nossas inquietações, a mais profunda solidão, a solidão de nossas almas.
Hoje é dia do nascimento real, não o nascimento do Deus eterno, mas sim, para quem deseja muito mais que um simbolismo, para aquele que entendeu que o Natal é o dia de nascer em Cristo Jesus, Senhor e Deus.

O último natal
Arrepender-se de vida de símbolos, das fantasias, e entrar na realidade de um relacionamento pessoal com Nosso Senhor e Salvador. Deixar cair sobre Ele todo o peso que carregamos, depositar Nele a esperança da nossa eternidade e conhecer o amor de Deus que excede todo o entendimento.
ou mantermo-nos presos à fantasia da festa desesperança anual.


QUE DEUS SEJA MISERICORDIOSO NESTA NOITE, COMO FOI COMIGO HÁ 15 ANOS, E QUE NOS PRESENTEIE FAZENDO COM QUE PESSOAS CHEGUEM AOS SEUS TERNOS BRAÇOS.

Ao meu irmão Jeferson minha crescente admiração e gratidão a Heloísa e seus filhos;
A Mônica que Deus seja superabundante com ela, seu esposo e família.
Espero em Deus a melhora do seu Nelson, bem estar de sua esposa D. Neusa, seu filho, Carlos Alberto, minha admiração por ele.
E a Deus que me redimiu, colocou em meu coração uma esperança indelével e tem feito grandes coisas na vida da minha família.
A Ele, toda honra, toda glória, poder e gratidão de eternidade a eternidade.

De seus filhos Paulo e Glória Brasil
Um grande beijo à minha Mãe, a formadora e grande modelo da minha vida, por quem tenho orado todos os dias;

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Não acredito em milagres e ponto final.

Certa vez, em Fortaleza, me deparei com jovem professor que abruptamente me falou: "Não acredito em milagres". O assunto que tratávamos, até então, era a respeito do poder de Deus. E isto, o incomodou sobremaneira, e notei que sua reação foi explosiva. 
Voltara-se  com toda indignação para expressar sua rejeição ao poder real de intervenção Deus nas coisas deste mundo. Sua revolta, contudo, tinha um significado claro: fugir das virtudes do Deus das Escrituras.

 
Passado alguns anos, percebo-o como a muitos outros, pronto para reagir contra todo testemunho que sugira a existência de um ser pessoal, o qual tenha se comunicado proposicionalmente com os homens. E que tal fato, tenha sido registrado e preservado durante os séculos: A Bíblia Sagrada, que hoje temos.