"SENHOR, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar; não ando à procura de grandes coisas, nem de coisas maravilhosas demais para mim. Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo. Espera, ó Israel, no SENHOR, desde agora e para sempre.(Sl 131)

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terça-feira, 30 de março de 2010

Em meu próprio nome


Sempre que ensino as verdades de Deus, seja onde for, percorre em mim certo frio. Às vezes, acuso-me por não me haver preparado suficientemente. Mas em todas às vezes o que pesa sobre mim é a responsabilidade de despenseiro.

Continuo sem encontrar em mim dignidade e esmero suficientes para tão sublime ofício, a proclamação das verdades do Altíssimo.

À época de Seminário conheci um jovem, bem jovem mesmo, Beto, possuidor de características, para sua pouca idade, surpreendentes. Ia à frente, dirigia cultos, falava diante de todos e orava com muita fluência - com graves desvios doutrinários.
Certa vez, impressionado com aquela desenvoltura, perguntei-lhe, se não ficava tenso ao ler seu nome na escala da direção do culto. Respondeu-me que não. Fazia aquilo com muita naturalidade, e acrescentou ser assim desde pequeno, falava na escola e em outros locais.
Membro de uma igreja batista. Esta, à época, percorria uma trilha ambígua de renovação e fundamentalismo. Este no discurso, aquela nas entranhas. Ele se destacava à frente da Mocidade.

segunda-feira, 29 de março de 2010

A apostasia subiu além das nuvens


Em minha época de estudante de Teologia havia algo muito característico entre alguns de nós: as “novidades” teológicas. Na realidade, não eram novidades para os mais experimentados, mas para nós, alunos iniciantes, sim eram novidades.


Estávamos sempre prontos para discutir e defender posições. Participar daquele processo fez desenvolver a capacidade de aceitar a confrontação e formar a mente teológica de muitos.

Era comum naqueles torneios encontrar defensores - muitos eram crentes mesmo – de posições sem se submeterem ao crivo criterioso da Hermenêutica. Raramente o coração estudantil permitia-se ao Espírito de Deus conduzi-lo à verdade. Em regra geral os desvios doutrinários provinham da aplicação de métodos inconsistentes utilizados na abordagem dos textos sagrados.

Refutávamos o humanismo arminiano, a aniquilação pós morte, a descida de Cristo ao inferno e outras modas com a leitura compartilhada de textos. Comparando coisas espirituais com coisas espirituais. O problema nunca esteve no texto, na verdade do Senhor, mas sim, no coração do jovem herege e nas nossas deficiências pessoais em exaltar o Altíssimo na grandeza devida.

Olhando para os negócios dessa vida

Como leitor costumo obedecer o que determina o autor do texto.

Fazia uma leitura, quando foi sugerido assistir a um vídeo, logo, cliquei nele. Era abordada determinada Lei que criminaliza a homofobia.

Trazia dois representantes, de um lado o Sr. Malafaia, de outro um representante dos homossexuais, trazendo  seus pontos de vista e argumentos. Após a apresentação das credenciais de ambos, eu perguntei a mim mesmo: se não estaria eu perdendo meu tempo, ou mesmo pecando?
Que edificação traria um debate sobre uma lei contrária aos valores morais do cristianismo bíblico, e mais ainda, contando com as opiniões de um apóstata e um homossexual? Nenhuma. Apenas perda de energia em envolver-me em questões tão alheias a minha fé – os negócios desta vida. Alimentando minha carne.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Encontro do Senhor com Malafaia, Hernandes, Renê e outros. Surpresa?

Há anos atrás, época de esportes, freqüentávamos o mesmo clube de um casal. Depois passamos a ter amizade. A esposa consumidora voraz de cigarro e coca-cola. Tinham uma filhinha muito graciosa, quieta, com olhos vivos e bochechas sempre rosadas.

A criança repentinamente passou a apresentar um quadro febril com perda de apetite e peso. Levada pelos pais ao médico, veio o diagnóstico: tuberculose. Depararam-se com uma situação grave e totalmente inesperada. Mas o médico tentou acalmá-los dizendo que não era incomum a condição em que a filha deles se encontrava. Prescritas a medicação, orientados, retornaram para casa. Sabiam da seriedade que a situação exigia.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Jesus é antiético

Certa vez após estudos sobre os erros da doutrina pentecostal, em determinada igreja - com aparência de solidez, mas internamente a apostasia se consumava a cada culto. Um irmão puxou-me de lado, exortando-me para que fosse mais ético. Entendi que ficara ofendido, e mais, havia no irmão certa postura de superioridade. Pedi-lhe desculpas, mas percebi que tal exortação não provinha das Escrituras.



Esta experiência é o retrato da tolerância e soberba apóstata. Em defesa da liberdade evangélica – não entendam como Cristã, rasgam as Escrituras e vilipendiam os exemplos do Senhor. Projetam-se como os verdadeiros representantes do amor.

terça-feira, 23 de março de 2010

Autorização para pecar

Julgai todas as coisas, retende o que é bom.
(1 Ts 5:21 )
É comum pessoas que se intitulam crentes – por favor, não ultrajem ao Senhor, falando que até satanás o é – utilizarem este verso na tentativa de ajustar as Escrituras à sua vida de pecados .

É antiga a astúcia de distorcer, estender, mal verter a Palavra para justificar pecados. Portanto, não há novidade alguma nessa empreitada.

Os romanistas tiram de lá o purgatório, a vela, a hóstia, adoração a Maria, os santos, a missa com defunto, a missa sem defunto e muitos outros desvelos satânicos.

Os apóstatas, por sua vez, de lá extraem com todo o poder das trevas as curas, a prosperidade compulsória, a maldição hereditária, G12, dentes de ouro, fogueiras, corredores, óleos, arcas de adoração e muito mais.

E do lado de cá já tilintam brindes com o sangue de Nosso Deus. Dizendo-se Irmãos em Cristo (?), levam à deriva o texto de Paulo, desconsiderando o contexto, banqueteiam-se no pecado justificando que o fazem para reter o que é bom! Se questionados, alargam-lhes os olhos e sorriem: É mandamento do Senhor! Afirmam assim, que o texto os autoriza a pecar!

O que alegam faz sentido ou são eles o joio? Sem dúvidas, o são. Crescerão, não há como cortá-los, diz Nosso Senhor.

domingo, 21 de março de 2010

Sem inocência

Disse, porém, Jeosafá: Não há aqui ainda algum profeta do SENHOR, ao qual possamos consultar? (I Rs 22:7)


O texto relata a visita do rei Jeosafá ao rei Acabe. Estavam diante de grande empreitada – luta por terra, e ouvir a palavra do Senhor era substancial para definir qual decisão tomar.

O rei Jeosafá após ouvir os profetas do rei Acabe, não satisfeito com o que ouviu, perguntou ao rei Acabe: “Não há aqui ainda algum profeta do SENHOR, ao qual possamos consultar? (v.7).

sábado, 20 de março de 2010

Sim, nós podemos (Yes, we can)


Com a extinção do absoluto, o homem do agora criou uma um mundo sem tempo, sem verdade, sem valores. Os anseios e projeções humanos estabeleceram uma realidade incompátivel com as coisas perceptíveis, com meramente tangível, mas é quem determina a dinâmica da existência.



A observação humana tornou-se serva da subjetividade, o absurdo passou a ser a vara de medir todas as coisas. Yes, we can passou a ser o mantra da autonomia conquistada.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Mudando a verdade de Deus

A conduta dos senhores da apostasia

Em leituras realizadas deparei-me com duas situações que expressam bem o momento que vivemos.

A primeira postada em http://monergismo.com/?p=1778#respond, de autoria do Pr. Isaltino Gomes descreve uma interessante experiência de estar diante de uma heresia e poder questioná-la.

A outra, esclarece sobre as heresias que grassam no livro A Cabana, postada no blog http://blogdopcamaral.blogspot.com/2009/09/as-confusoes-da-cabana.html, de autoria de Dr. Paulo Romeiro.

terça-feira, 16 de março de 2010

Pornografia por pornografia

Li em artigo que circulou na internet o seguinte texto: “Ateus oferecem pornografia em troca de textos religiosos”. Tratava-se de um ato deliberado por um grupo de universitários que se opunham a textos de diversos credos religiosos. E passaram a distribuir pornografia para substituir qualquer texto religioso. Pois, segundo eles, não há diferenças. Ou seja “elas por elas”, "sujo por sujo".

Este absurdo repercute acentuadamente em mim quando ouço pregadores apóstatas, sejam de seus púlpitos, sejam nos entreveros nas disputas por poder,  manifestarem seus corações.  

Aqueles por ignorância deturpam as Escrituras; estes por vanglória, externam o profano como se sagrado fosse.    Estes tais estão alinhados ao manifesto ateu.

Ainda não ouvi pornografia explícita proferidas por esses líderes, mas a linguagem chula e de baixo calão é utilizada com rigor dogmático na troca de ofensas e acusações e em suas extravagantes apresentações.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Panorama da Apostasia



Uma pequena panorâmica do mundo evangélico (incluindo por insistência deles, os católicos. Esses  insistem, com toda sua idolatria, passarem-se por cristãos)





segunda-feira, 8 de março de 2010

O Ap. Terranova, o novo vigário de Cristo

“Se não podem imitar a Cristo, imitem a mim.”

Renê Terra Nova, pregação para sua igreja. (programa exibido em 07.03.2010).



Esta frase foi pronunciada em um contexto de ensinos da esquisitice de Líder e Discípulos que sustenta outra esquisitice da Igreja em células. Não se tratou de algo acidental, mas sim, da conclusão lógica de uma doutrina.



sábado, 6 de março de 2010

Estou na Apostasia?

Qualquer leitor atento da Escrituras reconhece nela a definição textual de um grupo chamado de  santos, discípulos, cristãos, crentes - não há referência ao termo evangélico – que é identificado como Igreja do Senhor.

Esse grupo é a Igreja do Senhor, foi chamado da parte de Deus para cumprir um propósito por ELE estabelecido (Rm 8.28). Para tanto, foi-lhes entregue INSTRUÇÕES, dada autoridade e provida capacitação necessária.

Como Igreja e igreja são entidades indistintas - pelo homem - presenciamos mundanização daquilo que deveria ser a igreja cristã. É necessário afirmar que as escrituras antecipam tal degeneração. Impressiona-me a abundância de textos alertando a respeito destes dias.

Resgataram das trevas a paganização acresceram-lhe o humanismo como doutrina e tomaram acento no trono da igreja de nossos dias. E a partir desse engano, passaram a ser a igreja que o mundo conhece, a verdade que o mundo ouve. É a apostasia em nosso meio... e não mais sairá.

quinta-feira, 4 de março de 2010

O Painel da Vergonha Cristã

Posted by Picasa

Serei injusto com muitos outros, mas o painel é limitado. Publicarei novos à medida que for possível.
A certeza que sempre estará desatualizado.

Os padres aparecem por insistirem em ser cristãos. Reconheço que são Marianos, apenas para atender-lhes em seu apelo "retórico".

terça-feira, 2 de março de 2010

Os Judas nossos de cada dia

Um leitor atento das Escrituras  perceberá a semelhança que há entre os passos dados por Judas, aquele que traiu o Senhor, e a vida dos líderes apóstatas  - os papistas, fabios, malafaias, renês, jabes, santiagos, valnices, brants, macedos, soares, rodovalhos, valadãos e muitos outros.

Recorro a apenas alguns textos das Escrituras para encontrar a descrição, quase sumária, dos caminhos e privilégios experimentados por Judas, aquele que traiu o Senhor, e compará-los aos senhores da apostasia.

Mateus, assim inicia o cap. 10. Percebe-se que há particularidade e honraria. São doze e são seus. Judas, pertence ao Senhor e com benignidade foi introduzido em um grupo muito seleto. Uma chamada para exercer poder, e ainda, conviver com O SANTO DE DEUS.
"E, CHAMANDO os seus doze discípulos, deu-lhes poder sobre os espíritos imundos, para os expulsarem, e para curarem toda a enfermidade e todo o mal." (Mateus 10:1)

No v.4, do mesmo capítulo, Mateus após relacionar os apóstolos, ao se referir a Judas diz assim: ... e Judas Iscariotes, aquele que o traiu. A marca de seu relacionamento com Cristo, é um aposto o qual carregará por toda a eternidade: Aquele que traiu o Senhor.

A honraria do Apostolado, do Ministério com santidade representavam pouco para aquele que traiu o Senhor. Como os apóstatas não há dignidade do ministério da Palavra. Ignoram à Palavra do Senhor que adverte-os: "homens corruptos de entendimento, e privados da verdade, cuidando que a piedade seja causa de ganho" (I Tm 6.5).

Quantas horas e quantas palavras foram dedicadas pelo Senhor para instruir e advertir àqueles homens que o acompanhavam. E Judas, aquele que traiu o Senhor, estava junto a eles, e a tudo ouvia.

Ouviu o Senhor confidenciar-lhes quanto ao teor das parábolas: Falo assim para que os de fora mesmo vendo, não percebam; ouvindo, não entendam e assim não se convertam.  O não entendimento de Judas deveria poupar-lhe da aflição da gravidade que se avizinhava. Estas mesmas palavras não causam nenhum temor ou tremor nesses homens?

Os discursos de amor sobre a Parábola do Semeador, sobre o risco da fascinação das riquezas, a implicação tão clara que por ela viria o abandono ao Senhor. Quão próximo esteve Judas dessas verdades!. Quanto já percorreram, quão longe já se encontram do Senhor esses homens da apostasia?

Presenciar a multiplicação dos peixes, a maravilha da multidão faminta fartar-se, e ainda sobejar. Na visão de Judas, tais coisas desvaneciam,  não lhe trazia vantagens permanentes. Poderia contemplar a multiplicação de peixes sob a ótica do sermão do monte? Compreender a verdadeira sede de justiça? Quanta incapacidade, quanta desesperança havia em Judas, como esteve perto. Quanta sede de fartura pessoal, busca por reconhecimento público, há nos homens que hoje vemos! Os sentimentos de Judas desfilam diante de nós por outras faces, mas pelos mesmos corações e mentes.

"Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos;" (Mateus 5:6).
O Senhor o ensinou: "Judas, se fores rejeitado, adeverte-os sobre o juízo, diz-lhes que haverá menor rigor para Sodoma e Gomorra". Esta frase ainda hoje ecoa na mente, agora perturbada e desesperada do traidor do Senhor. Quais as palavras que perturbarão por toda a eternidade esses homens da apostasia?

Judas, aquele que traiu o Senhor, guardando as economias, comprava as provisões, assistia ao pobres em nome de Jesus. Não havia nisto qualquer mérito, qualquer honra. Compartilhar com o Senhor a riqueza que a Ele pertence, não atende aos interesses de Judas, nem desses homens. Sua ambição não tem limites. De que vale o homem ganhar o mundo inteiro e perder sua alma? É preciso rasgar a Palavra, e aí vão eles.

Judas lança-se em seu golpe final por não suportar o testemunho de santidade e submissão aos desígnios de Deus dado Maria de Betânia. A santa ao derramar o fino perfume sobre o Senhor, explode sua insatisfação. Nada aprendera.

A incapacidade de compreender os valores espirituais da vida com Cristo é determinante para sua decisão. A frase do Senhor, reprovando-o: "Deixai-a, não a molesteis. Ela fez boa obra, e isso lhe será creditado a ela por toda eternidade". Confirmou em seu coração a impossibilidade de viver sob a palavra de Cristo.

O conflito da vida dúbia, o conflito entre a verdade própria e a Palavra do Senhor estava resolvido. Naquele momento Judas, o traidor, afastou-se, apostatou. Foi em direção do mundo, saiu para fazer comércio, para vender o Senhor, alegrar aos ímpios (Mc 14.10-11). A leveza de coração revelou toda a impiedade e determinação de fazer sua própria história. Assim começou a vida desses homens da apostasia: incapacidade de aceitar as boas obras, e não se submeterem às exortações da palavra de Nosso Deus. Cristo transformou-se no meio de chegar a trinta moedas de prata, apenas.

Iniciava, para ele um novo momento, uma nova liberdade, novo propósito. Livre das palavras do Senhor, suas ambições, seus projetos de reconhecimento, de honrarias seculares, estar com os sacerdotes judeus, isso sim, fazia sentido.

Deixou para trás a honraria da santidade, os ensinos, a esperança Cristo. Definitivamente rompeu com a Palavra de Cristo, seguiu seus ideiais, seu coração. 

E, finalmente, João relata(cap. 13):

E, após o bocado, entrou nele Satanás. Disse, pois, Jesus: O que fazes, faze-o depressa.
O Senhor o deixou sob o desígnio de seu coração, sob o espírito que atua nos filhos da desobediência. No verso 30, Judas, ainda se aproveita dos seus últimos momentos junto com o Senhor para satisfazer sua carne, "seu bocado e sai". E encerra o texto dizendo:

Era noite.
Mateus descreve o prólogo da morte: Judas reconhece seu erro, chora, mas era tarde demais. Lemos no Livro de Atos que aquele que traiu o Senhor, foi para seu próprio lugar.

Olho em minha volta vejo aquele que traiu nosso Deus em canais de Tv, nos escândalos, nas propinas e orações, nas vergonhas.

Pergunto: Haverá tempo para arrependimento? Clamar ao Senhor e reconhecer o mal que fizeram? Pedir perdão pela multidão de miseráveis que mandaram para trevas?

Que aposto esses homens terão por toda eternidade?  Os fiéis de Judas?
 
Que Deus tenha misericórida dessas almas.


Só tu és Deus. A tua bondade e misericórdia duram para sempre, e por causa delas não somos consumidos, Senhor.

A Ele honra, louvor e glória. De eternidade a eternidade.