"SENHOR, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar; não ando à procura de grandes coisas, nem de coisas maravilhosas demais para mim. Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo. Espera, ó Israel, no SENHOR, desde agora e para sempre.(Sl 131)

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quinta-feira, 29 de abril de 2010

Alardeiem atalaias do Senhor!

"Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém. Ora vem, Senhor Jesus." (Ap 22 : 20)

Subi ao monte para observar como estava o arraial do Senhor. Logo percebi, o Templo estava destruído. Não vi a cidade santa, pois havia uma nuvem de poeira que chegava ao céu, percebi que fora saqueada. O sinal era de destruição. Há tempos estava ameaçada, mas agora foi tomada pelo exército das trevas. Como se deu tal desgraça? Como pôde cair aquela que foi tomada para noiva do Senhor dos Exércitos?

Chora a multidão dos santos nos céus e na terra. Quem presenciou tamanha desonra? Quem poderá contar o que houve para as futuras gerações? Quem poderá lembrar-se do sangue derramado pelos guerreiros de outrora? Estes foram esquecidos, não mais se comemoravam os feitos dos santos. Outras festas já haviam tomado lugar, esqueceram do Santo. E nessas serviam vinho embriagador para apagar a memória, enganando todo o arraial.

Procuremos nos registros antigos, procuremos na memória dos remanescentes, procuremos em nossa vergonha. Havemos de achar como chegamos até aqui.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Sem o véu.


Mas, se ainda o nosso evangelho está encoberto, para os que se perdem está encoberto. Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus. Porque não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus, o SENHOR; e nós mesmos somos vossos servos por amor de Jesus. (2 Co 4:5)
O contexto mostra que há um véu por sobre o coração do pecador. E diz: quando Moisés é lido e é convertido o pecador, lhe é retirado o véu. Assim, o Senhor lhe permite contemplar Sua glória, Sua bendita glória. E por meio dessas contemplações, progressivamente, somos transformados na imagem de nosso Deus, Cristo Jesus.


Esta é a mensagem vinda dos céus para o pecador, qualquer pecador. Aos anjos não lhes foi confiado este cântico de salvação, não lhes foram dirigidas tão profundas palavras de redenção, apenas ao homem. Somos gratos ao nosso Deus que nos permite conhecê-Lo, contudo não deixou penetrar nos mistérios não revelados de Sua santa vontade.

E sei, aqui há pecadores, os que se achegam com disposição sincera; outros com os mais torpes sentimentos no coração; os sábios, sempre cansados da Palavra, e mesmo os que foram trazidos pelo espírito de zombaria. Mas, todos são convidados do Senhor, é para esses que o Senhor manifesta sua graça e misericórdia. Como os judeus ouviam o livro de Moisés, os pecadores precisam ouvir de Cristo. O motivo é simples: Porque não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus, o SENHOR. O Altíssimo, criador de todas as coisas. O santo Deus, o único soberano sobre toda a terra; o primeiro e último. Aquele que esteve morto, mas venceu a morte e vivo está. A Ele honra, louvor e glória de eternidade a eternidade. É Dele que todos necessitam ouvir.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Fiquemos de pé.

ENTÃO falou Jesus à multidão, e aos seus discípulos, Dizendo: Na cadeira de Moisés estão assentados os escribas e fariseus. Todas as coisas, pois, que vos disserem que observeis, observai-as e fazei-as; mas não procedais em conformidade com as suas obras, porque dizem e não fazem; (MT 23.1-3)



Muitos têm empreendido esforços para entender as causas que levaram o Cristianismo, em geral, ser substituído pelo evangelicalismo. É preciso reconhecer que fomos – e somos - responsáveis. Por outro lado, este mesmo quadro, aponta diretamente para mim: derrotado. E devo reconhecer, mesmo que vencedor em Cristo. Perdemos para os falsários, para os mentirosos, entregamos toda a riqueza do mundo. A Palavra e a história não me deixam esquecer, sei, do sangue derramado. Só o Senhor restabelecerá a dignidade do Seu Nome.

Mas mantendo a guarda, preciso olhar para a Palavra e para o mundo, entender o que houve e o que há. O desafio é saber se posso fazê-lo com simplicidade. Ouso que sim. À conclusão surgirão contrários acalorados, o que a fortalecerá ainda mais.

terça-feira, 20 de abril de 2010

A oração que não faço.


Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino. Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido. (I Co 13.11:12)



Deus é quem nos dá o crescimento, é por Ele que abandonamos as coisas de menino, afirmamos. Mas é muito proveitoso olhar para trás e ver o quanto o Senhor nos conduziu, quanto já abandonamos as coisas de menino. O incentivo do Senhor é para prosseguirmos, é como Lhe agrada. "Nós, porém, não somos daqueles que se retiram para a perdição, mas daqueles que crêem para a conservação da alma." (Hebreus 10:39).

Mas por sua vez, pergunto: Tenho aprendido a abandonar as coisas de menino? Tenho enfrentado o meu inimigo ? De quem falo? Assevero, nenhum inimigo é mais assustador e presente que a mente do santo. Reféns do raciocínio deste século mal, fomos forjados pelo momento histórico que vivemos. A forma de pensar dos santos do Senhor tem sido assediada e até consolidada pelas agruras da Queda. Somos miseráveis, mesmo que remidos. Nossa luta interior tem provado isto.

domingo, 18 de abril de 2010

Santificação. Simples, não?

"... Não julgais vós os que estão dentro?" (I Coríntios 5:12)


Há uma doutrina que ao ser ensinada na igreja, pela sua praticidade, produz interesse imediato, Disciplina Eclesiástica. Dependendo do governo adotado e da disposição em santificar-se, a Igreja submete-a de pronto a testes com os mais diversos exemplos. Muitos deles impensáveis. É desafiador e, ao mesmo tempo, edificante discorrer sobre o que o Senhor autorizou e como fazê-lo para preservar Seu nome e Seu povo. Como as demais, a Disciplina Eclesiástica se fundamenta na revelação objetiva do Triuno Deus.

Aprende-se que é prerrogativa exclusiva da Igreja local. E que deverá ser feita para exaltação do Senhor, como tudo que deveriam fazer os santos. Entendo ser este aspecto um grande facilitador de sua prática. Basta aos envolvidos decisões que engrandeçam ao Altíssimo, por sua vez, isto nos santificará. Simples, não?

Alerta, ainda, que o caminho do amor é obrigatório. Todos os irmãos, em amor, cuidarão do caso. Como o amor não se regozija na injustiça e sim na verdade, a aplicação criteriosa do amor não poderá contrariar a verdade. Simples, não?

sexta-feira, 16 de abril de 2010

A salvação do Pe. Fábio

"... minha salvação não depende do que as pessoas pensam de mim, mas sim, do que Deus sabe a meu respeito". (Pe. Fábio, religioso católico romano). [paráfrase]




(Este post contém a análise do texto acima)

"Porque a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus; pois está escrito: Ele apanha os sábios na sua própria astúcia." (I Coríntios 3: 19)

Tornou-se um padrão religioso nestes últimos dias a criação de líderes. Todo arranjo que deseja reconhecimento precisa entronizar um desses. A rigor, esses não chegam a tal status pelo conhecimento de Deus, pela vida pessoal ou por qualquer atributo espiritual.  Os critérios ou atributos que os leva a aclamação estão dissociados do ideal cristão. Pelo contrário, muitos são blasfemos, ímpios, mercadores de fé, adúlteros, efeminados. E, em regra, a multidão de seguidores não possue percepção alguma do que realmente é cristianismo. Isto ao longo da história cristã tem oferecido o combustível essencial para criação e crescimento das seitas. Em pauta o catolicismo romano.


O papismo com sua inextirpável história, seus pares políticos e sua teologia é a materialização das obras das trevas. E de forma espetacular, durante séculos, expropriou o cristianismo. Apresentando em seu currículo de abominações as adições ao Canon Judaico – judaico, mesmo; corrupção de reis; associação ao nazismo; matança e permissão para matar; condenação sem julgamentos; prática de crimes sexuais e pródigios na mentira. 
É uma folha vasta de dolo, crueldade e conduta obscura em nome de deus - deste século.

Portanto, um texto vindo de lá jamais contribuiria para o engrandecimento do nosso Deus, o Deus das Escrituras. Desprovido de verdades divinas, deveria ser deixado de lado, mas merece nossa atenção. Não pela autoria – definitivamente os papistas nada sabem das Escrituras, e sim, pelo dano causado a quem poderá fugir das sendas da insensibilidade para com Cristo. Por isto, abordo este sumário soteriológico do absurdo, intentado pelo sacerdote, por amor aos que estão em trevas.

Aos que o lerem, ira ou curiosidade.  Oro ao Senhor para que seu Santo Espírito desperte a curiosidade necessária e que a ira seja contida. 

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Uma oração rumo às trevas

ORA, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem. (Hb 11.1).

(Sermão na I.B.R. Renascer - Manaus - 18.04.2010)


Todos argumentam e defendem sua própria fé. Digo, nenhuma certeza terão sobre tal validade, antes que o Senhor a prove e garanta sua autenticidade. E não será por meio de supostas aflições, pois a resposta ousada sobressai como aptidão espiritual. A fé, amados, primeiramente não vive para os sobressaltos da vida, mas sim para engrandecimento do nosso Deus, sendo Ele a fonte única de sua força.


Assim, passemos ao que diz o Senhor. Encontramos nas Escrituras "Amados, tive por necessidade escrever-vos, e exortar-vos a batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos." (Judas 1:3). A atenção necessária nos leva a verificar que a Escritura emprega a palavra fé com a idéia de arranjos teóricos ou doutrinas. Neste caso, fé é a própria Palavra de Deus. Dizemos então que a fé, neste aspecto, é objetiva. Pois é possível pegá-la, verificá-la, compreendê-la e mesmo obedecê-la.
De outra feita, quando lemos em Ef 2.8, que a salvação é pela fé, estamos frente a uma fé que não é palpável, perceptível. A fé que olhos não vêem, ouvidos não ouvem. Nenhum dos sentidos naturais do homem pode percebê-la. Assim, neste aspecto, a fé é subjetiva. Sem instrumentos humanos capazes de aferi-la. Você poderá proclamá-la a pleno pulmões.
Contudo, esta que se afirma possuir não vive separada daquela, a objetiva, a Palavra de nosso Deus. Como gravura em baixo relevo, a visível – A Palavra - imprime a marca da invisível – a fé do crente. Podemos avaliar a fé invisível conhecendo o que Deus fala de Si e de suas promessas. Não suponha haver outro meio. Qualquer outra tentativa de prová-la estará corrompida pelo secularismo evangélico e o preço será caríssimo. Foge dela.
Esta verdade divina, obriga a todos submeterem sua fé, ou o que se entende por fé, ao escrutínio da Palavra e apenas Dela. Não podemos fazê-lo junto aos púlpitos dos encantadores evangélicos, não podemos fazê-lo pela artimanha sonora desse louvor das trevas, pelo balanço contábil das conquistas pessoais; muito menos pelas últimas revelações recebidas por corações ávidos pelos reinos da terra.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Senhor, para quem iremos nós?

ORA, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem. (Hb 11.1)


A fé é um dom de Deus, portanto algo adicionado ao remido, ausente no ímpio.
Caso possível  dissecá-la, veríamos a crença e a confiança. Ambas inseparáveis. Que como objeto tem unicamente a Jesus Cristo - Pessoa e obra - revelado. É subjetiva, posto que mística; objetiva enquanto proposições.

  • A fé é a certeza - substância - da esperança, logo ela é um instrumento que nos une “às promessas e fundamentalmente à vontade santa de Deus - incluindo aí nossas obrigações”. O que não cremos fora destes dois aspectos, promessa e vontade do Senhor, não é objeto da fé  - crença e confiança - cristã.
  • Ela (em nós) é a prova que Deus existe. Ela nos permite a exatidão de todo o universo espiritual revelado.

  • O texto - a partir do v. 2 - vai corroborando com as afirmações feitas. Mostrando sua relação subjetiva e objetiva. Cita que por meio da fé os antigos se santificaram - agradaram a Deus; que por ela passamos a entender - aperfeiçoou nossa razão - o poder de Deus na criação - por iisto, damos glória a Deus; que por ela Abel ofereceu melhor sacrifício - distingui-se da religião de obras de seu irmão - agradando a Deus. E continua mostrando que a fé permite ao crente.
Concluímos que a fé é o instrumento divino pelo qual, progressivamente, nos assemelhamos a Deus, santificando-nos e engrandecendo Seu nome.
O que passar disto, devemos ter cuidado, pois pode vir do maligno.

Contrário à Palavra, quanta fé há espalhada mundo afora!

Todos se julgam possuidor de fé. Sem que a aflição a prove, estão prontos a apresentá-la em si mesmos, sem necessidades de retoques. Ela é perfeita, acabada, melhor.

Cada uma delas apresentará deus e mais alguma coisa, e com ela prescindem ou contrariam a Palavra do Senhor.

Quem és tu Senhor?

OS céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos.


Após dias cooperando com um pastor amigo na cidade de Jutaí. Chegou a hora de voltar para casa. De barco, teria a frente três dias descendo o rio – os rios, pois seriam vários. Tempo suficiente para conhecer cidades ribeirinhas, os povos etc. Acomodado em uma rede, o fraco vento, mesmo quente, trazia algum refrigério. No porão, madeiras, tambores, caixas e mais caixas e um fusca. Além de algumas redes armadas. Maior calor ainda, e muito barulho. Soube que ali era mais em conta.


Partimos percorrendo os rios que descem em meio as matas. Depois de muitas horas, ao longe, surgia um porto, e lá parávamos. Logo desciam e subiam pessoas, surgiam  vendedores, de picolé até corda para amarrar as redes. Logo depois, voltávamos a navegar e soava o barulho das águas sendo cortadas pela embarcação. 

Havia turistas estrangeiros, índios, comerciantes, aventureiros e outros. E entre esses, alguns se diferenciavam por trazerem consigo uma Bíblia. Isto, depois de salvo, sempre me despertou atenção. As conversas eram inevitáveis, nem todos falavam, mas sempre ouviam.

À noite, contemplava o céu, estava escrito: ”Quando vejo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que preparaste; Que é o homem mortal para que te lembres dele? e o filho do homem, para que o visites?”. Quanta bondade, quanto amor por um miserável. Só o Senhor é Deus.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Santificação sem ver o Senhor

Antes de comentar, preciso fornecer algumas informações, pois caso me avaliem, possam faze-lo sob o que creio.

Vivemos dias maus.

Creio na total incapacidade humana quanto às verdades espirituais; na livre escolha de Deus dos salvos, aqueles que estarão por toda eternidade com Ele; na morte de Cristo para um grupo definido de pessoas; na chamada eficaz de Deus – ninguém resistirá ao Seu chamado, e ainda, creio que os salvos não decairão da graça, e em santificação serão preservados;


Creio que Israel e a Igreja são duas instituições distintas no programa de Deus, no milênio literal, na vinda de Cristo para buscar sua Igreja; na separação completa entre Igreja e o Estado;


Creio que vivemos momentos de apostasia, com seus representantes conhecidos em nosso meio: Malafaia, Terranova, Valnice, Rodovalho, Valadão, Jabes, Hernandes, Brant, RR Soares, Macedo e muitos outros. E que estes trazem o evangelho das trevas.

Creio ainda, que a apostasia é profética e que está em todas as organizações religiosas. E que o secularismo tem contaminado a todos. Isto posto, podemos iniciar.

Há um fenômeno religioso muito comum nas grandes organizações eclesiásticas, que para efeito deste texto resolvi chamá-lo de santificação humana. Que nada mais é que o esforço formal de pessoas para estabelecerem seus credos ou confissões. Para tanto, dá-se a estes a observância e relevância além da Palavra de nosso Deus; desqualificando qualquer outro pensamento, mesmo que possível.


A formação dos credos denominacionais – As Confissões - de forma alguma é coisa de somenos. Contudo, representam um pensamento teológico de um grupo trazendo consigo suas influências históricas. Alguns destes são verdadeiramente bíblicos. Assim os vejo, os avalio, e assim, os respeito. Estabelecer que neles se encerra toda a verdade bíblica, excluindo os demais credos é notadamente imaturo, ou pelo menos presunçoso.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

E eles tornaram a clamar: Crucifica-o.





"E até importa que haja entre vós heresias, para que os que são sinceros se manifestem entre vós." (I Coríntios 11 : 19)





Há uma prática muito saudável em determinadas denominações, os Concílios. Neles, um pastor, que pretende fazer parte da Ordem de Ministros, deixa-se avaliar nas doutrinas bíblicas por um colegiado. Este é bem diverso, há pastores, seminaristas, crentes e até ímpios dele participam.


Certa vez fui convidado a um desses. O candidato, fora meu professor (?), homem de grande influência no meio. Não sei por quais motivos ainda não ingressara na Ordem.


Fui com a expectativa de passar uma manhã de sábado, sorvendo as delícias da boa teologia. O prazer de conhecer mais as grandezas do Altíssimo.

sábado, 10 de abril de 2010

A horrenda proposta da apostasia

"Horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo." (Hebreus 10 : 31)

O Cristianismo Bíblico, sempre existiu por haver um relacionamento real com Deus. O Deus pessoal, Triuno, eterno, criador de todas as coisas comunicou-Se com suas criaturas, revelando-Se, isto é a base de toda fé cristã. A Palavra do Senhor, e somente ela,  regulamenta este relacionamento

Esta realidade, por ser demasiadamente divina, foi abandonada. Submeteu-se aos retoques e ajustes das mãos aflitas e mentes ambiciosas do homem moderno. Para tanto, proclamaram a inexistência do Senhor, assumindo o controle sobre a vida e a morte; e o Cristiansimo deixou as Escrituras, adaptou-se às regras do mercado, passou a ser mais uma religião.

Lançaram fora suas entranhas, recriaram seus princípios, sua etimologia e natureza. Iniciando uma trilha descendente e sem retorno. Pobres apóstatas, pobre humanidade.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Fora estarão os santos

"Por isso saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; E não toqueis nada imundo, E eu vos receberei;" (II Coríntios 6 : 17)

Algo comum às pessoas é a fé religiosa. Pelo menos deste lado do mundo todos, mesmo que em formas diferentes, divulgam – ou divagam – o tema.

O contato com pessoas desse mundo religioso faz experimentar o discurso inflamado destes em defesa de sua fé. São pessoas de vários credos: católicos, evangélicos, espiritualistas e demais heréticos que afirmam possuir fé superior.

Afirmam que a "fé as mantém, e que é um poder de dentro delas". Para tanto, recorrem, principalmente, às suas obras, suas conquistas, seus pastores, seus líderes, seus padres, sua igreja como evidência de fé, e já incluem, Cristo.


Não há dúvida que fé é um poder, muito menos que ela ajuda em todas as horas. Mas ao citarem que é de dentro delas, do interior, definitivamente, atribuem ao homem sua origem e natureza. Criaram um ambiente de crença com um deus qualquer como objeto e um cristo sem cruz por posse.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Fogo estranho


E OS filhos de Arão, Nadabe e Abiú, tomaram cada um o seu incensário e puseram neles fogo, e colocaram incenso sobre ele, e ofereceram fogo estranho perante o SENHOR, o que não lhes ordenara. Então saiu fogo de diante do SENHOR e os consumiu; e morreram perante o SENHOR. E disse Moisés a Arão: Isto é o que o SENHOR falou, dizendo: Serei santificado naqueles que se chegarem a mim, e serei glorificado diante de todo o povo. Porém Arão calou-se. (Lv 10.1-3)
Não é sem perplexidade que observo servos do Senhor em seus posts não fazerem distinção entre o santo e o profano. Pressupondo-se livres, oferecem fogo estranho ao Senhor.

Esta liberdade provém do intelectualismo secular que tem forjado um novo padrão de santidade - ou permissividade - cristão neste final de século. Trazem para os pastos verdejantes poesias mundanas, escudos de times de futebol, signos zodiacais, palavras torpes, agressão pessoal e a execrável soberba.

Alegam, quando confrontados, que o problema está na imaturidade do leitor – este argumento é da apostasia. E mais, deslindam um ar de sabedoria, até de superioridade, recurso apóstata, fazendo-se sábios em si mesmos. Convivem perigosamente com o gosto secular, uma liberdade com qualificado humanismo. Acostumam-se com ofertas de fogo estranho ao Senhor, fogo este não autorizado.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

O Senhor se rirá deles

Houve uma época que nos reuníamos para discutir sobre temas teológicos. Éramos um grupo com missionários, seminaristas e pastores – e com nossas esposas. Questionávamos os defensores da liberdade humana que distorciam a farta evidência dos textos bíblicos em que ensinavam contrariamente aos que criam. E mais, mostrávamos a eles a impossibilidade de pregarem todo desígnio de Cristo. Alguns premidos pelas verdades bíblicas - Espírito do Senhor - e, principalmente pelo fato que desejarem em seu coração a liberdade para pregar toda a Escritura, sem desviarem-se para direita ou para esquerda, reviram suas posições. Temeram em não ouvir o Senhor.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Apostasia de F até P

Este glossário - que sempre estará incompleto - teve início após algumas postagens sobre a Apostasia. Verifiquei que sorrateiramente eles adotaram - apropriaram-se indevidamente - conceitos cristãos com sentido completamente estranhos às Escrituras.
São não-cristãos energizados por satanás. Desdenham da santidade, tem outro conceito de salvação, negam as Escrituras e o poder do Senhor das Escrituras.
Está dividido - em ordem alfabética - para torná-lo mais adequado ao interesse do leitor. Apesar de incompleto, permite-nos Perceber como pensa, trama e vive a Apostasia. (Não nos enganemos, são multidões, pois largo é o caminho, e muitos).
Os conceitos apresentados foram formados a partir de declarações, testemunho de apóstatas famosos e não famosos e possíveis respostas a questionamentos sobre "suas práticas de fé".
Adicionei comentários e opiniões minhas. Apesar de alguns conceitos serem risíveis, minha intenção é alertar ao verdadeiro povo de Deus sobre os riscos que há nas concessões.

"... Não sabeis que um pouco de fermento faz levedar toda a massa?" (I Coríntios 5 : 6)
Fé. Força sem a qual é impossível agradar a si mesmo. Conquista-se tudo. Poder aprendido na igreja - e somente nela. É complementar à Determinação. Por meio de ambas se chega à prosperidade, à cura ao mover no sobre natural desejado – isto é, determinado. É o que antes se chamava de ambição.

Apostasia de Q até Z

Este glossário - que sempre estará incompleto - teve início após algumas postagens sobre a Apostasia. Verifiquei que sorrateiramente eles adotaram - apropriaram-se indevidamente - conceitos cristãos com sentido completamente estranhos às Escrituras.
São não-cristãos energizados por satanás. Desdenham da santidade, tem outro conceito de salvação, negam as Escrituras e o poder do Senhor das Escrituras.
Está dividido - em ordem alfabética - para torná-lo mais adequado ao interesse do leitor. Apesar de incompleto, permite-nos Perceber como pensa, trama e vive a Apostasia. (Não nos enganemos, são multidões, pois largo é o caminho, e muitos).
Os conceitos apresentados foram formados a partir de declarações, testemunho de apóstatas famosos e não famosos e possíveis respostas a questionamentos sobre "suas práticas de fé".
Adicionei comentários e opiniões minhas. Apesar de alguns conceitos serem risíveis, minha intenção é alertar ao verdadeiro povo de Deus sobre os riscos que há nas concessões.

"... Não sabeis que um pouco de fermento faz levedar toda a massa?" (I Coríntios 5 : 6)



Revelação. Sensibilidade espiritual (?) para poucos. Por meio dela o apóstata pode receber, ouvir, captar a voz do espírito (?). É a voz de satanás que fala em particular sem precisar das Escrituras. Soa dos púlpitos e engana ao povo como a serpente enganou Eva.

Riqueza. Evidência de comunhão com Deus, de falta de pecado. Propósito da vida cristã. É o cumprimento da palavra - do pastor -, que diz: Deus quer te abençoar, faça por merecer e pare de sofrer; a pobreza é do diabo. Donde se conclui que sem ouro, nem prata, Pedro e João deveriam estar possessos na cura do coxo.

Apostasia de A até D

Este glossário - que sempre estará incompleto - teve início após algumas postagens sobre a Apostasia. Verifiquei que sorrateiramente eles adotaram - apropriaram-se indevidamente - conceitos cristãos com sentido completamente estranhos às Escrituras.
São não-cristãos energizados por satanás. Desdenham da santidade, tem outro conceito de salvação, negam as Escrituras e o poder do Senhor das Escrituras.
Está dividido - em ordem alfabética - para torná-lo mais adequado ao interesse do leitor. Apesar de incompleto, permite-nos perceber como pensa, trama e vive a Apostasia. (Não nos enganemos, são multidões, pois largo é o caminho, e muitos).
Os conceitos apresentados foram formados a partir de declarações, testemunho de apóstatas famosos e não famosos e possíveis respostas a questionamentos sobre "suas práticas de fé".
Adicionei comentários e opiniões minhas. Apesar de alguns conceitos serem risíveis, minha intenção é alertar ao verdadeiro povo de Deus sobre os riscos que há nas concessões.

"... Não sabeis que um pouco de fermento faz levedar toda a massa?" (I Coríntios 5 : 6)

Adultério. Mantém a prática, mas defendem-se com base bíblica, como sempre extorquindo-a: "Não julgueis para que não sejais julgados"; ou o famosíssimo "o diabo é sujo", este jargão cabe para toda a situação. E sutilmente ameaçam: "Ninguém sabe o dia de amanhã". Vide também Fornicação.

Arrependimento. Significa ser apanhado em "falta" sem ter como fugir. O mais espiritual conforta o transgressor: "Tem mais cuidado na próxima vez, irmão". Segundo a apostasia não há relação alguma com mudança de comportamento. Defendem-se: Não vamos misturar as coisas.



quinta-feira, 1 de abril de 2010

O Senhor de toda a terra

Morar em Manaus tem alguns privilégios, um deles é conhecer missionários transculturais. 

Com seus locais de trabalho localizados no seio da floresta amazônica, tão recônditos alguns deles, que consomem até 30 dias de viagem, percorrendo rios, igarapés, lagos até chegarem lá.

Tive a oportunidade de ouvir um desses. Falava a respeito de suas experiências em meio aos povos indígenas. Contou-nos, que em certa ocasião, na tribo em que estivera, presenciou um índio, já grandinho, urinar - sim, urinar - sobre seu pequeno filho. Aquilo o revoltou profundamente. 
- Uma barbárie, uma selvageria. Desrespeito a uma pessoa que abrira mão do conforto de sua cidade, do convívio com parentes, pais e amigos para unicamente levar-lhes a palavra da salvação. 

A rigor, sua permanência ali apenas os beneficiaria, não necessitava de nenhum daqueles selvagens para viver sua vida. E, em troca, recebia algo tão hostil submetendo-os - ele e sua família - a tão profunda humilhação.

Sem hesitar, foi até o rádio e comunicou o ocorrido à sua base exigindo imediato resgate. Não ficaria em meio àqueles selvagens, que não sabiam minimamente se comportar de maneira adequada. Aquilo não ocorreria nem com um animal em sua terra natal. Transmitida sua revolta e tomada a decisão, ouviu do outro lado que levaria um ou dois dias até que o avião fosse resgatá-lo. 

Em sua espera abriu sua Bíblia e leu: "E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz." (Filipenses 2 : 8)

Sua mente foi varrida por um facho de luz: O Senhor de todas as coisas, o Deus eterno esteve cá entre nós. Não considerou o fato de ser o próprio Deus, a honra devida foi-lhe , mesmo sabendo... veio. 

Habitar em meio de nós selvagens, inimigos seus, hostis, incapazes de minimamente desejar ou realizar qualquer ato que O agradasse. Malditos por justiça, idólatras por vocação.

Ausentou-se de sua pátria, da adoração das miríades de anjos, do convívio estreito com o Pai, com o Espírito. Experimentou as limitações humanas, a fome, o frio, a ignorância e o ultraje dos selvagens.

Esteve aqui, não por um deleite pessoal seu, mas para morrer pelos seus amados selvagens, e morte de cruz.

Tanta humilhação para tornar possível nosso relacionamento com Ele, fazer-nos seus amigos. A rigor, sem precisar de qualquer um de nós.

Foi aviltado, entregue por aquele que com ele comia, difamado pelos próprios irmãos, abandonado por todos na hora da aflição. Açoitado em praça pública, sem culpas, sem dolo, sem pecado algum caminhou até a cruz e nela bradou nossa liberdade: Está consumado. Ressurgiu da morte, subiu aos céus. E a cada dia nos guarda, sem esquecer de nenhum de nós... e virá nos buscar.

Bendito seja o Senhor.

Lá no meio da floresta o coração altivo daquele missionário precisou do pequeno índio para entender as grandezas do Senhor de todo o universo .

Corações altivos são portais da soberba. Em nossas supostas sabedoria e importância queremos aparentar o que não somos, grandes demais, maiores que o Senhor. Vivemos por nós mesmos, não para o Senhor que vive em nós.


Sensíveis demasiadamente ofendemo-nos em tudo, somos refratários às críticas, às exortações, assim, fugimos das trilhas santas do arrependimento. 

"Aquele que diz que está nele, também deve andar como ele andou." (I João 2 : 6)

Ao ser tomado por sentimentos de soberba, altivez lembro-me daquele missionário e daquele pequeno selvagem que Deus utilizou para edificação dele e minha. Sou grato ao Senhor por ter ouvido aquele homem.

E mesmo sem ter estado lá, sempre agradeço e necessito daquele indiozinho lá dos confins da terra.

Só o Senhor é Deus e incontáveis são os seus feitos. 


A Ele honra, glória e louvor de eternidade a eternidade.