"SENHOR, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar; não ando à procura de grandes coisas, nem de coisas maravilhosas demais para mim. Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo. Espera, ó Israel, no SENHOR, desde agora e para sempre.(Sl 131)

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quarta-feira, 14 de abril de 2010

Senhor, para quem iremos nós?

ORA, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem. (Hb 11.1)


A fé é um dom de Deus, portanto algo adicionado ao remido, ausente no ímpio.
Caso possível  dissecá-la, veríamos a crença e a confiança. Ambas inseparáveis. Que como objeto tem unicamente a Jesus Cristo - Pessoa e obra - revelado. É subjetiva, posto que mística; objetiva enquanto proposições.

  • A fé é a certeza - substância - da esperança, logo ela é um instrumento que nos une “às promessas e fundamentalmente à vontade santa de Deus - incluindo aí nossas obrigações”. O que não cremos fora destes dois aspectos, promessa e vontade do Senhor, não é objeto da fé  - crença e confiança - cristã.
  • Ela (em nós) é a prova que Deus existe. Ela nos permite a exatidão de todo o universo espiritual revelado.

  • O texto - a partir do v. 2 - vai corroborando com as afirmações feitas. Mostrando sua relação subjetiva e objetiva. Cita que por meio da fé os antigos se santificaram - agradaram a Deus; que por ela passamos a entender - aperfeiçoou nossa razão - o poder de Deus na criação - por iisto, damos glória a Deus; que por ela Abel ofereceu melhor sacrifício - distingui-se da religião de obras de seu irmão - agradando a Deus. E continua mostrando que a fé permite ao crente.
Concluímos que a fé é o instrumento divino pelo qual, progressivamente, nos assemelhamos a Deus, santificando-nos e engrandecendo Seu nome.
O que passar disto, devemos ter cuidado, pois pode vir do maligno.

Contrário à Palavra, quanta fé há espalhada mundo afora!

Todos se julgam possuidor de fé. Sem que a aflição a prove, estão prontos a apresentá-la em si mesmos, sem necessidades de retoques. Ela é perfeita, acabada, melhor.

Cada uma delas apresentará deus e mais alguma coisa, e com ela prescindem ou contrariam a Palavra do Senhor.


Que fé pode vir com a IURD funcionando? Com Silas Malafaia pregando? Terranova administrando bênçãos? Santiago em curas por atacado?
Com a arte de prosperar virando fé?
Que fé pode ter a Valadão orientada por Deus para comprar botas de píton para pisar em satanás?

Que fé pode ter o espírita? Fé na reencarnação? Fé que um dia ele não mais será ele, que ele será qualquer outro? Que ele paga por outros? E outros pagarão por ele?

Que fé pode ter o papista? Na missa de 7º, 15º, 30º dia, depois de 1, 2,10 anos? Na mediação pelos santos? Por Maria? Nas indulgências? Nas broas transformadas no corpo e sangue de Cristo?

Que fé pode ter o adventista? Na Ellen? No sábado? No juízo investigativo? Na obra?

Que fé pode ter o TJ? No reino dos 144 mil? No unicismo? Em um Espírito que é eletricidade? Num deus criado?

Todas elas rejeitam ao Senhor, sua morte, sua ressurreição, sua misericórdia, sua graça. São templos escuros, com seus rituais de encanto e engano, celebram a voz do próprio coração. Escravos de si mesmos, não têm para quem ir. A permanecerem, morrerão em seus próprios pecados.

A graça de Deus nos libertou de nossos corações. Servos das Escrituras, celebramos: Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna." (João 6:68)



A Ele honra, gloria e louvor de eternidade a eternidade

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