"SENHOR, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar; não ando à procura de grandes coisas, nem de coisas maravilhosas demais para mim. Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo. Espera, ó Israel, no SENHOR, desde agora e para sempre.(Sl 131)

Visitantes

Posts

sábado, 16 de outubro de 2010

Novamente sacrificam Nosso Senhor

Igreja Batista Regular Renascer, EBD
Manaus, 17,outubro, 2010
Retomamos nossa meditação neste texto de João (18.19-40), rogamos ao Senhor que nos dê sabedoria, nos dê discernimento e simplicidade para proclamarmos seus santos desígnios, e principalmente, faça abrir nossos corações para avaliarmos nossas vidas, nossos prazeres e as “nossas verdades e escolhas”.
Estamos ante a um cenário que antecede o derramamento de sangue de nosso Deus, e devemos responder a pergunta: QUE PESSOAS LEVARAM O SENHOR ATÉ À CRUZ? AINDA PERSISTEM OS TAIS EM NOSSO MEIO?

Já estivemos diante de Judas e vimos como sua ânsia por poder, sua aversão à palavra do Senhor e a falta de prazer de sua vida com o Mestre o levaram a comercializar sangue inocente (palavras dele!). E fomos obrigados a uma passada de olhos no cenário evangélico, em nossa igreja, em nossas igrejas e percebermos a multiplicação do caráter daquele que traiu Jesus.

Agora, chegamos aos religiosos, sacerdotes e uma turba mista que, antecipando a cruz, conduzem o Senhor do universo preso, humilhado até Pilatos. Como podemos identificá-los?

REJEIÇÃO À DOUTRINA E PESSOA DE CRISTO
Lemos que aquelas pessoas, após aceitarem a oferta de Judas, buscam acusação contra o Senhor. Este ponto é fundamental para definirmos e identificarmos o descontentamento maior daqueles homens contra Jesus: Lembremos que a acusação registrada por João refere-se aos seguidores de Cristo e de (1) SUA DOUTRINA (Jo 18.19). Mateus omite tal questão, mas Lucas e Marcos ensinam-nos que (2) rejeição a MESSIANDADE de Cristo (perdão pela redundância) é o ponto central (conf. Lc 22.66-71 e Mc 14.62-64). Os religiosos rejeitam as palavras e a pessoa do Senhor.
Todas as respostas do Senhor revelam que nada fez às escuras, nada ensinou em oculto. Se era, pois uma questão de ensino por que não o refutaram? Se a questão recaia sobre dos poderes divinos – chancela do Messias – de Jesus, por que não desmascararam seus “embustes”? Por que o temor? Por que não apresentar provas em contrário?
Trariam Bartimeu ainda cego, os restos de Lázaro, calariam a multidão alimentada com pequenos peixes e pão. Muito poderiam fazer, mas não o fizeram, pois o poder do Altíssimo fez ranhuras profundas e eternas na vida do povo judeu.
A verdade e o testemunho das Escrituras proclamam o caráter de Deus e nada resistirá a eles.
Percebemos que a verdade e o testemunho do Senhor corroem as entranhas dos homens que adotam suas mentiras religiosas como mantra de proteção para seu misticismo psicológico. Atormentam a ganância sustentada pela igorância e cegueira.
Os argumentos forjados nas mentes doentias e religiosas não aceitam a simplicidade do Evangelho, da honra para Cristo. Mimetizam a paz, o que não é paz.

UM "OUTRO" CRISTO
Que acusação haveria contra a pessoa de nosso Santo? Malfeitor, é a resposta. O termo utilizado refere-se à disposição interna, não apenas uma condição fortuita, mas uma disposição na prática do mal. A vida, a pessoa santa de Jesus atrapalhava suas sanhas de poder, riqueza e carnalidade. Assim é o Nosso Senhor aos olhos cobertos pelo véu da iniqüidade, pelos corações que não amam, que não conhecem o amor de Deus.
Réplicas saem em todas as direções, pois leio, já sem espanto, e isto me entristece, a aspereza, as ofensas entre “irmãos” nesse cristianismo virtual –já bem definido pela apostasia e ecumenismo. Onde deixam de lado a Verdade, assumem suas próprias defesas, glorificando a si mesmos, sem honrar Aquele que é Senhor de toda a terra.
Criaram um cristo malfeitor para seguirem esses passos.

RELIGIOSIDADE VAZIA
Sim, esses, se recusam a entrar no pretório (Palácio e sede administrativa do governador, conf. At 23.35) para não se tornarem impuros, o que os impossibilitaria de comerem a páscoa. Estamos diante de uma manifestação religiosa sem valor espiritual, sem palavra e sem a Pessoa de Cristo.
Suportam-se apenas na aparência sem, contudo, calar o rancor que inunda o coração inconverso. Assim agiram aqueles homens, assim é a multidão evangélica que não conhece a verdade, nem ao Senhor e por Ele não foi transformada.
Arregimentam seus súditos pelo discurso da bravata, o relicário da falsidade estendido por todo picadeiro, rilham seus dentes frente às verdades e o próprio Cristo, buscam sua própria glória. Hoje estão em multidões, e nos acercam, fujamos desses, é mandamento do Senhor!

PROMOÇÃO DO PECADO
Adiante temos: “Não nos é lícito matar”. Este texto indica que precisamos caminhar lentamente sobre esse terreno, pois há demasiada sutileza em satanás. Percebamos como ele move o coração religioso. Mais medo há da verdade de que todos os esforços que façamos de nós mesmos.
A verdade prolatada fará o pecado se manifestar nas formas mais improváveis. Confrontemos o erro. O que aconteceu com nossa igreja? Como se apropriou da orgia musicada em praça pública abandonando a Verdade? As sutilezas das trevas são manifestas. No Éden satanás não pecou, apenas induziu ao pecado. A orquestração de um arranjo mundial criou um ambiente propício ao pecado, deixando a Verdade de lado e com ela o Cristo.

UMA "OUTRA VERDADE" 
Essa é a idéia e propósito dos religiosos freqüentadores de templos é a conquista do mundo, nem que para isso rejeitam a verdade. Nessa orquestração fomenta-se o pecado no arraial do Senhor: São pastores – até pastoras, quem diria! - autores de livros, conferencistas, líderes, simples membros. A sutileza mobiliza por um mundo melhor: Brasil para Cristo, Marcha para Jesus... estão sendo consumados os desígnios de satanás.
São esses homens que estão aqui, são os mesmos que já haviam colocado em seus corações a necessidade de oferecer o Cristo em troca de poderes seculares. Pois, acreditavam que com isso satisfariam ao governo romano.
Mas, graças ao Altíssimo a Verdade não é nossa, não provém de nós. Ela batalha contra o exército de todo o engano, e nessa guerra não há tréguas. Reduziremos nosso front, pois o batalhão de satanás agora leva consigo essa multidão incauta de religiosos sem verdade, sem Deus, sem sangue. Mas sei, na hora mais renhida ouviremos:
“Sou príncipe do exército do SENHOR e acabo de chegar.”
DEle, e apenas DEle, vem a verdade, a força e a esperança

ADVERTÊNCIA DO SENHOR
Não ousemos contradizer os céus, leiamos e deixemos nossos corações serem levados pelo texto: homens que estavam a poucas horas de sua cerimônia religiosa, para qual se preparavam apenas exteriormente, cumpriam os ritos de sua religião, e o faziam com sinceridade; nada tinham de conteúdo para obstarem-se contra a verdade do Senhor. Assim, movido pelos seus corações, criaram a condição necessária para que fosse cometido um pecado que atendesse à sua natureza de pecados.
Leiamos, por favor, João 19.12 e 15. Vilipendiar o nome de Cristo para auferir vantagens seculares? Reparem na multidão de mercadores, que têm vendido o Senhor para todo aquele que pagar mais.

QUAIS ACUSAÇÕES RECAEM SOBRE ELES?
Que poderia o pregador falar a respeito dos homens que conduziram o Senhor ao martírio, à morte? A mais profunda humilhação do Altíssimo? Mesmo que por ela tenhamos vida, há a advertência do Todo-Poderoso:
“Pois o Filho do Homem vai, como está escrito a seu respeito; mas ai daquele por intermédio de quem o Filho do Homem está sendo traído! Melhor lhe fora não haver nascido!” (Mc 14.21).
São malditos, enganam e vão sendo enganados! Ergamos nossos olhos, como está o arraial dos santos? Não são os dias desses senhores “da religião”? Não é a busca da satisfazer seus próprios corações? Sim, e para isso, se utilizam de toda sorte de pecados, e lançam às sarjetas a verdade das Escrituras... e o sangue do Eterno. 
Esse é o arraial dos santos, convivendo e regozijando-se com o pecado, busca o resultado a qualquer custo. Sim, eles continuam em nosso meio.

EXORTAÇÃO FINAL
Fujamos desses. Destruamos suas fortalezas de falácias, separemo-nos dos atalaias do enganos, dos falsos irmãos, dos homens que continuam a expor nosso Cristo a ignomínia. Como os católicos, subvertem a palavra e novamente sacrificam Nosso Senhor.

A Ele honra, louvor e glória eternamente.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

1. Seus comentários e refutações são bem vindos.
2. Por favor, faça-os sempre com base nas Escrituras, caso contrário, são opiniões pessoais, com pouco valor
3. Não modero cometários, seu temor ao Senhor deve sê-lo
As ofensas pessoais podem ser substituídas por refutações, ajudariam a todos que passam por aqui.

Em Cristo.