"SENHOR, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar; não ando à procura de grandes coisas, nem de coisas maravilhosas demais para mim. Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo. Espera, ó Israel, no SENHOR, desde agora e para sempre.(Sl 131)

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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Para minha irmã Silvia


Este Texto foi escrito em resposta a alguns questionamentos feitos por uma irmã minha que vive nos EUA. Foi logo após os atentados de 11 de setembro de 2001.

Silvinha, mana muita saudade de todos vocês.
Estou te enviando este e-mail em resposta àquele telefonema sobre os ataques terroristas que aconteceram aí. O texto abaixo também será enviado para outros leitores. Assim não visa um uma pessoa especificamente, nem um grupo. Mas é um desafio para qualquer pessoa que tenha sensatez, depois de lê-lo considerar sua posição, seja qual for. 

O grande questionamento

Há uma questão que deve ser respondida antes de qualquer consideração:
Que idéia o caro leitor tem sobre propósito da vida?
Dependendo da resposta há considerações a serem feitas:
(1) Se a resposta é que estamos diante de fatos planejados por Deus e que todas as coisas estão sob seu controle e concorrem para um fim, o texto abaixo fará sentido.
(2) Mas se a resposta é que não há um Deus atuante e que estamos soltos dentro deste universo e que somos senhores do destino. Que nada importa. Previno-o que este texto não lhe terá qualquer sentido. Pois se a vida se resume em trabalhar, acumular, gozar a vida e morrer, somos um pouquinho melhor que os animais, e a razão e a lógica não fazem sentido. Logo o conselho que dou é abandonar esta leitura, não passar desta linha.
Para responder àqueles que fazem parte do primeiro grupo este texto foi escrito.


Um plano perfeito e um propósito definido

A soberania de Deus em executar seu plano

Existe um mundo criado, que é real, que foi criado por Deus (um ser pessoal, com caráter, capacidade de comunicar-se, e com absoluta AUSÊNCIA DE ATOS ou PENSAMENTOS PECAMINOSOS). Dentro de seu poder elaborou e executa um grande plano. A compreensão deste plano permite-nos entender os eventos que ocorrem no mundo.

A promessa feita a Abraão

Para um compreensão mais adequada é necessário voltarmos alguns milhares de anos quando Deus se relacionou pessoalmente com um homem por nome de Abrão. Deus lhe fez uma promessa, que envolvia três linhas, ou pequenas promessas: (1) A prosperidade pessoal de Abraão; (2) uma nação seria gerada por ele, isto é teria um filho e (3) e por meio dele, Abrão, todos os demais povos da terra seriam abençoados.

O cumprimento desta promessa

A linha (1) foi realizada literalmente, Abraão foi um homem próspero e morreu bastante idoso.
A linha (2), um povo, foi realizada por meio de Isaac, por aonde veio Jacó, que é Israel, e as tribos das quais todos os judeus descendem. Já a linha (3), a respeito das bênçãos a todas as nações, está se cumprindo por meio de Cristo - judeu, descendente de Abrão - em quem  nos foi dado o privilégio da esperança da vida eterna. 
Dentro do plano de Deus para a nação de Israel, ou seja, a linha (2) houve promessas complementares:
(2.1) este povo teria direito a posse de uma terra.
(2.2) e este povo teria também um rei eterno, da tribo de Judá, um descendente do rei Davi.

Todos os acontecimentos sobre a face da terra contribuem para a consolidação deste plano: Israel é a nação escolhida por Deus e ela terá a posse de uma TERRA E UM REINO ETERNO neste mundo - conforme promessa feita por Deus. 
Quando falo de Israel, é necessário entender que não o Israel meramente étnico, eu falo do Israel que crê ou crerá nas promessas e que um dia entenderá que Jesus é o seu Messias. Que verá que as profecias da Torá (A Palavra de Deus), se cumprirão em Cristo.
Assim o plano de Deus é irreversível, e todas as coisas que acontecem são para culminar com o cumprimento das promessas de Deus para Israel.

As implicações para Israel 

Com estas promessas feitas, Deus mantém a nação de Israel viva independentemente, e muitas vezes contrária a vontade dos povos. Os romanos já tentaram exterminá-los, os católicos por sua vez também; o tentarão alemães, palestinos e uma multidão de povos ao longo da história humana. 
As pessoas de uma forma geral, em virtude de ignorância a respeito da Palavra de Deus tem aversão aos judeus. Assim Israel tem sido protegida por Deus, mesmo sendo um povo infiel, que tem levantado parceiros, cooperadores e, assim vemos a nação de Israel atravessar os séculos e preservada e caminhante pelo mundo, e hoje voltar para a terra que Deus prometeu. Mas que ainda não está conforme a plenitude de sua promessa, pois tal promessa se realizará plenamente em Cristo, quando ele voltar para libertar Israel da mão das nações gentias, e apresentar-se como seu rei, filho de Davi.

As implicações para nós gentios 

Todos os povos da terra podem ser divididos como povo de Israel e as demais nações, ou gentios. Assim vivemos um momento de extrema importância: Vivemos um momento onde as bênçãos que são próprias para Israel chegam até nós gentios pela propagação do Evangelho e poder de Deus. 
Estamos às portas do momento em que Deus se prepara novamente para se relacionar com Israel e cumprir em definitivo suas promessas feitas a Abraão. Este tempo está por se concluir, o cenário dos últimos fatos nos leva a admitir que as alianças internacionais estejam se cumprindo conforme antecipado pelos profetas. Precisamos como gentios buscar atentamente o Evangelho de Cristo, para que entremos no plano de Deus e possamos desfrutar da eternidade com Deus.

É necessário não confundir Cristianismo com Catolicismo Romano, ou ainda com Protestantismo[1].

Os fatos atuais à luz do plano de Deus

Vivemos um momento onde este plano está sendo desenvolvido. O lamentável episódio que aconteceu aí bem perto de ti, é parte dele. Podemos assim observar que Deus antecipou de forma impressionante o tempo do fim.
Dois elementos que precisavam acontecer para a seqüência divina entrar em seus trilhos finais aconteceram:

(1)    A unificação das nações nos esforços de guerra; 
(2) a unificação religiosa (ecumenismo).

Este dois fatores, que aparentemente são benéficos para a extinção do terrorismo mundial, serão os instrumentos que a nova ordem mundial utilizará contra Israel.

Para a consumação do plano de Deus é necessário que Israel volte a sacrificar para Deus, isto pode parecer estranho, mas não há religião judaica sem sacrifícios. (O Judaísmo não aceita o sacrifício de Cristo). 
Assim é necessária a reconstrução do Templo de Jerusalém. Acontece que no local onde será reconstruído o templo há uma mesquita islâmica. Como Deus fará, eu não sei, mas será destruída a mesquita para reconstruir o templo. 
Israel poderá negociar a formação da nação palestina em troca do Templo? . Eu não sei.   
Este arranjo permitirá a paz (?) e será costurado por um líder mundial de grande aceitação popular. 
As nações da terra prestarão grande honra a ele, e ele será apoiado por um religioso de influência mundial (Um católico, o papa? um islâmico? Eu não sei).
Este grande líder mundial será idolatrado por todas as nações, como se fosse Deus, exceto por Israel. A partir deste momento o que poderemos ver contra o Afeganistão sobrevirá a Israel. Isto é conhecido na Bíblia como a “Angústia de Jacó”. Então virá o redentor de Israel, Cristo.  Que cumprirá as promessas (2) que é o Rei e destruirá o poder de todas as nações, destruindo este grande líder popular e o líder religioso. Israel que creu em Cristo verá sua terra e seu rei, e dará a terra (1) conforme Deus prometeu.

Um conselho 

Há muitos outros detalhes, mas temo que pelo volume deles ao invés de esclarecer possam produzir mais dúvidas. Porém, algo necessário reafirmar:

Que Deus está controlando todas as coisas e que nós prestaremos contas a ele. E as pessoas que não reconhecem que Cristo é Deus não estarão juntas com Israel por toda eternidade. 

Tu precisas verificar a tua situação diante de Deus


[1] O catolicismo romano se dizendo cristão prega um paganismo abominável a qualquer judeu de bom senso. A idolatria, o ritual a mortos, indulgências, Maria como mãe de Deus, padres com poder de perdoar pecados e a multidão de ensinos absurdos são a marca do catolicismo romano, e são instrumentos de poder para afastar judeus e não judeus ao conhecimento do verdadeiro Jesus. O catolicismo julga substituir Israel no plano divino na figura do papado. E a “Santa Igreja Católica” é o verdadeiro Espírito Santo de Deus.
Já o Protestantismo é apenas, em grande parte em nossos dias atuais, ser cristão não católico. Pessoas exatamente iguais a qualquer outra pessoa, professam conhecer a Cristo, mas são desonestos, adúlteros, bêbados etc. Sem compromisso com a verdade das Escrituras.
Já o Cristianismo existe pela convicção que Cristo é o Messias que veio para o povo Judeu, e por misericórdia de Deus, por meio de Cristo a bênção prometida a Abraão nos foi estendida. Mas reconhecemos que Israel é a nação que Deus um dia resgatará completamente por meio de Cristo, a quem hoje rejeitam. 
Mesmo que os judeus lutem e questionem a respeito de Cristo, tais promessas se cumprirão nele. A falta de conhecimento verdadeiro a respeito de Cristo associado a uma série de tradições históricas são empecilhos para que o povo judeu como indivíduos experimentem esta realidade antes que se cumpra sobre a terra. 

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