"SENHOR, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar; não ando à procura de grandes coisas, nem de coisas maravilhosas demais para mim. Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo. Espera, ó Israel, no SENHOR, desde agora e para sempre.(Sl 131)

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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Um novo convite


Excerto de pregação
Igreja Batista Regular Renascer
 


Texto: (Jo 21.10-14)


A Palavra do Senhor nesta manhã, sem necessidade de acurada percepção, nos fez testemunhas do colossal fracasso da pescaria de Pedro e outros discípulos.
E clamamos ao Senhor de toda terra que nos faça, por sua infinita bondade, cativos à sua voz, às suas ofertas, ao seu caráter. Sim, isto clamamos a Ele! 

Presenciamos que após uma noite inteira de malfadado intento, Pedro, Natanael, Tiago, João, Tomé e outros mais retornaram frustrados de sua pescaria. Aos nossos olhos notória punição pela infidelidade cometida.  

Ao acompanharmos o texto, à presença do Senhor foi modificado o cenário de então. À sua voz uma rede repleta de peixes emerge do mar que nada oferecera.
Não sabemos quais sentimentos povoaram a mentes do ex-discípulos, agora pescadores, segundo nossa avaliação, mas seus olhos contemplaram a bondade do Senhor. 
Nossas vidas repetem: “A bondade de Deus desce em direção a terra presenteando-nos com aquilo que necessitamos, e muitas vezes ousamos por métodos estranhos obtê-los”.
Depois, vindo da areia da praia: “Trazei alguns peixes que acabastes de pescar”, saem dos lábios do Santo, que completa: “Vinde, comei”. 
Irmãos, atentemos ao que diz o texto: "peixes que acabastes de pescar”. 
Pergunto-me: Poderia o Senhor atribuir alguma participação àqueles homens ao que fora pescado?  Não, mas nosso Senhor atribuiu o resultado da pescaria a Pedro e seus amigos pescadores, discípulos do Senhor, preciso começar a reconhecer.

Como podemos enfrentar um texto desta magnitude? Como passar sem parar e considerá-lo? 
Seria como passar a caminho de Jericó, deixando aquele homem, enfermo, à beira da estrada. Não o faremos! Seremos o samaritano, providenciaremos com os nossos recursos a recuperação daquele enfermo.
Ao Senhor, que envie a sabedoria dos céus afim de que sejamos contados com os fiéis.

Questiono novamente: O Senhor não considerou a infidelidade de Pedro e dos demais? Não os puniu? E mais, deu-lhes o mérito da pescaria?

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Uma vida sem alternativas




Não raro nos debruçamos sobre nós mesmos e exaltamos nossa vida devocional. Somos mais dedicados, mais fiéis e sábios que o irmãozinho ali, que outro acolá. 
Olhamo-nos com a misericórdia de uma bondosa mãe, conquanto, para tantos outros, trazemos a disposição de um verdugo.

Não importa se o Senhor mandou-nos tirar a trave dos nossos olhos antes de acusar o cisco do olho do irmão, somos implacáveis. 
A hipocrisia visita a vida religiosa com mais freqüência que nos achegamos ao trono da graça, mas mesmo assim, continuamos nossa saga de bravatas e desafios em nome de nós mesmos, enganando-nos que as tributamos a Deus.

Fala-se daquilo que pouco se entende, acusa-se mesmo com o pouco que se sabe. Defendem-se posições indefensáveis e, sensíveis em seus corações, ofendem-se quando os erros são corrigidos e as heresias apontadas. 

A afirmar que a apostasia entrou em nossa igreja, e pelo que temos visto já há muito faz morada no coração de irmãos amados, o horror se abate como peste contagiosa, semblantes caem.

Precisamos manter firmes a direção, precisamos corrigir nossas condutas, confrontar os erros.


Apontar as heresias católicas (batismo, salvação, santos, hóstias, missas e todo o arsenal das trevas), mesmo que sejamos censurados.

É necessário indicar as seitas: Adventistas do sétimo dia; Testemunhas de Jeová e tantas outras.

Denunciar o pentecostalismo, com sua vertente neo, é necessário. Informar a todos que se fundamenta no coração dos homens (psicologismo) e não nas Sagradas Letras, mesmo que sejamos rejeitados.  

Se o mundanismo e secularismo são postos à lume na vida de muitos, precisamos exortá-los afirmando que ele não é sinônimo de maturidade, mesmo que surjam as inquietações.


Advertir sobre o inferno, sobre a sentença de Deus que paira sobre o mundo ímpio, prosseguir, não há outra via.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Sim, esqueceremos! (Pescando com Pedro)



EBD, 6 de fevereiro, 2011.
manaus.
Igreja Batista Regular Renascer.

É interminável a discussão em torno da vida e de seu significado. Grande parte da discussão, por enveredar pela autoria do acaso, é frívola e sem sentido. Mas, discuti-la sob a perspectiva do ato criador de Deus concede ao tema um significado além de especial. Pois, percebe-se que a vida se mantém por um arranjo maravilhoso proveniente de uma sabedoria além de nossas mentes, além desta vida. E quando abrimos as santas Escrituras lemos a respeito de Jesus que ele é o Deus sustentador da vida, flui em nossas almas o doce privilégio de conhecermos o verdadeiro significado da vida. 
sendo ele o resplendor da sua glória e a expressa imagem do seu Ser, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, (Hb 1:3)

Mesmo assim, é possível esquecemos tudo que envolveu e envolve essa relação? Sim, é possível.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

A soberba da vida e a vida



Muitos dos ensinos do Senhor estão na ordem natural das coisas criadas conforme Rm 1:19-20:  
Porquanto, o que de Deus se pode conhecer, neles se manifesta, porque Deus lho manifestou. Pois os seus atributos invisíveis, o seu eterno poder e divindade, são claramente vistos desde a criação do mundo, sendo percebidos mediante as coisas criadas, de modo que eles são inescusáveis”.

E vemos a vida manifestar-se por todos os lados. Na preservação do mundo vegetal contribuem pássaros, vento, água, borboletas, assim permitem a multiplicação das plantas. A vida se mantém por um arranjo sobremodo maravilhoso, proveniente de uma sabedoria além de nossas mentes, além desta vida. 

Em nossa volta, o mundo que observamos também traz lições. Poder-se-ia resumir que há uma única luta: a luta para manutenção da vida. 
A vida segundo entendem - e nada entendem - resume-se: mais dinheiro, mais poder, mais saber, mais prazer e mais tempo e outros incontáveis "mais". 
Sábio aos seus próprios olhos, segue impávido em sua loucura, não há detença, logo perceberá. E quão cruel se dará!

O homem na busca, mesmo que inconsciente, de esquivar-se da sentença de Deus contra o pecado – “Certamente morrerás” – proclamou-se autor da vida e transformador da realidade. Todo arsenal de poder falsamente atribuiu a si mesmo. Mas, impávida a morte o espreita, dela não fugirá. 


Essa clausura cotidiana à morte, essa sentença incansável, o fez reagir, construiu a geração (ou cultura) do absurdo. Sim, em sua mente, o homem enlouquecido - refém da morte -, reconceituou a vida que lhe esvai em um roteiro de satisfação recorrente: a vida humana abriu mão da eternidade, fixando-se aos aos escassos dias que têm ao seu dispor.


Sábio questionamento do Senhor: 
"Pois que aproveita ao homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua vida? ou que dará o homem em troca da sua vida? (Mt 16:26)"
Sobejou-lhe a esperança sem esperança e com prazo de validade. Ironicamente, tomando-se por sábio, abriu mão de sua humanidade. Um salto para cima, afirma, com isso igualou-se aos animais: "morreu acabou". Sem esperança entregou-se às fantasias de poder e prazer... pobre homem.


E por isso lutará:  
Então Satanás respondeu ao Senhor: Pele por pele! Tudo quanto o homem tem dará pela sua vida. (Jó 2:4)

Há toxicidade neste raciocínio. Tal bravata sucumbirá à própria exigência da vida e a eternidade lhe sobrevirá como verdugo, lá saberá que perdeu a vida!

Além e acima desse réquiem de soberba mundial há vida, um arranjo perfeito, onde há moral, prazer... e a autoria. 

Arrependei-vos e conhecereis a vida, homens que muito (nada) sabem.

E porei nervos sobre vós, e farei crescer carne sobre vós, e sobre vos estenderei pele, e porei em vós o fôlego da vida, e vivereis. Então sabereis que eu sou o Senhor. (Ez 37:6)

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Reavivamento ou Apostasia?


Slide com os representantes do "Reavivamento nacional". (link)

Essa religião pasteurizada, entorpecida por um humanismo contrário a Cristo,
 tem sido equivocadamente chamada de cristianismo. 

Incautos, inconversos, mercadores, 
mentirosos, alinhados, 
tem utilizado de mentiras e bravatas para disseminar o encanto da última hora. 
Anjos de luz que iluminando os caminhos das trevas.


se eu afiar a minha espada reluzente, e a minha mão travar do juízo, então retribuirei vingança aos meus adversários, e recompensarei aos que me odeiam.(Dt 32:41)