"SENHOR, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar; não ando à procura de grandes coisas, nem de coisas maravilhosas demais para mim. Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo. Espera, ó Israel, no SENHOR, desde agora e para sempre.(Sl 131)

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quinta-feira, 19 de maio de 2011

Festa de 15 anos e os conselhos do Senhor



Há muitas coisas feitas pelo povo de Deus que nos faz particular, e em grande parte são comportamentos e hábitos próprios que expressamos para consagrar-Lhe a honra devida. 


Praticamos atos singelos, nossas orações de gratidão antes das refeições, antes de sair, ao deitar, ao levantar. A comunhão ordeira, a discussão edificante, o silêncio oportuno. Vivemos, ou devíamos viver, com a disposição interior voltada para agradar a Deus.

E em nosso interior exaltamos em orações caladas a grandeza de Deus, reconhecemos as bênçãos que descem dos céus em nossas direções produzindo muito mais do que pedimos ou pensamos.

E sei que, a despeito do nível de sinceridade dos celebrantes, o ato em si é algo produzido pelo Senhor que descortina nossa insuficiência, fazendo-nos ver quem é o Altíssimo.

E toda honra deve ser a Ele dada, pois naturalmente não dispomos de sentimentos e valores que apontem para nossas fraquezas, tornando-as públicas.

Valores e sentimentos que longe estão desse mundo de “vencedores”, para quem tais comportamentos estão desajustados, caducos, são mesmo fraquezas.

Agradável é aos nossos corações romper os grilhões da falsa suficiência e sabedoria, sim é bom e agradável a nós mesmos e a Deus exaltarmos seu nome acima de todo nome, e confessarmos que Ele é senhor, para sua honra e para que prossigamos sendas da santidade, como Ele assim o determinou.

Estamos reunidos em uma grande festa exatamente com este propósito: reconhecermos que é Deus quem fez, faz e fará em nossas vidas segundo a Sua palavra.

1.   É sempre desafiador recomendar os caminhos santos do Senhor, a convicção de orientar em direção à estreita porta.

2.     Maior ainda, quando se oferece conselhos e exortações a quem é homenageada;

3.     e por fim, quando mentes e corações estão preparados para diversão e tendem a esquecer tudo, fixando-se apenas na “festa”.

Estes desafios precisam ser refreados, pois sabemos quem é o Senhor, poderoso para fixar sua verdade em nossos corações, conforme seu querer. À sua palavra, pois:

Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo. Honra a teu pai e a tua mãe (que é o primeiro mandamento com promessa),para que te vá bem, e sejas de longa vida sobre a terra. E vós, pais, não provoqueis à ira vossos filhos, mas criai-os na disciplina e admoestação do Senhor. (Ef 6:1.4)

O texto é dirigido aos filhos,
1.     Obriga a obediência. A idéia implícita é ainda, prestar atenção, submeter-se. Mais, atender no Senhor é justo e adequado ao caráter de Deus. Temos aqui uma orientação vinda do céu em direção a nós, filhos: atentar aos pais, atender e submeter-se.
2.   Depois lemos, honra teu pai e tua mãe. Honrar é dar valor e não atribuir valor mas, reconhecer que é valoroso. 
3.     E o Senhor diz “teu pai e tua mãe” o que faz do texto uma relação direta entre pais e filhos, não tios, vizinhos, amigos ou pais e mães de amigos. 
4.     E registra o benefício: “para que te vá bem”, ou seja, para que teu “ir e vir” ocorra bem. Tenhas honra onde fores e naquilo que empreenderes. 

A orientação do Senhor atenta ao que fazem e falam teus pais, reconhece que são valorosos e isso contribuirá para a forma que andarás diante dos homens e diante de Deus.  São os caminhos que levam às bem-aventuranças em teus dias.

Requer nossa atenção perceber que as palavras agora saem em direção aos pais: 
1.  “Não provoqueis a ira”. A idéia presente afirma que não se deve levar os filhos a ira, fazê-lo rotineiramente, por prazer ou capricho. Contudo, devemos aborrecê-los sempre que necessário para levá-los, ou fazê-los voltar aos caminhos do Senhor. 

2.     Lemos em seguida: criai-os na disciplina e admoestação do Senhor. O termo criar refere-se à educação, disciplina, não apenas referente às questões materiais, pois se encerra com o termo admoestar, que significa encorajar com palavras e ainda, quando necessário.

Temos, por fim, o conselho do Senhor:

·         Filho atente e atenda a seus pais para que te vá bem
·         Pais sejam  exemplos valorosos, amem e corrijam seus filhos, pois isto é  justo e agradável a Deus.




Manaus, 21.05.2011
Sumário de aconselhamento nos 15 anos da Thayane

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