"SENHOR, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar; não ando à procura de grandes coisas, nem de coisas maravilhosas demais para mim. Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo. Espera, ó Israel, no SENHOR, desde agora e para sempre.(Sl 131)

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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

O que mete comigo a mão no prato, esse me trairá.




Tive no mês passado o privilégio de ouvir as considerações do Pr. Antônio da Rocha a respeito dos inimigos da Igreja. Em sua abordagem ele tratou dos inimigos internos – os falsos irmãos.

A seguir tento reproduzir uma síntese de sua pregação - sem sua autorização introduzi alguns pontos, pelo que espero ser perdoado.

Falou que esses tais comprometem o crescimento qualitativo da igreja pela ignorância manifesta, e ainda, pelo  vida que levam comprometem seu crescimento quantitativo.

Lembrou-nos como Paulo combateu os falsos mestres, assim não podemos prestigiar heréticos. E citou diversos exemplos de lobos televisivos.

Questionou-nos a respeito da doutrina da separação doutrinária - princípio básico entre  Batistas Regulares. Como estão, em sentido contrário, muitos conciliando o mundanismo com a pureza devida a Cristo, trazendo para seu coração, lares, e tentando convencerem os pastores da "eficácia" de outros grupos.

Abordou algumas heresias que foram introduzidas no primeiro século da Igreja, e que combatidas àquela época, hoje são proclamadas a pleno pulmões dos púlpitos mundo afora, e que muitos de nós já as colocamos em nossos corações.

Houve completa ruptura com a História, com a doutrina, as novidades soltas pelo ar são as bases para nova fé.

As pessoas querem vir para igreja para se sentirem bem, serem notadas, manifestarem seus próprios corações corruptos. 

Os aconselhamentos não podem corrigir, orientar, mas sim, encontrar o ponto de desconforto e retirá-lo. Até mesmo crescimento cristão, se incomodar, deve ser evitado para não causar constrangimentos. 

E o povo da igreja - até crentes - tem a obsessão por boas vindas, por cânticos de agradecimento por estarem ali. 

Falou que a ganância, sofismas e carnalidade são a motivação do frenesi “evangélico” de plantão, e tem conduzido multidões. 

Os piores inimigos da Igreja estão dentro da própria igreja.

Ao final de sua pregação, veio a minha mente:
Ao anoitecer reclinou-se à mesa com os doze discípulos; e, enquanto comiam, disse: Em verdade vos digo que um de vós me trairá. E eles, profundamente contristados, começaram cada um a perguntar-lhe: Porventura sou eu, Senhor? Respondeu ele: O que mete comigo a mão no prato, esse me trairá. Em verdade o Filho do homem vai, conforme está escrito a seu respeito; mas ai daquele por quem o Filho do homem é traído! bom seria para esse homem se não houvera nascido. (Mt 26:20-24)



Como uma falsa virgem, enganamos nosso próprio coração, e abraçados estamos com o mundo... como falsa virgem.

A massa levedou!!!

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