"SENHOR, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar; não ando à procura de grandes coisas, nem de coisas maravilhosas demais para mim. Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo. Espera, ó Israel, no SENHOR, desde agora e para sempre.(Sl 131)

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sábado, 5 de novembro de 2011

A fidelidade de Deus e a nação de Israel




E estas são as palavras que disse o Senhor, acerca de Israel e de Judá. Assim, pois, diz o Senhor: Ouvimos uma voz de tremor, de temor mas não de paz. Perguntai, pois, e vede, se um homem pode dar à luz. Por que, pois, vejo a cada homem com as mãos sobre os lombos como a que está de parto? Por que empalideceram todos os rostos? Ah! porque aquele dia é tão grande, que não houve outro semelhante! É tempo de angústia para Jacó; todavia, há de ser livre dela. E será naquele dia, diz o Senhor dos exércitos, que eu quebrarei o jugo de sobre o seu pescoço, e romperei as suas brochas. Nunca mais se servirão dele os estrangeiros; mas ele servirá ao Senhor, seu Deus, como também a Davi, seu rei, que lhe levantarei. Não temas pois tu, servo meu, Jacó, diz o Senhor, nem te espantes, ó Israel; pois eis que te livrarei de terras longínquas, se à tua descendência da terra do seu cativeiro; e Jacó voltará, e ficará tranquilo e sossegado, e não haverá quem o atemorize. Porque eu sou contigo, diz o Senhor, para te salvar; porquanto darei fim cabal a todas as nações entre as quais te espalhei; a ti, porém, não darei fim, mas castigar-te-ei com medida justa, e de maneira alguma te terei por inocente. (Jr 30:4-11)

Esta leitura nos fala acerca de Israel e Judá. Antecipa-se sobre um tempo de dor e angústia para Jacó, tempo que Israel servirá a estrangeiros. 
Há no texto a promessa de livramento:
“Eu quebrarei o jugo de sobre seu pescoço, e romperei suas brochas. Nunca mais se servirão dele os estrangeiros”.
“A ti, porém, não darei fim, mas castigar-te-ei com medida justa, e de maneira alguma te terei por inocente”.

A certeza de angústia e livramento, sem que o Senhor considere Israel inocente. Israel será punida, mas alcançará misericórdia do Senhor.

Temos outro texto do mesmo profeta que diz:

Assim diz o Senhor, que dá o sol para luz do dia, e a ordem estabelecida da lua e das estrelas para luz da noite, que agita o mar, de modo que bramem as suas ondas; o Senhor dos exércitos é o seu nome: Se esta ordem estabelecida falhar diante de mim, diz o Senhor, deixará também a linhagem de Israel de ser uma nação diante de mim para sempre.
Assim diz o Senhor: Se puderem ser medidos os céus lá em cima, e sondados os fundamentos da terra cá em baixo, também eu rejeitarei toda a linhagem de Israel, por tudo quanto eles têm feito, diz o Senhor. (Jr 31:35-37)

Recorda para nós, salvos em Cristo, a respeito da perenidade do Estado de Israel, uma nação eterna diante de Deus. 
Colocando tal condição sob duas possibilidades bastante razoáveis sob a perspectiva de Deus: 
À primeira, envolve o poder de Deus (providência); 
À segunda, envolve o conhecimento humano. 

Resta-nos considerar ambas e identificar quais delas são possíveis. Caso, pelo menos uma delas seja possível, Israel será aniquilada dos planos de Deus.

Assim, tenhamos absoluta certeza que o Senhor jamais esquecerá Israel, mesmo que derrame juízo sobre aquela nação. 

Assim, honrará a promessa feita a Abraão: “De ti farei uma grande nação”. 

Em 14 de maio de 1948, Deus fez renascer no mundo o que jamais saiu de seu coração e de seus decretos eternos. 

Sim, e nós, gentios, salvos pelo sangue de Cristo,  quem somos? (Ef 3.6; Cl 1.24-29)

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