"SENHOR, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar; não ando à procura de grandes coisas, nem de coisas maravilhosas demais para mim. Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo. Espera, ó Israel, no SENHOR, desde agora e para sempre.(Sl 131)

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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Apenas um é SENHOR da vida e da morte.



 Mogi das Cruzes 
O conhecimento humano alimenta a ilusão de uma solução para morte, na verdade, buscam livrar-se da sentença de Deus.
Eis que todas as almas são Minhas; como o é a alma do pai, assim também a alma do filho é Minha: a alma que pecar, essa morrerá. (Ez 18:4)

As novas conquistas, mesmo que ineficazes, são o combustível para manutenção dessa ilusão, tudo conspira para alimentar a fogueira da ilusão, a fuga da crueldade da morte.   

A ciência médica com remendos e enxertos desespera-se por novidades. A estética apela em busca do belo  “razoável”, esforços que apenas mantém a morte na sala de espera.
A filosofia moderna deixou de pensar, assim, atualizou seus conceitos, aprofundou ainda mais a crise, e nada resolve.

A insanidade da psicologia, aperfeiçoando-se no engano, engana a si mesma. Em sua loucura descobriu poder nas palavras, passou a construir mantras, assim ousa  construir uma realidade inexistente: “Você pode, tudo depende de você,... vá”. E na lógica de sua lógica, em um momento futuro proporá  “a irrealidade da morte”. Assim agrava o conflito entre a mente em desespero e  o “autoritarismo” do tempo, da realidade. 

A economia que orienta o futuro das multidões, cogita com uma esperança esvaída, cambaleante manter a vida entre casas decimais. A vida e a morte estão entre uma vírgula e um sinal de porcentagem, basta dividi-las 100. O engano da sepultura ou a morte estatística?

As religiões oferecem missas, velas, ídolos, marias – brancas, pretas, bonitas, feias, de gesso, de palha etc., santos, indulgências, orixás, lótus, nirvana, romarias, milagres e altruísmo tudo isso tentando blefar contra os limites da vida. São tentativas de jogar o desespero para cima, para um céu sem regras, sem Deus, sem Cristo, sem sangue. Mas, a fugacidade da paz obtida denuncia a fraude. 

As seitas espiritualistas – o engodo da confusão - tentam convencer que aquilo que você não lembra é o seu passado. E aquele que você é não é você, você é outra pessoa, dizem. A crise de pessoalidade está instalada. 
Cada um caminha em direção a si mesmo, que é - acreditem - um outro! Um passado sem lembranças, um presente sem propósitos, um futuro sem  esperança. Você não é você, nunca foi, você é ou será um outro.  
A destruição da razão, da individualidade humana e da consciência são propostas para lançar-se fora do desespero.  A morte é uma passagem do pessoal para o impessoal, afirmam diabolicamente.

O evolucionismo conclui (?) que viemos de uma  grande explosão, de um primevo e perdido tempo. Saímos do  impessoal, cruzamos a linha do coisa nenhuma, nadamos, voamos, caímos, rastejamos, sentamos, andamos em direção ao nada. 
Nessa vida não tem valor permanente: o  correto, o moral, o ético. Que importância há nessas coisas se viemos do nada, nada somos? Resta-nos fugir das evidências e pousar na turbulência do desespero. 
Negam-nos o direito de saber de onde vieram o pensamento, o amor, a culpa... a morte, com seus temores. 
Percorre-se o caminho inverso: nada éramos, nada seremos, logo nada somos, o desespero aumenta.

Apenas um é SENHOR da vida e da morte.
Vede agora que Eu, Eu o sou, e mais nenhum deus há além de Mim; Eu mato, e Eu faço viver; Eu firo, e Eu saro, e ninguém  que possa livrar da Minha mão. (Dt 32:39)

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Em Cristo.