"SENHOR, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar; não ando à procura de grandes coisas, nem de coisas maravilhosas demais para mim. Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo. Espera, ó Israel, no SENHOR, desde agora e para sempre.(Sl 131)

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sábado, 31 de dezembro de 2011

A liberdade fugidia e enganosa



Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que façamos chegar os nossos corações à sabedoria. (Sl 90:12)

Há uma imensa dificuldade, quase um padrão, nos nossos dias, reconhecermos nossa ignorância, nossa insuficiência. As limitações próprias da humanidade foram banidas pela verborragia da autoestima, um decreto psicológico. Semelhante a uma paranoia chegou-se à  "descoberta do poder por  meio das palavras". Num escambo fraudulento trocaram as fraquezas e inseguranças pela loquacidade. 


Os mantras passaram a ser alavancas de poder e sabedoria. Fala-se em conquistar tudo, em experimentar tudo, em chegar onde nunca se chegou. Os ideais humanos voltaram-se para dentro de cada indivíduo. Um poder vindo de cada interior foi posto em ação na busca de aniquilar a história, o passado... o mundo real.

Com a presunção como se fôssemos imortais, afirmamos ser senhores de nosso destino, nossa “independência” ganhou proporções universais, mesmo que trafeguem no limiar da loucura, da insensatez.


As ações humanas, desde que rumem em direção ao inusitado tem valor, tem significado. Necessário, portanto, é que nelas vislumbrem-se os escaninhos da utopia, da liberdade conquistada, da autonomia presumida. 


Sente-se "paz e liberdade" nos mais bisonhos atos:  Pular de pontes, saltar de rampas, colidir com furacões, com tempestades, voar, roubar. Atribuem a essa aflição o significado de viver! É o homem  aflito construindo a partir exclusivamente de sua emoção o que ele chama de liberdade.

Entende-se como saber viver a vida aprofundar-se na fuga da vida - drogas,bebidas, licenciosidade. 
Epitáfios: "Viveu muito, viveu com liberdade e grandeza". Sumário de um conceito absurdo  de sabedoria e liberdade.
Exéquias para moral e a ética, estamos diante das últimas descobertas.

Os ídolos  mundiais, Michael Jackson, Cazuza, Russo, Xuxa (modelos dessa geração), em regra, estão envolvidos em escândalos, em adultério, pedofilia, drogas, suicídios, prostituição. 
Abriram mão da humanidade, vivem e morrem como se fossem animais, apenas pela satisfação de seus instintos. Nenhuma sabedoria há nesse mundo "livre e feliz".

A versão religiosa dessa autonomia foi assumida pelos “evangélicos (um catolicismo romano sem imagens pendentes, sem esquecerem da bruxaria). Esses são categóricos e sábios quanto à adoção de princípios de autonomia, rejeitam a sabedoria histórica das Escrituras. Construíram sua própria fraseologia, adequada aos ventos e sussurros do mundo ímpio. Assim é inconfundível: Você pode; faça sua parte e outros chavões mais.

Os estertores desse mundo, dessa vida ecoam em idiotia global.  

O salmista afirma que precisamos aprender com o Senhor sobre a fugacidade e natureza da vida.  

Ouçam o que diz o Senhor!

Aprendamos a contar os dias, os nossos dias. 
Há menos um ano para encontrarmos com o Senhor, sim, um ano a menos. 

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Em Cristo.