"SENHOR, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar; não ando à procura de grandes coisas, nem de coisas maravilhosas demais para mim. Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo. Espera, ó Israel, no SENHOR, desde agora e para sempre.(Sl 131)

Visitantes

Posts

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço! Utilidade e cuidado com a hipocrisia


Vá ao link: 


Mogi das Cruzes - Dez/12

Então falou Jesus às multidões e aos seus discípulos, dizendo: Na cadeira de Moisés se assentam os escribas e fariseus. Portanto, tudo o que vos disserem, isso fazei e observai; mas não façais conforme as suas obras; porque dizem e não praticam. Pois atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem aos ombros dos homens; mas eles mesmos nem com o dedo querem movê-los.Todas as suas obras eles fazem a fim de serem vistos pelos homens; pois alargam os seus filactérios, e aumentam as franjas dos seus mantos; gostam do primeiro lugar nos banquetes, das primeiras cadeiras nas sinagogas, das saudações nas praças, e de serem chamados pelos homens: Rabi. (Mt 23:1-7)
O texto acima é bastante oportuno e própria para essa época de final de ano e a “natalidade” de Cristo. Quando os sentimentos são piedosos, a hipocrisia acha um campo vasto para manifestação.

Nele Jesus faz uma grande advertência contra a hipocrisia, contra os hipócritas. Antes de aprendermos com o Senhor, cheguemos à hipocrisia.

A palavra hipócrita é o resultado de duas outras: hipo (abaixo, pouco) e crises (escolha, definição), que pode sugerir a ideia de escolher ou definir-se como algo a que se abaixo, diferente do natural. Mas, há ainda outro significado para a palavra hipócrita, que era utilizada para qualificar o ofício de atores na antiga Grécia – aqueles que interpretavam ou viviam aquilo que não eram.

Ao longo da história passou a adjetivar pessoas falsas, fingidas. Pessoas que oferecem suas palavras – muitas delas boas – como guia de conduta, contudo não as pratica. 

Daí a máxima da hipocrisia: “faça o que digo, mas não faça o que eu faço”.

É importante reconhecermos que a hipocrisia é inseparável do devaneio - insanidade. Toda hipocrisia autoriza e se fundamenta na sutileza do engano, pois esta estabelece livremente a estupidez dos demais.

A frase “faça o que digo, mas não faça o que eu faço”, mesmo ausente do texto, é analisada pelo Senhor, que oferece duas abordagens: a primeira sobre o ouvinte, e a segunda sobre autor.

Ele orienta aos ouvintes: “tudo o que vos disserem, isso fazei e observai”. Por reconhecer que há conhecimento e prudência nas palavras proferidas por aqueles homens - mesmo hipócritas - que se assentavam na cadeira de Moisés, ele diz para fazermos. Então o hipócrita não é de todo inútil, ele serve, pelo menos, para os outros, mas veremos que ele não serve para si mesmo.  

Contudo, ao se referir aos autores das palavras ele diz: “mas não façais conforme as suas obras”. Desqualificando a conduta hipócrita dos falastrões. Mas, é ainda oportuno verificar quais as motivações da conduta hipócrita:

1.     Pois atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem aos ombros dos homens; mas eles mesmos nem com o dedo querem movê-los.
Necessitam criar dificuldades ou circunstâncias para que as pessoas sejam diminuídas.  Gostam de mitificarem-se, de promover embaraços para os demais, coisas que eles mesmos não são capazes de conviver ou de superar.  

2.     Todas as suas obras eles fazem a fim de serem vistos pelos homens.
Todo o esforço feito é para serem notados, precisam da atenção de outros. Seja com o desagrado de alguns, seja para agrado de outros, façam as coisas para serem notados, vistos. Acreditam apenas e completamente na aparência exterior, assim, sempre estará vestido do traje da circunstância.

3.     Gostam do primeiro lugar nos banquetes, das primeiras cadeiras nas sinagogas,
Definitivamente adoram a preeminência, os holofotes, o destaque. Longe estão da postura humilde, e quando assim se apresentam é para serem mais ainda notados.

4.     E de serem chamados pelos homens: Rabi.
Por fim, gostam de ser reconhecidos como sábios, como necessários e fundamentados. Seu conhecimento está acima do conhecimento de todos. Só se une ao conhecimento do “outro” quando imprensado ou pela  vantagem possível.  

Assim, atentemos para o que falamos, cuidemos de fazê-lo, quanto aos hipócritas, cuidai para que suas insanidades não nos contaminem, mas atentai para aquilo que dizem. 

sábado, 15 de dezembro de 2012

Vida? Que vida?



Manaus, Dezembro, 2012

Olhemos ao nosso derredor, debrucemo-nos sobre o mundo que não conhece o Senhor.

O que se nos apresenta? Apenas um cenário de vida rastejante e morte. As pessoas saem em busca de suas vidas, de suas realizações e morrem a cada momento. Morrem em suas lutas, morrem em suas decepções, em suas conquistas, em seus amores, em suas desesperanças, em suas verdades fugidias, em suas mentiras permanentes. 
Morrem na morte que chamam de vida. 
Trilham caminhos de morte - nada sabem sobre a vida. A morte, suave e poderosamente, desliza em todas as direções, ocupa-lhes todo o ser, o profundo de sua alma, de sua mente, toda sua disposição. 

Uma mortalha indestrutível cobre a humanidade, que estúpida, inventa o prazer nessa clausura, sem atentar para o preço a ser pago por essa vaidade.

A consciência, a razão sem sucesso, apalpam as paredes úmidas e escuras do desespero silencioso da angústia humana. A seu modo procuram a vida, e nada podem fazer para interromper o horror de sua reclusão, da sentença que sobre cada um paira. 

Nada debaixo do sol - que possa fazer o homem - virá a interromper o ciclo da vida que se esvai.  Não há solução humana que desfaça, muito menos que arrefeça tal realidade, o império da morte determina a triste vida. 

Percebam nos sábios, padres, espíritas, políticos, pastores evangélicos com suas sanhas monetárias, oferecem sarjetas morais - e chamam de vida. 

Reúnam-se todos e ergam o que de melhor podem fazer. As mais profundas reformas sociais unidas ao engodo religioso, ou sem ele, curem todas as doenças, distribuam a riqueza entre todos... e nada mudará, o homem terá a morte na sala de espera daquilo que ele entende (?) por vida. 

Inadvertidos, mas resolutos, seguem, zombam, choram, vivem e morrem. O pecado  - o mal - oferece a insensibilidade necessária para dar sentido a esse mundo sem sentido. Restar-lhes-á descanso da morte, quiçá descanso fosse. 

Reféns da morte, não desejam o resgate possível, lutam contra a bondade do Altíssimo.

O que fazer para alterar tal realidade? O que o Senhor de todo Universo tem a falar sobre esse mundo? 
Tudo tem a falar meu Senhor.

Há nos registros santos luz suficiente para iluminar mentes e corações, trazer esperança e saciar a sede de justiça, isto garantimos.

Quem tem anunciado todas as coisas? Quem produziu em nossos corações a seiva da vida? Quando nem mesmo nós a desejávamos. Quem abriu as celas, as masmorras para que saíssemos e contemplássemos a verdadeira luz? Não foi o senhor? Sim, foi o nosso Deus.
E não há outro que não o Senhor.

Olhem para o Senhor, vocês que têm trazido a angústia como escudo, e o pecado como baluarte. Quem nada sabem da esperança que há apenas em Cristo Jesus e tem dela zombado. 

Não retardem sua caminhada até aos pés do Santo. Venham como estão, diz o Senhor. Não tragam sua justiça pessoal, muito menos, sua religião de falsos deuses, de bênçãos negociadas.

Venham todos e contemplem a bondade de Deus. Deixem de lado suas sabedorias, que são como mocambos, a garantir-lhes segurança contra as intempéries da vida. 

Deixem tudo para trás: as desculpas, as convicções, devoções, pois o Altíssimo vos dará a sabedoria dos céus, a certeza na alma, e a paz desconhecida, mas desesperadamente desejada. 

Não há ninguém além do Senhor para os retirar dos labirintos escuros de suas vidas de pecados, da idolatria disfarçada de nossa época, das aberrações em nome de Deus.

Venham para o Senhor que Ele os acolherá. Ouçam o chamado do Senhor. Olhai para Ele e serei salvo, diz o Senhor.

Anunciai e apresentai as razões: tomai conselho todos juntos. Quem mostrou isso desde a antiguidade?  quem de há muito o anunciou? Porventura não sou eu, o Senhor? Pois não há outro Deus senão eu; Deus justo e Salvador não há além de mim. Olhai para mim, e sereis salvos, vós, todos os confins da terra; porque eu sou Deus, e não há outro. Por mim mesmo jurei; já saiu da minha boca a palavra de justiça, e não tornará atrás. Diante de mim se dobrará todo joelho, e jurará toda língua. De mim se dirá: Tão somente no senhor há justiça e força. A ele virão, envergonhados, todos os que se irritarem contra ele. (Is 45:21-20)

sábado, 8 de dezembro de 2012

A Igreja e "um mundo melhor" - revisado




Tenho visto a Igreja do Senhor – aqui incluo os nominais e ainda verdadeiros santos – engajada na participação política partidária como se ministério fosse. 

A reprovação ou mesmo omissão quanto a essa questão passa a ser vista como pecado, imaturidade ou deficiência “espiritual”. É maduro e sábio, segundo esses, o envolvimento político.

Já questionei alguns sobre onde obter orientações do Senhor, bases bíblicas, para fundamentar tal comportamento. Recebi respostas evasivas e a citação de personagem do Velho Testamento – estilo pentecostal e sua variação neo. Não há fundamento bíblico para tal.

A questão tem forte caráter histórico: a Igreja deve ou não estar separada do Estado? Posto que mais ampla, não a trarei agora.

E, pessoas, que subscrevem as mais fundamentadas Confissões de Fé, enviam e-mails – recebi alguns:

  • subscrevendo nomes como Dom Paulo Evaristo Arns, sacerdote católico; 
  • vi textos de Leonardo Boff, representante das trevas, postado em blogs “fundamentalistas”;
  • li (pasmem!!) citações elogiosas aos textos e posturas de Malafaia, herege e estelionatário religioso. 

São muitas as estranhezas, tudo em nome da participação (UNIDADE) político partidária da Igreja, contudo à parte do Senhor. Quanto a isto, assim diz o Senhor:
“Andarão dois juntos, se não houver entre eles acordo?” Amós 3:3.
Uma aproximação perigosa para quem defende o fundamentalismo e apregoa santidade,  suscitando dúvidas sobre o seu verdadeiro testemunho e caráter cristão.
E mais:

“Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas?” (2 Coríntios 6:14).
É claro que o crente como qualquer outro cidadão tem direito de ter sua opinião, expressar-se, contudo é inaceitável a utilização dos valores cristãos para cooptação de seus pares políticos. E, impensável, o envolvimento da Igreja, como instituição, saboreando o mundo e a realidade político partidária. Com que autoridade julgaremos o mundo? Se somos seus pares, corrompemo-nos!

Ao relato das Escrituras para um panorama abreviado a ser avaliado:

Se é questão de personagem, recorro a  Jesus.
Sem dúvida Barrabás era muito mais politizado, mais engajado que o Senhor, pois preso estava por tal motivo. O Senhor, poderia, mas não se “articulou” junto aos Zelotes para convencê-los sua proposta salvadora, e não social. Lembremos que era esse o anseio (político) dos israelitas, E mais, era filho de Davi, e a despeito disto, não se lançou aos arranjos políticos de então.
  
Se é questão de exortação bíblica, recorro a  Paulo.

“Foste chamado, sendo escravo? Não te preocupes com isso; mas, se ainda podes tornar-te livre, aproveita a oportunidade. Porque o que foi chamado no Senhor, sendo escravo, é liberto do Senhor; semelhantemente, o que foi chamado, sendo livre, é escravo de Cristo”. (1 Coríntios 7:22).

O texto induz a alguma mobilização em torno da liberdade do santo? 
E ao falar da oportunidade em obter a liberdade, o faz utilizando apologia à mobilização de massas? 
Que orientação bíblica conduz ao povo de Deus para participação política?

Amados, as opções partidárias não chegam a Igreja do Senhor como orientação das Escrituras, vindas do alto, pelo contrário, chegam conforme Tg 3:15: "Essa não é a sabedoria que vem do alto, mas é terrena, animal e diabólica". 

Introduzidas foram para suscitarem divisões, "partidarização". E para isto somos recomendados a fugir das contendas, das preferências dentro da casa do Senhor, quanto mais no torneio político partidário (entenda-se, impiedade):
“Refiro-me ao fato de cada um de vós dizer: Eu sou de Paulo, e eu, de Apolo, e eu, de Cefas, e eu, de Cristo. Acaso, Cristo está dividido? Foi Paulo crucificado em favor de vós ou fostes, porventura, batizados em nome de Paulo?” (1 Co 1:12-13).
Cá no norte estamos com A, lá no centro com B, já no sul com C, no nordeste com D e por aí vai. 
Onde estará a unidade do Senhor? 
Que critérios são adotados para essa preferência? 
Nalgum desses há exaltação do Santo? 
Quais os valores morais a serem compartilhados? 
Preservação das Sagradas Letras? 
Há em qualquer deles temor ao Senhor? 
Não. Somos impelidos à preferências à parte das exortações prescritas pela Escritura, estamos estabelecendo nosso próprio caminho de santidade (sic), e esse passa pela conformação aos valores do mundo partidário.

De todos os lados há mentiras, calúnias, difamações, após essa refrega o que restará? Que edificação foi produzida?  Em louvor de quem?

A Igreja do Senhor brinca com o pecado para participar da festa, sentou-se a mesa com os escarnecedores.
Que o Senhor seja misericordioso com Seu povo.

Parece-me que a “simples” salvação e os valores inscritos em nossos corações não são suficientes para nossas vidas.

"Tudo te darei se prostrado me adorares" é o refrão silencioso que sibila nos ouvidos e une as massas religiosas... uma única Igreja - unidade pelo ideal partidário.

Deixamo-nos seduzir pelas ribaltas ofertadas pelo diabo, as quais quando oferecidas ao Senhor foram rejeitadas. Caminhamos para prostração e adoração de um outro deus.

O ecumenismo, sutilmente, travestido de participação política, assegurou em definitivo seu lugar no coração da Igreja do Senhor. 

Passamos a ignorar os desígnios de satanás, argumentando que estamos em defesa de um "mundo melhor".

Ao Rei eterno imortal, e somente a Ele,  honra, louvor e glória.  

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Natal, a celebração para um deus sem honra




Todo ano o mundo repete o mesmo ritual: o natal. (nascimento)

Um frenesi vermelho toma conta de todos. É o tempo em que as pessoas esperam para enfeitar suas casas, árvores luzentes, o bom velhinho pendurado aonde for possível. O mundo com suas luzes pisca em todas as direções. Parece que havia uma alegria guardada para ser aberta nesse momento. 

Os presentes para dar e receber, as diferentes comidas para serem feitas e também devoradas, as bebidas para fazer que tudo fique “mais alegre”, as roupas novas, os penteados, as pinturas, tudo para aumentar a beleza.

Todas as coisas são realizadas de forma que haja o máximo de satisfação e prazer, pois é natal.

A cor branca para sorte, as lentilhas espalhadas pela casa para dar sorte... tudo para dar sorte. (O que é sorte diante de Deus? Poderá o homem fugir do controle soberano do Eterno?)

Não se sabe, ou não interessa, quem é o homenageado. O celebrante tomou o lugar do aniversariante, que há muito foi retirado. Não apenas da festa, mas sim da vida das pessoas o Senhor Jesus, a celebração do "velhinho" é apenas sua comemoração.

Nenhuma honra é tributada ao Criador de todas as coisas, à quele que mantem a vida em toda a terra, aquele que há julgar tantos quantos não creem em seu nascimento entre os homens, em sua vida, tantos quantos não creem em sua morte, em sua ressurreição e na sua vinda.

Teria Deus introduzido-se na história humana de forma tão substancial para que o homem o reduzisse a uma ficção?
É que vos nasceu hoje, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor. (Lc 2:11)

Na cidade de Davi, Belém, entrou na história humana o Senhor, fez-se semelhante às suas criaturas. 

Há satisfação humana em negarem sua divindade, sua humanidade, sua honra... o natal é a festa para celebrar-se. 


sábado, 1 de dezembro de 2012

Um dia o sonho acabará!



Será também como o faminto que sonha que está a comer, mas, acordando, sente-se vazio; ou como o sedento que sonha que está a beber, mas, acordando, desfalecido se acha, e ainda com sede; assim será a multidão de todas as nações que pelejarem contra o monte Sião. (Is 29:8)

O texto acima é um alerta para o enfrentamento inevitável: uma realidade que não controlamos. A soberania humana é, não a última, mas a maior das insanidades. E por meio dela segue a multidão insensível, soberanamente enganada.

Por mais que alertemos, continuam dormindo, por mais que anunciemos permanecem encantados em seus enganosos e passageiros sonhos. 

Cada um haverá, um dia, de despertar, deparando-se com toda a verdade. Não mais se poderá  recorrer às fantasias que, supostamente, escondem o verdadeiro caráter, os verdadeiros pecados de cada um.

Um dia o sonho acabará!

Um dia todos estarão nus, com suas mentes mais clara que nunca, e se a verdade mais inclemente: a vida de sonhos e encantos à revelia do Senhor.

Não haverá como recorrer aos falsos mantras religiosos, nem aos “reconstrutores da realidade”... conhecerão o Todo-Poderoso.

O texto considera as advertências contra aqueles  “que pelejarem contra Sião”. Sim, contra o monte de santo de Deus, contra a descendência de Abraão, os filhos de Jacó. Sem dúvida podemos estender esse conceito ao cristãos - crentes, descendentes de Abraão.

Quanto há de lutas contra o verdadeiro evangelho, contra os verdadeiros filhos de Deus, contra a ética bíblica, contra a moral cristã.

Um dia o sonho acabará!

Regozijam-se por serem mais “agraciados”; por “entenderem melhor” os mistérios da vida. Rilham os dentes contra a proclamação do santo nome de Deus.

Enquanto outros buscam oferecem sua “bondade e boas obras” como oferta superior ao Senhor, julgam que assim, são amigos do Senhor além dos “simplórios e ignorantes crentes”. Compreendem o Altíssimo como um desejoso e necessitado pelas migalhas e sabedoria humanas. 

Sonham o sonho das próprias conquistas, mas acordarão; sonham o sonhos da sua falsa saciedade, mas perceberão que continuam sedentos. Sonham os sonhos do seu próprio senhorio... um dia acordarão eternamente escravos. 

Um dia o sonho acabará... há ainda tempo para acordar!

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Vende-se um deus de mentirinha





O Cristianismo (Bíblico, lógico) tem seu fundamento no relacionamento real entre criatura e o Altíssimo  Deus. 
O Deus pessoal, criador de todas as coisas, que se   comunicou proposicionalmente com suas criaturas, revelando-Se no tempo e espaço dessa vida... fazendo parte inequívoca da história humana.

Essa realidade foi perdida, abandonada, pois caindo em mãos aflitas e mentes perturbadas (do homem moderno) absurdamente transformou-a. 

Tais ventos vieram de "fora", iniciando-se pela proclamação da inexistência do Senhor, e todo conhecimento moderno passou a se sustentar pela falsa premissa da "inexistência de Deus". 

Não tardou para esse sopro chegar enganosamente e airosamente até aos púlpitos, aos templos. Embriagados pela torpeza moderna, saíram vendendo um "novo cristianismo", e se transformando nos senhores da vida e da morte. 

Um "novo entendimento" foi dado às Escrituras, munidos de ganância saíram mundo afora. Atualizando sempre com retoques sistemáticos, oferecem o conforto, prosperidade e prazer em nome do Senhor Jesus. 

Do cristianismo foram arrancadas suas entranhas, remontaram seus princípios, sua etimologia, suas particularidades e natureza... empanado com  valores e regras da Psicologia e outras "ciências" do comportamento, na aflição moderna encontrou seu porto seguro.  

Contando com um cenário imediatista, sem capacidade crítica - disposição mental, essa transgressão conceitual e prática passou a ser a verdade, o cristianismo de nossos dias. 

Em um caldeirão cultural e sincrético foi acomodado essa nova paixão religiosa, suas verdades são uma questão de gosto pessoal (sem regras e sem limites).

O deus disso é um senhor impessoal, multiforme, multifacetado, introspecção de cada  indivíduo. Um deus formado (forjado?) nas entranhas do pecador. Customizado para o gosto circunstancial. Seu misticismo é um passe de mágica, um "abre-te sésamo", vazio ao desconhecido. 

A perseverança do indivíduo é a fé (?). Sua auto-determinação chamou-a de deus, assim  o "novo cristianismo" prega um deus de mentirinha, para satisfação da massa religiosa.  

A proclamação oferece (por preço) um deus de mentirinha, esse é o grande homem com seu poder e sua determinação.

Até quando Senhor?

terça-feira, 20 de novembro de 2012

A solidão da alma e o Facebook




Porque na muita sabedoria há muito enfado; e o que aumenta o conhecimento aumenta a tristeza.(Ec 1:18)

O texto acima afirma e não podemos negar a multiplicação do conhecimento por toda a terra... e com  ele vem a tristeza, diz o Senhor. 


Como o homem tem negado sua tristeza interior! Como tem tentado disfarçar o seu próprio coração!

A necessidade das sensações, a busca pelo poder e a busca pelo (re)conhecimento, esta é a única percepção e motivação que envolve a vida humana. Seria isso o contraponto da tristeza que envolve a vida humana?

Todos buscam algo que esteja fora de seu cotidiano, as excepcionalidades. Cada conquista  tem seu prazo de validade e uma nova logo é agendada. Assim, esperneiam em todas as direções: das sensações, do reconhecimento, das experiências. Não há quietude no coração humano!

Antes que todos abandonem a leitura, é preciso considerar o que realmente é a proposta do texto: avaliar o frenesi do homem em busca de acalmar seu coração aflito.  

Um questionamento se faz evidente: Como encontrar algo que possa mensurar tal inquietude? respondo: a busca pela satisfação. 

O que faz com que as pessoas estejam incansavelmente em busca de satisfação? Atrevo-me a oferecer a tristeza interior - a partir daqui chamarei de Solidão. 

A solidão pessoal, a solidão emocional, a solidão interior: a infelicidade de sentir, a infelicidade de poder e de saber (e nada afaga o coração aflito). Sempre se quer sentir “algo a mais”; quer poder mais e saber mais. Nenhum sentimento, status ou conhecimento é o suficiente para acalmar os corações, deseja-se mais e mais. 

A busca pela satisfação é a face exposta da solidão. São manifestações da solidão não declarada, da infelicidade maquiada.

Tomemos ex-dependentes (e atuais também) químicos de drogas lícitas ou não, eles  afirmam que recorreram ao "plus" dessa substâncias por curiosidade, problemas, opção etc. Todas essas causas alegadas e outras mais têm como motivação a necessidade de satisfazer-se, a busca do bem-estar ou prazer: o descanso da solidão permanente. Essa fuga da realidade é um indicador de solidão. 



Toda a esfera da normalidade do indivíduo - a solidão presente - é aflitiva, é opressora. É preciso ir além da normalidade cotidiana. 
Preencher seu coração está fora da realidade "possível". Nenhum prazer há à parte do álcool ou da droga, nesta mesma linha vem o adultério, a prática homossexual etc. 
Um outro indicador da solidão humana: as redes sociais. O Facebook, mania que bem poderia ser chamada, de Rede da Solidão Subliminar. Nela as pessoas constroem seus próprios cativeiros, reféns da solidão, partem vorazmente na busca de "amigos" e da busca de atenção - fugir do império da solidão.

Oferecem-se (Convidam-se) aos borbotões, os números são espetaculares na construção da rede de amigos. Há pessoas que em 4 meses exibe a incrível marca de 500 amigos. Ou seja, 125 amigos por mês, quase 4 por dia, e todos os dias da semana. (E tão poucos conseguem em uma vida 20 amigos!)

É um instrumento de autopromoção, de oferta e busca de compaixão, de atenção de seus pares... e de fuga da realidade.

Que necessidade é essa de sentir-se em meio à multidão de "amigos", senão a solidão?

Foi reconstruída o conceito de amizade, na verdade, nem mesmo sabem o que é amizade. Apenas artificializam, pois perdidos em suas divagações supérfluas, já  nem mesmo sabem o que ela representa, seus valores, limites, sentimentos e responsabilidades. 

Saem tateando, fugindo da solidão, sem dela livrarem-se.
  
Enganam-se nas fileiras sem face com amigos viscerais, com sentimentos extremos, de necessidades intensas e freqüência ininterrupta. Cada segundo, a cada notícia sem importância suscita uma alegria que expressa os corações vazios. 

Saem na buscam de paz e nada encontram, aprofundam-se na solidão.  Assim como o álcool ou a droga experimentam o aconchego do Face, mas nada lhes afastará da solidão de suas almas... a não ser que ouçam.

Vinde a mim, todos os que estai cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. (Mt 11:28)

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Para os dias maus (aos filhos de Deus)




Não temas o pavor repentino, nem a assolação pelos perversos, quando ela vier. Porque o SENHOR será a tua confiança; guardará os teus pés de serem capturados. Não deixes de fazer bem a quem ele é devido, estando em tuas mãos a capacidade de fazê-lo.  Não digas ao teu próximo: Vai, e volta amanhã que to darei, se já o tens contigo. (Pv 3.25-28)

Ninguém deve subestimar as aflições e perturbações decorrentes das perseguições impostas  contra o bom testemunho cristão. Aquele que ainda não as enfrentou, saiba que a vida cristã é feita de combates internos e externos... elas virão, aproveite-as para exalar o bom perfume de Cristo.

Sempre que nos encontramos atribulados, nossa velha mente oferece-se como instrutora, como se não tivéssemos as promessas do Senhor para conduzir-nos aos pastos verdejantes.

A meditação – que muitas vezes abandonamos – é a forma mais segura de enfrentar as hostes celestiais do mal, que andam em nosso derredor, a espreita para tragar-nos. Não recorramos ao “arsenal de artifícios" que nossa mente nos disponibiliza.

Meditemos, pois...

O Senhor nos dá como certa as tribulações promovidas pelo mundo, pelos inimigos da cruz.  Surge-se como certo o conflito entre o caráter cristão e a mente do mundo.  Contudo, nos orienta sobre como manter a mente e o coração fieis para o enfrentamento das tais. 

Se a expectativa e provisão do Senhor é que rejeitemos as obras infrutíferas das trevas (Ef 5.11), saibamos que receberemos como recompensa do mundo a hostilidade, a oposição. O texto chama de “assolação dos perversos”, e Pedro chama de “ardente provação”, e completa que não devemos estranhá-la. (1 Pe 4.12).

Seremos atribulados é o plano do Senhor, isso para nosso benefício e convívio, desafio e superação das forças espirituais em regiões celestes  - manifestar-se-ão em e por meio da impiedade.  Falsos irmãos, ímpios religiosos, falsos moralistas e o homem vil, todos esses são arregimentados e capacitados para combater a fé que de uma vez por todas foi entregue aos santos (Jd 1.3).

Isso garante quão entristecedor é presenciar um cristão em plena comunhão com os perversos, sim, com ímpios.

O que fazer? É o que logo nos vem à mente. Mas, a primeira pergunta a ser feita é o que precisamos saber? Lembremos sempre: o conhecimento antecederá à ação, para que alcancemos corações  sábios.
Veja o que diz o Senhor:
Vês um homem precipitado nas suas palavras? Maior esperança há para o tolo do que para ele” (Pv. 29.20).

É certa a vinda de tempos difíceis, da perseguição impetrada por ímpios, mas o Senhor diz para não temermos, e justifica:
  1. “ELE será nosso guardador”. ELE garantirá que não caiamos, que, mesmo que fraquejemos, não cairemos.
  2. Diz mais, mesmo que estejamos perturbados em nosso coração, devemos manter a prática da justiça:

  • Fugindo da pieguice – buscando aparentar a bondade não atingida;
  • Ou ainda da revanche – evidenciar a maldade de um coração perturbado.
  • Não tentando demonstrar ou compensar as dificuldades enfrentadas por fazer mais do que é possível ser feito, nem menos daquilo que se é capaz de fazer.
  • Não postergando o bem possível para ocasião, “se podemos fazer o bem, façamo-lo”.


Tais instruções são mandamentos do Senhor, para o enfrentamento contra calúnias, agressões... os incômodos que o bom testemunho cristão provoca a essa geração perversa.

Manifestaremos o Senhor em nossas vidas...e ELE trará paz aos nossos corações e por fim nos livrará. 

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Todos estão unidos contra o Senhor... o Senhor zombará deles.




Por que os gentios se amotinam em furor, e os povos imaginam uma coisa vã? Os reis da terra se postam em pé, e os governantes sentam-se juntos, em conselho, unidos contra o SENHOR e contra o Seu ungido, dizendo: "Rompamos as Suas ataduras, e sacudamos de nós as Suas cordas." Aquele que habita nos céus se rirá; o Senhor zombará deles(Sl 2:1-4)

A humanidade tem ao longo da história aperfeiçoado sua maldade e indolência. Isso afetará a todos, caminhamos em direção ao agravamento da maldade e destruição. Não há pessimismo na avaliação, pelo contrário, a realidade vivida impõe tal conclusão.
  
Voltemos nossos olhos para o contexto em que estamos envolvidos: tudo está impregnado dos conceitos e valores que demonstram, mesmo que falacioso, a autonomia humana. A vida moderna está sob o jargão do: "sou senhor de meu destino".

Oportunamente, o homem tomou – ou criou - tal possibilidade rompendo os limites dos valores que lhe garantiam a vida, a esperança. Não há preceitos morais, religiosos ou éticos.  

A vida foi implodida, desfez-se, o homem recriou-se, para tanto tornou crível o imponderável. 

A raiz que fundamenta tal disposição é o vazio de seu coração – embora negue. E o que é pior, é uma condição, segundo suas próprias forças, insuperável. E, perdido em sua saga de preencher seu coração, oferece-se como senhor de si mesmo, senhor de seu destino.

Esse vazio inquietante, bisonhamente, está sendo preenchido pela experiência da sabedoria (saber), do prazer físico (ser) e de propriedade (ter). 

Projeta-se como arquiteto da própria vida, e tudo gira em torno da “sua satisfação como homem” aqui e agora.

Arvora-se como senhor de seu destino, negando a soberania do Altíssimo. Cada um, travestido de todo poderoso, adota comportamentos sem qualquer vínculo com a vontade de Deus, pelo contrário, nega sua existência e sabedoria. 

Não sairá, o homem, dessa aventura, sem pagar um alto preço.

São dias da busca “liberdade para felicidade”. Não há regras ou limites para que o homem busque aquilo que ele próprio definiu como felicidade... sem Deus é lógico!

O novo homem, sugere-se livre dos grilhões da vontade de Deus, descarta a vida, que passou a ser apenas um meio  de sentir sensações. A excitação é a medida da felicidade: 
  1. Pular pendurado pelos pés por uma corda de uma altura de 80 metros; 
  2. saltar de casa em casa como um pirilampo; 
  3. entrar em uma gaiola com um tubarão; 
  4. adulterar;
  5. subir ao mais alto cume; 
  6. injetar-se, fumar, beber... enganar...

tudo é felicidade, tudo realiza o homem moderno... que continua com o coração vazio.

A vida presumida passou a ser apenas um momento de estupidez, um momento de emoção.
Não há como retornar à sensatez, nem a morte - inexorável - tem oferecido a pedagogia necessária para o retorno à humanidade perdida. 

O tempo está se esgotando... o Senhor zombará deles. 

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Eucaristia Católica... se real é um caso de polícia.





1.    O que é a Eucaristia?
É o sacramento do corpo e do sangue de Jesus Cristo sob as espécies de pão e vinho. Por meio da consagração, o sacerdote converte realmente no corpo e sangue de Cristo o pão e vinho oferecido no altar.
2.    O que é a Santa Missa?
É a renovação sacramental do sacrifício da cruz.
3.    A Santa Missa é o mesmo sacrifício da Cruz?
Sim, a Santa Missa é o mesmo sacrifício da Cruz, mas sem derramamento de sangue, pois agora Jesus Cristo encontra-se em estado glorioso.
4.    De que modo Jesus Cristo está presente na Eucaristia?
Jesus Cristo está na Eucaristia verdadeira, real e substancialmente presente, inteiro, vivo e glorioso, com seu corpo, sangue, alma e divindade, em cada uma das espécies e em qualquer parte delas. 
5.    A Hóstia consagrada é uma "coisa"?
Não, a Hóstia consagrada não é uma "coisa", embora o pareça; é uma Pessoa Divina, é Jesus vivo e verdadeiro. 


Fonte: http://www.catequisar.com.br/texto/materia/celebracoes/christi/11.htm

Qualquer pessoa, mesmo que utilize minimamente sua racionalidade, ao ler o texto acima, reconhecerá que está diante de um festival de grosserias lógicas e afrontas às Escrituras.
Tomarei os textos farei alguns questionamentos, que espero, sejam respondidos sob a luz das Santas Escrituras – ou mesmo do livre pensar.

o sacerdote converte realmente no corpo e sangue de Cristo o pão e vinho oferecido no altar”. (Tópico 1)

Temos acima a afirmação que o sacerdote católico transforma (transubstancia) o pão e o vinho no corpo real de Jesus. Não num simbolismo, mas no corpo literal do Senhor, com seus sentimentos, sua inteligência e sua vontade.

Dado a um fato tão “espetacularmente excepcional”, questionar é preciso:
  1. Em qual disciplina da formação do sacerdócio católico é aprendida tal “conversão”?
  2. Como é feita a aferição do aprendizado, ou seja, como é feita a mensuração da presença de Cristo na hóstia?
  3. Quais os instrumentos utilizados para certificar-se que o “fato” ocorreu?
  4. Poder-se-ia imaginar que um estudante ficasse reprovado nessa disciplina, por não haver feito a transubstanciação como “esperada”?
Passemos agora a segunda questão. 
É a renovação sacramental do sacrifício da cruz”. (Tópico 2)

Após “aprenderem a transubstanciar” a questão toma contornos mais graves. Levando-se em conta que o “sacrifício da cruz” foi a MORTE DE UMA PESSOA, a Eucaristia transforma-se em um caso de assassinato.  Há um crime tipificado: assassinato.

No tópico 5 afirma: 
Não, a Hóstia consagrada não é uma "coisa", embora o pareça; é uma Pessoa Divina, é Jesus vivo e verdadeiro”.(Tópico 5)
A afirmação de que Jesus está “realmente” na Hóstia –a hóstia é uma Pessoa.  Temos a materialidade.

E ainda lemos: 
Jesus Cristo está na Eucaristia verdadeira, real e substancialmente presente, inteiro, vivo e glorioso”. (Tópico 4)

Aqui passamos a saber que foi a vítima: Jesus Cristo, dando detalhes sobre o crime: 

"é o mesmo sacrifício da Cruz, mas sem derramamento de sangue" (Tópico 4)

Precisaríamos chegar a autoria, e isso nos é dado sem esforço algum:
o sacerdote converte realmente no corpo e sangue de Cristo o pão e vinho oferecido no altar”. (Tópico 1)

O sacerdote “conscientemente” faz com que a hóstia passe a ser uma pessoa, Jesus – “Jesus Cristo está na Eucaristia verdadeira, real e substancialmente presente, inteiro, vivo” e depois repete o sacrifício na cruz (mata-o).

Estamos diante de um grupo de assassinos seriais – o fazem todos os dias de missa. E a crueldade é maior por repetir o crime e com a mesma vítima.

Se o que  Igreja Católica Apostólica Romana ensina é verdadeiro, é um caso de assassinato...  de polícia.


Se a questão não fosse tão absurda, descabida, eu iria denunciar o crime para autoridade policial. Mas as Escrituras se me advertem sobra as mentiras e falácias dos últimos dias:

Sabe, porém, isto, que nos últimos dias sobrevirão tempos penosos; pois os homens serão amantes de si mesmos... blasfemos, ... ímpios, ...caluniadores, ... inimigos do bem, ... orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando-lhe o poder. Afasta-te também desses. (2 Tm 3.1-5)