"SENHOR, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar; não ando à procura de grandes coisas, nem de coisas maravilhosas demais para mim. Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo. Espera, ó Israel, no SENHOR, desde agora e para sempre.(Sl 131)

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terça-feira, 27 de março de 2012

Compartilhando o mundo (Como se do mundo fôssemos)


Mogi das Cruzes
Melhor é ser humilde de espírito com os mansos, do que repartir o despojo com os soberbos. (Pv 16:19)

Onde estaria o local em que os santos se achegam para contemplar a glória excelsa do Senhor? Por onde passam os caminhos que nos levam, como espelho, a contemplarmos nossa face e considerar quem realmente somos?

Será que há necessidade de atravessarmos mares, escalarmos montanhas ou mesmo de caminharmos ao horizonte para lá encontramos a resposta? Caminhamos o caminho das veredas aplainadas?

Bem próximo temos as respostas, temos a fonte do engano que anseia as plagas e campinas além do Neguebe e nos afasta da comunhão santa com nosso Deus. 

Nosso coração e nossa mente, de forma impiedosa, fornecem a soberba e a iniquidade necessárias para caminharmos nossos próprios caminhos, sorvendo da nossa própria sabedoria a justiça que em vão (parece!) conquistou o Senhor.

Como ímpios que nada sabem, e mesmo assim, presunçosos, lançamo-nos como referência do padrão de vida (cristão, em nosso caso) e caminhamos julgando levar a nossa cruz.

Já não mais conseguimos identificar que estamos contaminados pela secularidade, e impiedade do mundo nos serve de fundamento. Negligenciamos os mandamentos amorosos do Senhor.

Aproveitamos as fraquezas dos outros para fazer sobreviver a carne mortal, usufruímos daquilo que somos vítimas, mas oferecemos o prazer e a impiedade imorredoura como brasões de uma nobreza decadente. É como se isso fosse o estandarte de vida.  


Estamos vivos! Bradamos no interior de nossas almas, mal sabemos que estamos infelizes, sim, miseráveis, pobres, cegos e nus.

Nossos corações mundanizaram-se, nossas mentes estão cativas aos artifícios e estratégias  da impiedade. Longe marchamos dos caminhos verdejantes de nosso Pastor.  

Sim, os encantos do despojo dos soberbos nos conquistou, assentamo-nos na roda dos escarnecedores.

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