"SENHOR, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar; não ando à procura de grandes coisas, nem de coisas maravilhosas demais para mim. Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo. Espera, ó Israel, no SENHOR, desde agora e para sempre.(Sl 131)

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quinta-feira, 26 de abril de 2012

Deus e os meus pecados



O prazer da meditação
Uma das áreas mais compensadoras da academia cristã pertence às doutrinas da teologia sistemática, acredito eu. É um mundo em que nos deparamos com as grandezas de Deus e nos quedamos embevecidos.

Após leitura das Escrituras, de grandes doutrinadores, teólogos, filósofos cristãos costumeiramente me deparo com a impossibilidade de estabelecer um arranjo de conhecimento que consiga incluir todo desígnio  de Deus em um sistema fechado. Por isso dou glórias a Deus.

   irrefutável
  As Escrituras oferecem-me uma dimensão impensável: um sistema aberto e contendo verdades  
   inconciliáveis e todas elas inseridas em um grande e perfeito sistema... e todas verdadeiras.
Tomo em particular a condição do homem frente a Deus. O fato desse  ser incapaz de promover sua salvação e ao mesmo tempo ser responsável pelos seus atos rompe com os grilhões do raciocínio natural. Pois, qualquer sistema humano capacidade e responsabilidade se complementam. A ausência de uma aniquila a outra, da mesma forma que a existência desta, traz aquela agregada.


Os riscos 
2. Sabedoria pessoal 
Toda minha vida profissional foi na área de desenvolvimento de sistemas de informação, adestrei minha mente a conciliá-la. Analisar grupo de informações e inseri-las dentro de quatro paredes, e deixar fora o “não verdadeiro” ou “sem relação”. Isso encerra o conceito de sistemas e consequentemente de “verdades”. Obedecendo os limites da razão humana, um sistema não pode conter princípios ou verdades excludentes. 

Deparando-me com as Escrituras, e aplicando princípios naturais de avaliação da verdade, OBRIGATORIAMENTE, NÃO ACEITO a responsabilidade humana a incapacidade humana em um mesmo sistema de verdades. 
Caso ceda à minha conciliação (ou refinamento) conceitual, sou  obrigado a excluir uma das duas verdades: ou fico com a responsabilidade ou com a incapacidade. Ou seja, se responsável, logo é capaz (e dependerá do homem a salvação); se incapaz, Deus não poderá atribuir culpa ao homem. 


Essa "sabedoria pessoal" obriga-me a negligenciar um conjunto de significativo e claro de textos da palavra de Deus que garantem ambas verdades: o homem é incapaz de prover sua salvação, e mesmo assim é responsável diante de Deus. 
Sim, para que garanta minha sabedoria preciso abandonar a palavra de Deus, deixar de ouvi-Lo, sigo meu próprio pensar. Escravizo a verdade aos meus rigores mentais e interesses. 
Rompo com a minha condição de servo, pois não me importa a palavra de meu Senhor!


2. Projeção pessoal 
Assim, muitos tem se apropriado de “verdades bíblicas” negligenciando a Palavra de Deus.
Isso é agravado quando tentamos categorizar todos os eventos percebidos dentro das grandezas de Deus.  Ousamos ser intérpretes do cotidiano como se conhecêssemos a mente de Deus ou  seu conselheiro (Rm 11.35), isso a despeito das admoestações do Senhor.

Somos alertados que Deus nos permite conhecê-Lo, mas não somos capazes de entendê-Lo em toda sua imensidade, nos caminhos que Ele cumprirá seu propósito. Devemos redobrar nossos cuidados ao “escatologizar “ tudo que chega aos nossos olhos.

A sutileza do engano
Enganosamente, pode aparentar sabedoria, espiritualidade, autoridade, entretanto é desautorizado pelas Escrituras - Pois, se alguém pensa ser alguma coisa, não sendo nada, engana-se a si mesmo. (Gl 6:3).

Resultado previsível

1. Ignorar o Deus das Escrituras
Não raro tomo conhecimento que pessoas tentam justificar-se ou a outros, transformando a soberania de Deus em lençol maculado. Evidencia toda a impiedade, sugerindo a participação de Deus em seus pecados.


Esse argumento foi contemplado e refutado pelo Senhor,: “Mas, se pela minha mentira abundou mais a verdade de Deus para sua glória, por que sou eu ainda julgado como pecador? E por que não dizemos: Façamos o mal para que venha o bem? - como alguns caluniosamente afirmam que dizemos; a condenação dos quais é justa. (Rm 3:7-8)

Associar aquilo que Deus condena, o que Deus não deseja para os seus às sua grandezas inefáveis não reflete a mensagem central das Escrituras.  É mais um sofisma para  garantir a liberdade da carne e que Deus sempre será honrado. 

2. Ignorar o pecado que habita em nós 
Apenas a falta de maturidade e humildade e o excesso de mundanismo e destemor ao Senhor pontilham na argumentação. Como diz Paulo: está corrompido o entendimento, separou-se da simplicidade que há em Cristo” (2 Co 11.3).

  Jeremias (Lm 3.20-21) lembrava de seus momentos difíceis e do livramento promovido pelo
  Senhor e isso lhe trazia esperança.


Um alerta final 
1. Somos pecadores (mesmo remidos). Deixe Deus conduzir sua mente
A Bíblia garante que pecamos por estarmos nessa carne mortal e que ela ainda está passiva aos clamores da concupiscência do ser, ter e sentir. 
E que há mistérios em demasia para entendermos o sofrimento do justo.

2. Somos pecadores (mesmo remidos). Deixe Deus conduzir sua vida
Não estamos autorizados a atribuir às grandezas de Deus justificativas ao pecado de quem quer que seja, muito menos dos nossos. Pois assim, estaríamos escarnecendo-O.
Não vos enganeis; Deus não se deixa escarnecer; pois tudo o que o homem semear, isso também ceifará. Porque quem semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas quem semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna. (Gl 6:7-8)

3. Somos pecadores (mesmo remidos). Aprenda quem é Deus
Ele deles nos livrou, livra e livrará, e jamais deles participará. Portanto, precisamos lembrar de nosso Salvador que foi tentado de todas as formas, mas sem pecar.
Portanto, assim como recebestes a Cristo Jesus, o Senhor, assim também nele andai, arraigados e edificados nele, e confirmados na fé, assim como fostes ensinados, abundando em ação de graças. Tendo cuidado para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo; (Cl 2:6-8)

Glória ao Altíssimo, que não é homem para que peque.  

terça-feira, 17 de abril de 2012

Como encontraremos uma família?



Somos desafiados a tentar explicar o significado real das palavras quando estas emergem das Escrituras. Há um desvio intencional, uma ideia paralela aos conceitos definidos por Deus. Mesmo que percebam que há algo errado entre as aspirações mais legítimas de nossos corações e os conceitos lançados, aceitamos a realidade que nos envolve como possível. Neste contexto se encontram as palavra: família.

Convivemos com “famílias” em que identificamos algo em desacordo com nossos ideais. Convivem essas famílias com adultério, desrespeito, má fé, mas chamamos a “isso” de família.

Pode aparentar supervalorização do tema ou romantismo, mas realmente é um desafio adequar à realidade percebida aos conceitos mais simples e objetivos do que pretendemos por família... e os resultados corroboram com esse escândalo ou desajuste conceitual.

Os conceitos e princípios seculares em nada contribuem para melhoria do caos familiar que conhecemos, apenas garantem o desastre. Mais grave é que os salvos já aderiram aos “ideais” da família sem Deus, não apenas conceitualmente, mas vivem na prática valores praticados pelo mundo.

O que as Escrituras nos fornecem é suficiente para construirmos uma base sólida sobre o tema, para que não nos afastemos nem para direita, nem para esquerda. 

Eis um “breve sumário” dos princípios de Deus para o casamento e família.

UNIDADE
No v. 18 lemos que a solidão de Adão não era boa.
Estamos diante de uma afirmação divina: a necessidade da mulher para que homem e mulher sejam plenos, complementem-se mutuamente e glorifiquem a Deus.
O relato da criação da mulher a partir de Adão garante-nos ser ela é a extensão do próprio homem, complementar. Não é sem propósito que à mulher designa-lhe “auxiliadora”.
No v. 23 Adão compreende a unidade homem e mulher, e nos garante um texto que atravessa séculos, apesar de deturpações: ”osso de meu osso, carne de minha carne”, exprime o mais absoluto princípio da unidade humana.
Instituído por Deus o núcleo da perpetuação da vida humana.
É isso que nos ensina o Senhor com ossos de meus ossos e carne da minha carne.
Assim, dois princípios do casamento instituído por Deus:
1)     Monogâmico, ou seja um homem para uma mulher.
2)    Heterossexual, ou seja exige que as pessoas envolvidas sejam de sexo diferente.

SANTIDADE
O v. 25 complementa:  “estavam nus e não se envergonhavam”. Simultânea a esta leitura devemos ler Gn 3.7, o primeiro relato após o pecado, que diz: “abriram-se os olhos de ambos; e percebendo que estavam nus, coseram folhas de figueira e fizeram roupas para si”. O pecado que antes se ofereceu tentador e libertador mostrou-lhes sua face de crueldade, deles foram retiradas as condições originais, agora buscavam em si mesmos a solução para “liberdade do pecado”. Não mais dispunham da condição de santidade original, produto da criação. Sim, o primeiro casal da humanidade fora criado em santidade.Unidos e em santidade gozavam da comunhão com o SENHOR.
1)     Santo, ou seja livre da penalidade do pecado

O PECADO & A FAMÍLIA PERDIDA
Há o relato do pecado: Adão transgrediu, caiu em maldição, separou-se do autor da vida.
O v. 24 diz que o homem foi expulso do paraíso e foi privado da vida eterna.
Em Gn 6.5 lemos que nos dias de Noé a maldade progrediu sobre a terra e toda humanidade em oposição a Deus construiu sua própria saga.  
A família criada por Deus no Éden perdeu-se na história humana.

Como reencontraremos a família criada no Éden?

terça-feira, 10 de abril de 2012

A suficiência de Cristo em nossa salvação.




O texto a seguir faz parte de um estudo mais extenso que envolve a suficiência do Senhor em nossa salvação. Este post procura dar ênfase apenas da suficiência no ato salvador (Estar em Cristo). Espero publicar a segunda parte que fala em viver em Cristo. 

Iniciamos de pronto com um questionamento: o que vem a ser suficiência?
Podemos responder que suficiência é o termo necessário para um propósito.
Na suficiência nada falta, e se há algo além do suficiente, o é desnecessário, inútil, dele não precisamos. 

Por que suficiência em Cristo e não em nós mesmos?

Porque estamos falando de nossa salvação, não apenas o ato pontual do momento em que fomos salvos, mas os recursos e certezas que são disponíveis para toda nossa vida, para nosso usufruto, a garantia de nossas vidas por toda a eternidade.

Muitos pensam equivocadamente que “Salvação” é um ato e não um processo. Paulo afirma que a nossa salvação está mais próxima do que no principio quando cremos (Rm 13.11). O que nos posiciona num momento passado, no presente e naquele glorioso dia quando o Senhor vier nos buscar, assim é preciso afirmar que fomos, somos e seremos salvos. É estupidez atribuir tal magnitude ao pecador, mesmo que remido. E por que temos as Escrituras:

“Jesus disse: Sem mim nada podeis! (Jo 15.5)”

Assim, a suficiência em Cristo obriga-nos a alargar nossas mentes e nossos corações para compreendermos nossa incapacidade e a obra redentora do Senhor.

Sim, oferece-nos a possibilidade de sabermos quão profundo é o amor de Deus, quão grandiosa foi a conquista obtida no Calvário e sua incompreensível graça por nos comunicar todas essas coisas.

Há refrigério e ao mesmo tempo admoestação.

Outra pergunta se faz oportuna: Para que fomos chamados? Qual o propósito de nossa vocação? 

Para que a nossa glória seja o Senhor: “Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor. (1 Co 1:31)

Assim, pois quando falamos em nossa suficiência em Cristo, afirmamos que “em Cristo nada nos falta para vivermos vidas unidas a Deus”. E o que existir além de Cristo é inútil, desnecessário.
Se é em Cristo, precisamos estar nEle. RELACIONAMENTO REAL COM ELE
  
Acredito que muitos crentes não sabem quais as bênçãos que temos em Cristo Jesus, não sabe o que está reservado para aqueles que O amam. Isso afirmo com base no que tem se oferecido como cristianismo.

Não há qualquer ponto de contato entre os preceitos divinos das Escrituras  quanto à conversão, santificação, sobre a moral cristã. A multidão que rasteja após seus pastores deu seu próprio significado à estas mensagens. Estão muito além de Cristo, encontram sua suficiência em si mesmos.

Temos uma longa jornada a percorrer, precisamos estar calcados em terra firme, escolher as veredas construídas pelas verdades deixadas pelo Sábio Criador e Salvador.

Saibamos um pouco mais que representa o sangue derramado no Calvário, e sobre a cruz que surgiu em nossas vidas.

Dizem que a história costuma a se repetir, mas com a cruz não será assim. Ela é o ponto central da saga humana sobre a terra, jamais se repetirá. Dela emana o fulgor da vida e apenas dela.

Ela encerra mistérios em Deus, pois naquela cruz “Deus derramou seu sangue (At 20.28)”, servindo de horror e espetáculo para todas as criaturas nos céus e terra. Estamos próximos de verdades que estão além do entendimento humano.

Antes mesmo que qualquer homem tenha oferecido sua proposta de explicação, antes mesmo que a sabedoria religiosa tentasse com suas liturgias mortas usufruir de sues benefícios ecoou por todo o universo:
“Está consumado” (Jo 19.30)

O Senhor da vida, se deu à morte.
Aquele transcende os céus dos céus estava preso a uma cruz.
Aquele que tudo pode submeteu-se ao enredo de dor e morte.
Morreu o Santo!

Morreu o Senhor em favor de multidões miseráveis que Ele chamou e ainda chamará.
Fez com que seus inimigos dEle se aproximassem, deu-lhes a compreender o sacrifício da cruz. Sim, cada um dos chamados depositou sua vida aos pés da cruz, morreu com Cristo, e na ressurreição de Jesus vive uma nova vida.

Vida sem fim, sem a morte, sem o pecado e nutrindo uma esperança que não sabíamos.

O que ele fez conosco?
 “fomos unidos e revestidos dEle” (Gl 3.27).

Não apenas por Ele, mas revestido dEle. Isto é significativo: Estamos entranhados em Cristo e de Cristo. Portanto já não vivemos nossas vidas, mas Cristo vive em nós (Gl 2.20).”

E mais:
“Fomos resgatados de nossas vidas Fúteis” (1 Pe 1.18)
“Fomos conquistados por Jesus” (Fp 3.12)
“Fomos comprados por preço” (2 Co 6.20)

Todos os termos demonstram que o Senhor é quem agiu, não nós. Foi o Senhor quem tomou a iniciativa de nos buscar para ele.

Não falseiem com sofismas e palavras de bajulação, entendamos que no ato da salvação “Fomos salvos pela graça e não por obras e isso foi Deus que realizou” (Ef 2.8)

Foi a suficiência de Deus esteve presente
no ato e garantiu de nossa salvação, pois não a queríamos.

que nos salvou, e chamou com uma santa vocação, não segundo as nossas obras, mas segundo o seu próprio propósito e a graça que nos foi dada em Cristo Jesus antes dos tempos eternos, (2 Tm 1:9)

Somos obrigados a reconhecer que somos incapazes, em nós mesmos, de possuir qualquer poder ou certeza quanto à eternidade. E isso é agradável a Deus, gloriamo-nos nEle,
Jamais o homem decidirá sua própria salvação.
Jamais a graça será substituída pela liberdade e preferência humanas.
Jamais haverá suficiência no pecador.

Nossa suficiência está em Cristo.

Ó que profundidade, tanto de sabedoria quanto de conhecimento. Quão inescrutáveis são teus juízos, e quão impensáveis teus caminhos. Quem conheceu a mente do Senhor? Quem foi seu conselheiro? Quem primeiro deu a Ele para ser merecedor de favores? Pois, todas as coisas são dEle, por Ele e para Ele. 

A Ele pois honra e glória para todo o sempre. Amém. 

quarta-feira, 4 de abril de 2012

O novo homem e sua felicidade



Diz o néscio no seu coração: Não há Deus. Os homens têm-se corrompido, fazem-se abomináveis em suas obras; não há quem faça o bem. (Sl 14:1)


A natureza humana, ao longo da história, tem caminhado em direção ao aprofundamento de sua maldade e destruição. Não há pessimismo na frase, pelo contrário, a realidade impõe tal conclusão.
  
Voltemos nossos olhos para o contexto em que vivemos, tudo está impregnado dos conceitos e valores livres dos critérios do senso, da razão. 

Oportunamente, o homem tomou – ou criou - tais possibilidades e assim rompeu os limites do razoável. Para além desses limites romperam-se, as barreiras morais, religiosas e éticas, tudo foi lançado na sarjeta.

A vida recente foi implodida, desfez-se, o homem recriou-se, trazendo consigo o imponderável.

Não sem propósito, é isso é o sintoma da tentativa de preencher o vazio de seu coração – embora negue – e sem norte, oferece-se como senhor de si mesmo, senhor de seu destino, é a nova vida auto oferecida.

Embora não saiba, toda essa nova vida está presa a experiência da sensação: a sabedoria, o prazer físico e de propriedade. (Projeta-se como arquiteto da vida, e tudo gira em torno da “realização do homem” aqui e agora).

É a consolidação do ideal: o senhorio humano sobre toda a terra – proposta de satanás recusada por Jesus. Não sairá, o homem, dessa aventura, pagará um alto preço.

Cada um travestido de seus ideais, adota comportamentos sem qualquer vínculo com moral. São dias da “liberdade para felicidade”. Não há regras ou limites para que o homem busque aquilo que ele próprio mensurou como felicidade.

Tudo que excite suas sensações bate à porta de sua felicidade: Pular pendurado pelos pés por uma corda de uma altura de 80 metros; saltar de casa em casa como um pirilampo; entrar em uma gaiola com um tubarão; subir ao mais alto cume; injetar-se, fumar, beber... tudo é felicidade.

Nessa encruzilhada do devaneio da autossuficiência pela excitação e o retorno à sensatez, o homem, mantendo seu ideal de autonomia, iniciou um novo momento da história humana.

Estamos frente a um novo homem, livres dos grilhões da razão, descartou a vida, que passou a ser apenas um meio  de sair em busca das sensações. (Seu portal de acesso a deus).

A vida pode ser resumida em apenas um momento de estupidez, um momento de emoção.

O novo homem continua perdido em seu caminho de liberdade.