"SENHOR, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar; não ando à procura de grandes coisas, nem de coisas maravilhosas demais para mim. Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo. Espera, ó Israel, no SENHOR, desde agora e para sempre.(Sl 131)

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terça-feira, 17 de abril de 2012

Como encontraremos uma família?



Somos desafiados a tentar explicar o significado real das palavras quando estas emergem das Escrituras. Há um desvio intencional, uma ideia paralela aos conceitos definidos por Deus. Mesmo que percebam que há algo errado entre as aspirações mais legítimas de nossos corações e os conceitos lançados, aceitamos a realidade que nos envolve como possível. Neste contexto se encontram as palavra: família.

Convivemos com “famílias” em que identificamos algo em desacordo com nossos ideais. Convivem essas famílias com adultério, desrespeito, má fé, mas chamamos a “isso” de família.

Pode aparentar supervalorização do tema ou romantismo, mas realmente é um desafio adequar à realidade percebida aos conceitos mais simples e objetivos do que pretendemos por família... e os resultados corroboram com esse escândalo ou desajuste conceitual.

Os conceitos e princípios seculares em nada contribuem para melhoria do caos familiar que conhecemos, apenas garantem o desastre. Mais grave é que os salvos já aderiram aos “ideais” da família sem Deus, não apenas conceitualmente, mas vivem na prática valores praticados pelo mundo.

O que as Escrituras nos fornecem é suficiente para construirmos uma base sólida sobre o tema, para que não nos afastemos nem para direita, nem para esquerda. 

Eis um “breve sumário” dos princípios de Deus para o casamento e família.

UNIDADE
No v. 18 lemos que a solidão de Adão não era boa.
Estamos diante de uma afirmação divina: a necessidade da mulher para que homem e mulher sejam plenos, complementem-se mutuamente e glorifiquem a Deus.
O relato da criação da mulher a partir de Adão garante-nos ser ela é a extensão do próprio homem, complementar. Não é sem propósito que à mulher designa-lhe “auxiliadora”.
No v. 23 Adão compreende a unidade homem e mulher, e nos garante um texto que atravessa séculos, apesar de deturpações: ”osso de meu osso, carne de minha carne”, exprime o mais absoluto princípio da unidade humana.
Instituído por Deus o núcleo da perpetuação da vida humana.
É isso que nos ensina o Senhor com ossos de meus ossos e carne da minha carne.
Assim, dois princípios do casamento instituído por Deus:
1)     Monogâmico, ou seja um homem para uma mulher.
2)    Heterossexual, ou seja exige que as pessoas envolvidas sejam de sexo diferente.

SANTIDADE
O v. 25 complementa:  “estavam nus e não se envergonhavam”. Simultânea a esta leitura devemos ler Gn 3.7, o primeiro relato após o pecado, que diz: “abriram-se os olhos de ambos; e percebendo que estavam nus, coseram folhas de figueira e fizeram roupas para si”. O pecado que antes se ofereceu tentador e libertador mostrou-lhes sua face de crueldade, deles foram retiradas as condições originais, agora buscavam em si mesmos a solução para “liberdade do pecado”. Não mais dispunham da condição de santidade original, produto da criação. Sim, o primeiro casal da humanidade fora criado em santidade.Unidos e em santidade gozavam da comunhão com o SENHOR.
1)     Santo, ou seja livre da penalidade do pecado

O PECADO & A FAMÍLIA PERDIDA
Há o relato do pecado: Adão transgrediu, caiu em maldição, separou-se do autor da vida.
O v. 24 diz que o homem foi expulso do paraíso e foi privado da vida eterna.
Em Gn 6.5 lemos que nos dias de Noé a maldade progrediu sobre a terra e toda humanidade em oposição a Deus construiu sua própria saga.  
A família criada por Deus no Éden perdeu-se na história humana.

Como reencontraremos a família criada no Éden?

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