"SENHOR, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar; não ando à procura de grandes coisas, nem de coisas maravilhosas demais para mim. Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo. Espera, ó Israel, no SENHOR, desde agora e para sempre.(Sl 131)

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sábado, 16 de junho de 2012

Rasguemos o Velho Testamento!


Uma característica danosa para a mensagem do Evangelho é tomar os exemplos vividos pelos personagens bíblicos, animais etc. e a partir deles construir-se uma verdade, um padrão ou regra de conduta para Igreja do Senhor, sem que tenhamos um princípio ou fundamento bíblico como garantia. 

Extingui-se o Espírito e em seu lugar sobrevém a fertilidade e futilidade da mente e anseios dos mensageiros desses últimos dias.  

As igrejas por meio de seus pregadores cada vez mais lançam mão dos eventos descritos no Velho Testamento e sem regras ou fundamentos pavimentam suas doutrinas e estranhezas (ambições e usuras). 

Alargam a fronteira do "real" para toda área de interesse. Tornam o texto das Escrituras refém de seus desejos e caprichos, e o fazem sem qualquer inocência.  

Tudo é possível de ser alegorizado. A alegoria, é muitas vezes uma forma fantasiosa e muitas vezes surreal de entender as Escrituras. Atribuir um significado às palavras da Escritura que subjaz ao texto exige que a Escritura fundamente por outra passagens. 
É um padrão religioso dos nossos dias adotá-lo e com toda violência assaltam a Hermenêutica;.


Não raro transformam jumentas em doenças, em "maldições"; os gafanhotos tornam-se demônios; água, bem, a água pode ser dinheiro, pode ser prosperidade, revelação de Deus, ou qualquer outra coisa que caiba na “ápice da prédica”.

A roupa de Jesus passa a ser de luxo, seu jumento uma camionete de luxo, seus discípulos agenciadores e um mundo de absurdos é criado e visto pelo mundo como o "evangelho de Cristo".

Lançam à lama toda a verdade da Palavra de Deus, seus desígnios santos são mundanizados pela liberdade alegórica, que realiza o contorcionismo necessário para promover, excitação, rumores, suores e sorrisos dos ouvintes.

Não é sem justificativa, pois as pessoas que vociferam dos púlpitos são homens que passam o dia negociando, apurando lucros, definindo metas, e que ao fim de sua jornada de trabalho tem como compromisso noturno encontrar novos negócios. Portanto, a alegoria nutre sua insanidade permitindo-lhes fazer das escrituras seu grande negócio. 

Não é sem razão que os assuntos “em nome do Senhor” são tão distantes e impossíveis de escrutínio... e outra consequência dramática é o abandono do estudo das Escrituras de forma sistemática e natural.

Vituperam as Escrituras, e em nome de si mesmos constroem seus destinos. 

Se eles fossem sábios, entenderiam isso, e atentariam para o seu fim! 
(Dt 32:29)

2 comentários:

  1. Antonio Renato aquino torres18 de junho de 2012 13:21

    É bem verdade a exortação da Escrituras:..., "movidos por avareza, farão comercio de vós, com palavras fisticias";... O veneno já está sendo posto no Alimento; e o único antítodo eficaz para combate-lo, é o exame minucioso.

    Que Deus alargue cada dia mais o seu horizonte. Amém!

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  2. Irmão,

    você tem enriquecido este blog com seus comentários.

    Que o Senhor seja louvado.

    Em Cristo

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1. Seus comentários e refutações são bem vindos.
2. Por favor, faça-os sempre com base nas Escrituras, caso contrário, são opiniões pessoais, com pouco valor
3. Não modero cometários, seu temor ao Senhor deve sê-lo
As ofensas pessoais podem ser substituídas por refutações, ajudariam a todos que passam por aqui.

Em Cristo.