"SENHOR, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar; não ando à procura de grandes coisas, nem de coisas maravilhosas demais para mim. Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo. Espera, ó Israel, no SENHOR, desde agora e para sempre.(Sl 131)

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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Vende-se um deus de mentirinha





O Cristianismo (Bíblico, lógico) tem seu fundamento no relacionamento real entre criatura e o Altíssimo  Deus. 
O Deus pessoal, criador de todas as coisas, que se   comunicou proposicionalmente com suas criaturas, revelando-Se no tempo e espaço dessa vida... fazendo parte inequívoca da história humana.

Essa realidade foi perdida, abandonada, pois caindo em mãos aflitas e mentes perturbadas (do homem moderno) absurdamente transformou-a. 

Tais ventos vieram de "fora", iniciando-se pela proclamação da inexistência do Senhor, e todo conhecimento moderno passou a se sustentar pela falsa premissa da "inexistência de Deus". 

Não tardou para esse sopro chegar enganosamente e airosamente até aos púlpitos, aos templos. Embriagados pela torpeza moderna, saíram vendendo um "novo cristianismo", e se transformando nos senhores da vida e da morte. 

Um "novo entendimento" foi dado às Escrituras, munidos de ganância saíram mundo afora. Atualizando sempre com retoques sistemáticos, oferecem o conforto, prosperidade e prazer em nome do Senhor Jesus. 

Do cristianismo foram arrancadas suas entranhas, remontaram seus princípios, sua etimologia, suas particularidades e natureza... empanado com  valores e regras da Psicologia e outras "ciências" do comportamento, na aflição moderna encontrou seu porto seguro.  

Contando com um cenário imediatista, sem capacidade crítica - disposição mental, essa transgressão conceitual e prática passou a ser a verdade, o cristianismo de nossos dias. 

Em um caldeirão cultural e sincrético foi acomodado essa nova paixão religiosa, suas verdades são uma questão de gosto pessoal (sem regras e sem limites).

O deus disso é um senhor impessoal, multiforme, multifacetado, introspecção de cada  indivíduo. Um deus formado (forjado?) nas entranhas do pecador. Customizado para o gosto circunstancial. Seu misticismo é um passe de mágica, um "abre-te sésamo", vazio ao desconhecido. 

A perseverança do indivíduo é a fé (?). Sua auto-determinação chamou-a de deus, assim  o "novo cristianismo" prega um deus de mentirinha, para satisfação da massa religiosa.  

A proclamação oferece (por preço) um deus de mentirinha, esse é o grande homem com seu poder e sua determinação.

Até quando Senhor?

terça-feira, 20 de novembro de 2012

A solidão da alma e o Facebook




Porque na muita sabedoria há muito enfado; e o que aumenta o conhecimento aumenta a tristeza.(Ec 1:18)

O texto acima afirma e não podemos negar a multiplicação do conhecimento por toda a terra... e com  ele vem a tristeza, diz o Senhor. 


Como o homem tem negado sua tristeza interior! Como tem tentado disfarçar o seu próprio coração!

A necessidade das sensações, a busca pelo poder e a busca pelo (re)conhecimento, esta é a única percepção e motivação que envolve a vida humana. Seria isso o contraponto da tristeza que envolve a vida humana?

Todos buscam algo que esteja fora de seu cotidiano, as excepcionalidades. Cada conquista  tem seu prazo de validade e uma nova logo é agendada. Assim, esperneiam em todas as direções: das sensações, do reconhecimento, das experiências. Não há quietude no coração humano!

Antes que todos abandonem a leitura, é preciso considerar o que realmente é a proposta do texto: avaliar o frenesi do homem em busca de acalmar seu coração aflito.  

Um questionamento se faz evidente: Como encontrar algo que possa mensurar tal inquietude? respondo: a busca pela satisfação. 

O que faz com que as pessoas estejam incansavelmente em busca de satisfação? Atrevo-me a oferecer a tristeza interior - a partir daqui chamarei de Solidão. 

A solidão pessoal, a solidão emocional, a solidão interior: a infelicidade de sentir, a infelicidade de poder e de saber (e nada afaga o coração aflito). Sempre se quer sentir “algo a mais”; quer poder mais e saber mais. Nenhum sentimento, status ou conhecimento é o suficiente para acalmar os corações, deseja-se mais e mais. 

A busca pela satisfação é a face exposta da solidão. São manifestações da solidão não declarada, da infelicidade maquiada.

Tomemos ex-dependentes (e atuais também) químicos de drogas lícitas ou não, eles  afirmam que recorreram ao "plus" dessa substâncias por curiosidade, problemas, opção etc. Todas essas causas alegadas e outras mais têm como motivação a necessidade de satisfazer-se, a busca do bem-estar ou prazer: o descanso da solidão permanente. Essa fuga da realidade é um indicador de solidão. 



Toda a esfera da normalidade do indivíduo - a solidão presente - é aflitiva, é opressora. É preciso ir além da normalidade cotidiana. 
Preencher seu coração está fora da realidade "possível". Nenhum prazer há à parte do álcool ou da droga, nesta mesma linha vem o adultério, a prática homossexual etc. 
Um outro indicador da solidão humana: as redes sociais. O Facebook, mania que bem poderia ser chamada, de Rede da Solidão Subliminar. Nela as pessoas constroem seus próprios cativeiros, reféns da solidão, partem vorazmente na busca de "amigos" e da busca de atenção - fugir do império da solidão.

Oferecem-se (Convidam-se) aos borbotões, os números são espetaculares na construção da rede de amigos. Há pessoas que em 4 meses exibe a incrível marca de 500 amigos. Ou seja, 125 amigos por mês, quase 4 por dia, e todos os dias da semana. (E tão poucos conseguem em uma vida 20 amigos!)

É um instrumento de autopromoção, de oferta e busca de compaixão, de atenção de seus pares... e de fuga da realidade.

Que necessidade é essa de sentir-se em meio à multidão de "amigos", senão a solidão?

Foi reconstruída o conceito de amizade, na verdade, nem mesmo sabem o que é amizade. Apenas artificializam, pois perdidos em suas divagações supérfluas, já  nem mesmo sabem o que ela representa, seus valores, limites, sentimentos e responsabilidades. 

Saem tateando, fugindo da solidão, sem dela livrarem-se.
  
Enganam-se nas fileiras sem face com amigos viscerais, com sentimentos extremos, de necessidades intensas e freqüência ininterrupta. Cada segundo, a cada notícia sem importância suscita uma alegria que expressa os corações vazios. 

Saem na buscam de paz e nada encontram, aprofundam-se na solidão.  Assim como o álcool ou a droga experimentam o aconchego do Face, mas nada lhes afastará da solidão de suas almas... a não ser que ouçam.

Vinde a mim, todos os que estai cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. (Mt 11:28)

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Para os dias maus (aos filhos de Deus)




Não temas o pavor repentino, nem a assolação pelos perversos, quando ela vier. Porque o SENHOR será a tua confiança; guardará os teus pés de serem capturados. Não deixes de fazer bem a quem ele é devido, estando em tuas mãos a capacidade de fazê-lo.  Não digas ao teu próximo: Vai, e volta amanhã que to darei, se já o tens contigo. (Pv 3.25-28)

Ninguém deve subestimar as aflições e perturbações decorrentes das perseguições impostas  contra o bom testemunho cristão. Aquele que ainda não as enfrentou, saiba que a vida cristã é feita de combates internos e externos... elas virão, aproveite-as para exalar o bom perfume de Cristo.

Sempre que nos encontramos atribulados, nossa velha mente oferece-se como instrutora, como se não tivéssemos as promessas do Senhor para conduzir-nos aos pastos verdejantes.

A meditação – que muitas vezes abandonamos – é a forma mais segura de enfrentar as hostes celestiais do mal, que andam em nosso derredor, a espreita para tragar-nos. Não recorramos ao “arsenal de artifícios" que nossa mente nos disponibiliza.

Meditemos, pois...

O Senhor nos dá como certa as tribulações promovidas pelo mundo, pelos inimigos da cruz.  Surge-se como certo o conflito entre o caráter cristão e a mente do mundo.  Contudo, nos orienta sobre como manter a mente e o coração fieis para o enfrentamento das tais. 

Se a expectativa e provisão do Senhor é que rejeitemos as obras infrutíferas das trevas (Ef 5.11), saibamos que receberemos como recompensa do mundo a hostilidade, a oposição. O texto chama de “assolação dos perversos”, e Pedro chama de “ardente provação”, e completa que não devemos estranhá-la. (1 Pe 4.12).

Seremos atribulados é o plano do Senhor, isso para nosso benefício e convívio, desafio e superação das forças espirituais em regiões celestes  - manifestar-se-ão em e por meio da impiedade.  Falsos irmãos, ímpios religiosos, falsos moralistas e o homem vil, todos esses são arregimentados e capacitados para combater a fé que de uma vez por todas foi entregue aos santos (Jd 1.3).

Isso garante quão entristecedor é presenciar um cristão em plena comunhão com os perversos, sim, com ímpios.

O que fazer? É o que logo nos vem à mente. Mas, a primeira pergunta a ser feita é o que precisamos saber? Lembremos sempre: o conhecimento antecederá à ação, para que alcancemos corações  sábios.
Veja o que diz o Senhor:
Vês um homem precipitado nas suas palavras? Maior esperança há para o tolo do que para ele” (Pv. 29.20).

É certa a vinda de tempos difíceis, da perseguição impetrada por ímpios, mas o Senhor diz para não temermos, e justifica:
  1. “ELE será nosso guardador”. ELE garantirá que não caiamos, que, mesmo que fraquejemos, não cairemos.
  2. Diz mais, mesmo que estejamos perturbados em nosso coração, devemos manter a prática da justiça:

  • Fugindo da pieguice – buscando aparentar a bondade não atingida;
  • Ou ainda da revanche – evidenciar a maldade de um coração perturbado.
  • Não tentando demonstrar ou compensar as dificuldades enfrentadas por fazer mais do que é possível ser feito, nem menos daquilo que se é capaz de fazer.
  • Não postergando o bem possível para ocasião, “se podemos fazer o bem, façamo-lo”.


Tais instruções são mandamentos do Senhor, para o enfrentamento contra calúnias, agressões... os incômodos que o bom testemunho cristão provoca a essa geração perversa.

Manifestaremos o Senhor em nossas vidas...e ELE trará paz aos nossos corações e por fim nos livrará. 

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Todos estão unidos contra o Senhor... o Senhor zombará deles.




Por que os gentios se amotinam em furor, e os povos imaginam uma coisa vã? Os reis da terra se postam em pé, e os governantes sentam-se juntos, em conselho, unidos contra o SENHOR e contra o Seu ungido, dizendo: "Rompamos as Suas ataduras, e sacudamos de nós as Suas cordas." Aquele que habita nos céus se rirá; o Senhor zombará deles(Sl 2:1-4)

A humanidade tem ao longo da história aperfeiçoado sua maldade e indolência. Isso afetará a todos, caminhamos em direção ao agravamento da maldade e destruição. Não há pessimismo na avaliação, pelo contrário, a realidade vivida impõe tal conclusão.
  
Voltemos nossos olhos para o contexto em que estamos envolvidos: tudo está impregnado dos conceitos e valores que demonstram, mesmo que falacioso, a autonomia humana. A vida moderna está sob o jargão do: "sou senhor de meu destino".

Oportunamente, o homem tomou – ou criou - tal possibilidade rompendo os limites dos valores que lhe garantiam a vida, a esperança. Não há preceitos morais, religiosos ou éticos.  

A vida foi implodida, desfez-se, o homem recriou-se, para tanto tornou crível o imponderável. 

A raiz que fundamenta tal disposição é o vazio de seu coração – embora negue. E o que é pior, é uma condição, segundo suas próprias forças, insuperável. E, perdido em sua saga de preencher seu coração, oferece-se como senhor de si mesmo, senhor de seu destino.

Esse vazio inquietante, bisonhamente, está sendo preenchido pela experiência da sabedoria (saber), do prazer físico (ser) e de propriedade (ter). 

Projeta-se como arquiteto da própria vida, e tudo gira em torno da “sua satisfação como homem” aqui e agora.

Arvora-se como senhor de seu destino, negando a soberania do Altíssimo. Cada um, travestido de todo poderoso, adota comportamentos sem qualquer vínculo com a vontade de Deus, pelo contrário, nega sua existência e sabedoria. 

Não sairá, o homem, dessa aventura, sem pagar um alto preço.

São dias da busca “liberdade para felicidade”. Não há regras ou limites para que o homem busque aquilo que ele próprio definiu como felicidade... sem Deus é lógico!

O novo homem, sugere-se livre dos grilhões da vontade de Deus, descarta a vida, que passou a ser apenas um meio  de sentir sensações. A excitação é a medida da felicidade: 
  1. Pular pendurado pelos pés por uma corda de uma altura de 80 metros; 
  2. saltar de casa em casa como um pirilampo; 
  3. entrar em uma gaiola com um tubarão; 
  4. adulterar;
  5. subir ao mais alto cume; 
  6. injetar-se, fumar, beber... enganar...

tudo é felicidade, tudo realiza o homem moderno... que continua com o coração vazio.

A vida presumida passou a ser apenas um momento de estupidez, um momento de emoção.
Não há como retornar à sensatez, nem a morte - inexorável - tem oferecido a pedagogia necessária para o retorno à humanidade perdida. 

O tempo está se esgotando... o Senhor zombará deles. 

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Eucaristia Católica... se real é um caso de polícia.





1.    O que é a Eucaristia?
É o sacramento do corpo e do sangue de Jesus Cristo sob as espécies de pão e vinho. Por meio da consagração, o sacerdote converte realmente no corpo e sangue de Cristo o pão e vinho oferecido no altar.
2.    O que é a Santa Missa?
É a renovação sacramental do sacrifício da cruz.
3.    A Santa Missa é o mesmo sacrifício da Cruz?
Sim, a Santa Missa é o mesmo sacrifício da Cruz, mas sem derramamento de sangue, pois agora Jesus Cristo encontra-se em estado glorioso.
4.    De que modo Jesus Cristo está presente na Eucaristia?
Jesus Cristo está na Eucaristia verdadeira, real e substancialmente presente, inteiro, vivo e glorioso, com seu corpo, sangue, alma e divindade, em cada uma das espécies e em qualquer parte delas. 
5.    A Hóstia consagrada é uma "coisa"?
Não, a Hóstia consagrada não é uma "coisa", embora o pareça; é uma Pessoa Divina, é Jesus vivo e verdadeiro. 


Fonte: http://www.catequisar.com.br/texto/materia/celebracoes/christi/11.htm

Qualquer pessoa, mesmo que utilize minimamente sua racionalidade, ao ler o texto acima, reconhecerá que está diante de um festival de grosserias lógicas e afrontas às Escrituras.
Tomarei os textos farei alguns questionamentos, que espero, sejam respondidos sob a luz das Santas Escrituras – ou mesmo do livre pensar.

o sacerdote converte realmente no corpo e sangue de Cristo o pão e vinho oferecido no altar”. (Tópico 1)

Temos acima a afirmação que o sacerdote católico transforma (transubstancia) o pão e o vinho no corpo real de Jesus. Não num simbolismo, mas no corpo literal do Senhor, com seus sentimentos, sua inteligência e sua vontade.

Dado a um fato tão “espetacularmente excepcional”, questionar é preciso:
  1. Em qual disciplina da formação do sacerdócio católico é aprendida tal “conversão”?
  2. Como é feita a aferição do aprendizado, ou seja, como é feita a mensuração da presença de Cristo na hóstia?
  3. Quais os instrumentos utilizados para certificar-se que o “fato” ocorreu?
  4. Poder-se-ia imaginar que um estudante ficasse reprovado nessa disciplina, por não haver feito a transubstanciação como “esperada”?
Passemos agora a segunda questão. 
É a renovação sacramental do sacrifício da cruz”. (Tópico 2)

Após “aprenderem a transubstanciar” a questão toma contornos mais graves. Levando-se em conta que o “sacrifício da cruz” foi a MORTE DE UMA PESSOA, a Eucaristia transforma-se em um caso de assassinato.  Há um crime tipificado: assassinato.

No tópico 5 afirma: 
Não, a Hóstia consagrada não é uma "coisa", embora o pareça; é uma Pessoa Divina, é Jesus vivo e verdadeiro”.(Tópico 5)
A afirmação de que Jesus está “realmente” na Hóstia –a hóstia é uma Pessoa.  Temos a materialidade.

E ainda lemos: 
Jesus Cristo está na Eucaristia verdadeira, real e substancialmente presente, inteiro, vivo e glorioso”. (Tópico 4)

Aqui passamos a saber que foi a vítima: Jesus Cristo, dando detalhes sobre o crime: 

"é o mesmo sacrifício da Cruz, mas sem derramamento de sangue" (Tópico 4)

Precisaríamos chegar a autoria, e isso nos é dado sem esforço algum:
o sacerdote converte realmente no corpo e sangue de Cristo o pão e vinho oferecido no altar”. (Tópico 1)

O sacerdote “conscientemente” faz com que a hóstia passe a ser uma pessoa, Jesus – “Jesus Cristo está na Eucaristia verdadeira, real e substancialmente presente, inteiro, vivo” e depois repete o sacrifício na cruz (mata-o).

Estamos diante de um grupo de assassinos seriais – o fazem todos os dias de missa. E a crueldade é maior por repetir o crime e com a mesma vítima.

Se o que  Igreja Católica Apostólica Romana ensina é verdadeiro, é um caso de assassinato...  de polícia.


Se a questão não fosse tão absurda, descabida, eu iria denunciar o crime para autoridade policial. Mas as Escrituras se me advertem sobra as mentiras e falácias dos últimos dias:

Sabe, porém, isto, que nos últimos dias sobrevirão tempos penosos; pois os homens serão amantes de si mesmos... blasfemos, ... ímpios, ...caluniadores, ... inimigos do bem, ... orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando-lhe o poder. Afasta-te também desses. (2 Tm 3.1-5)

sábado, 10 de novembro de 2012

Como conhecer a verdade?





 Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! 
Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos! 
Pois, quem jamais conheceu a mente do Senhor? ou quem se fez seu conselheiro? 
Ou quem lhe deu primeiro a ele, para que lhe seja recompensado? 
Porque dele, e por ele, e para ele, são todas as coisas; 
glória, pois, a ele eternamente. Amém. (Rm 11:33-36)


É desafiador para mente humana a organização e arranjo do conteúdo das Escrituras. Não sem motivo, pois devemos, a princípio, reconhecer que nos textos sagrados deparamo-nos com a mente do Criador de todas as coisas.  Adentramos a uma dimensão de conhecimento único, que está além do que nossa mente pode sistematizar e voluntariamente perscrutar.

A presunção do leitor das Escrituras, costumeiramente, por incapacidade, depreende seu conteúdo sob a chancela da limitação racional. Não raro sou surpreendido (?) com explicações de textos bíblicos que os faz parecer resultados de desarranjos racionais. Perceptível fica a incapacidade humana do reconhecimento da autoria divina dos textos e como consequência constatamos o quanto impossível é para mente natural (humana), minimamente, conhecer a Deus, conhecer a verdade.

A razão humana desenvolve suas ilações subscrita por princípios e regras pétreos. Um desses princípios é que a realidade conhecida é um sistema fechado e que seu conteúdo está em harmonia entre si. Se há uma valor que negue outro, um deles deve ser extirpado para ser mantida a harmonia e fazer "sentido". Isso é a verdade para muitos.

A razão humana, em seu processo de sistematização da vida, busca agrupar os pares e separar os díspares. Dispõe-se a analisar informações, buscando padrões de identidade, de inter-relacionamentos, pondo-as dentro de quatro paredes os iguais, deixando de fora os “desiguais”.

Tudo que pensamos e conhecemos tem como base sistemas fechados, e não concebemos  outra forma de “verdade”.

De outra forma poderíamos dizer, vive-se conciliando o aceitável e rejeitando seus contrários. A racionalidade operando por meio desse modelo exige um sistema fechado, e nele apenas o conciliável. 

Minha – velha e natural -  mente não concebia a possibilidade da existência de sistema aberto, muito menos permitia uma unidade contendo conflitos internos. E isso me bastava! (Estava estabelecida minha limitação e não minha fortaleza).

Deus me fez conhecer sua misericórdia, as Escrituras se me abriram um painel impensável. Passei a entender porque Deus tornou louca a sabedoria humana. (1 Co 1.20)

Deveria questionar o que me bastava? Para onde iriam os pilares que fundamentavam minha razão? Até onde poderia confiar naquilo que conduziu minha existência? Diante dessa nova perspectiva mental deparo-me com um desafio: 

É possível aplicar minha racionalidade para sistematizar a mente de Deus? ou ainda, tenho que abandonar minha racionalidade para conhecer a mente de Deus?

Se Deus tornou louca a sabedoria humana, quem o poderá conhecê-lo? As Escrituras redirecionam meu pensar: “Nós temos a mente do Senhor”.

Ao olhar para o tempo percebo quanta escuridão e quanta racionalidade cega esteve guiando meus passos. 

Nova dimensão de vida e morte foram desenhadas, nova ordem e novos princípios alicerçam minha nova racionalidade – que jamais será abandonada.

A verdade está em conhecer o Senhor das Escrituras é o senhor da sabedoria, senhor da bondade, do amor e da vida.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Dia dos mortos: Exploração, dor e ignorância



Ano após anos milhões de pessoas mundo afora chegam aos túmulos para relembrar seus entes queridos. Sentimentos, saudades, dores são renovados... com que propósito?

As Escrituras Sagradas informam com clareza que depois da morte não há qualquer movimentação, qualquer mudança da criação fantasiosa católica chamada "Purgatório" para outro lugar. A Bíblia afirma: 
"O sangue de Cristo nos purifica de TODO pecado". 
Como, afirmam os sacerdotes católicos, que o esforço humano é capaz de revogar e desfazer o amor de Deus no sangue derramado na cruz? Quais motivos subliminares sustentam tamanha maldade?


Por que pessoas que conhecem as Escrituras não se submetem a esse rito macabro?

Sobre os mortos, recorro às Escrituras, cito apenas dois textos – há muitos outros – do Evangelho de Mateus que evidenciam o horror impetrado pelas doutrinas romanas.

Contrariando os textos sagrados, negando a salvação que há em Cristo, continuam perpetrando suas sandices, fazendo que mentes permaneçam nas trevas, conduzindo multidões às trevas eternas.
Replicou-lhe, porém, Jesus: Segue-me, e deixa aos mortos o sepultar os seus próprios mortos. (Mateus 8:22)
O texto de Mateus 8 se desenrola quando um discípulo que quer seguir ao Senhor, porém, antes deseja enterrar seu próprio pai. É quando Jesus proferiu o texto acima. O ensino coloca que tal disposição era preocupação de mortos e não de vivos. Aos mortos - religiosidade morta - cabem tais preocupações.
Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó? Ele não é Deus de mortos, e sim de vivos. (Mateus 22:32)
Outro texto, objetivamente, fala a respeito do relacionamento de Deus com vivos e não com mortos. Depreende-se com facilidade que o Altíssimo tem relacionamento apenas com aqueles que ele deu vida... 
a vida que está em Cristo.

Os dois textos ensinam que a dedicação aos mortos (a possibilidade de obtermos algo em seu benefício) é inócua, é prática morta. com isto não digo que devemos deixá-los sem enterro digno, e ainda, que não devam povoar nossa saudade, nossa dor. 

E o segundo ensino diz que Deus é Deus apenas dos vivos – pessoas que têm a vida eterna em Cristo Jesus.


Logo, um dia dedicados aos mortos despreza a bondade e misericórdia de Deus para com suas criaturas, e mais, atribui aos romanistas - pois apenas eles - a capacidade de manipular o destino eterno das pessoas.
Pergunto: 



1. Que eficácia há na prática ensinada e levada a cabo pelos católicos e variantes espíritas realizadas no dia de finados?

2. Que esperança há em um povo que tem um dia dedicado a finados? Aos mortos?

3. Que prazer mordaz que, ano após ano, mantém presas multidões, e em procissão de dor e saudade chegam aos cemitérios? Não há fim? Não há certezas?

4. Que ensino perverso ousa colocar a esperança dos que partiram na dependência daqueles que aqui estão – esses continuam aflitos e inseguros - e, quem um dia,também partirão?

5. Que rezas e velas podem ser maiores que o amor de Deus? Mais eficazes que o sangue de Cristo?


A perversidade católica mantém as pessoas cativas a crendices pagãs que transformam uma lápide, velas, flores e rezas em esperança.