"SENHOR, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar; não ando à procura de grandes coisas, nem de coisas maravilhosas demais para mim. Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo. Espera, ó Israel, no SENHOR, desde agora e para sempre.(Sl 131)

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sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Dia dos mortos: Exploração, dor e ignorância



Ano após anos milhões de pessoas mundo afora chegam aos túmulos para relembrar seus entes queridos. Sentimentos, saudades, dores são renovados... com que propósito?

As Escrituras Sagradas informam com clareza que depois da morte não há qualquer movimentação, qualquer mudança da criação fantasiosa católica chamada "Purgatório" para outro lugar. A Bíblia afirma: 
"O sangue de Cristo nos purifica de TODO pecado". 
Como, afirmam os sacerdotes católicos, que o esforço humano é capaz de revogar e desfazer o amor de Deus no sangue derramado na cruz? Quais motivos subliminares sustentam tamanha maldade?


Por que pessoas que conhecem as Escrituras não se submetem a esse rito macabro?

Sobre os mortos, recorro às Escrituras, cito apenas dois textos – há muitos outros – do Evangelho de Mateus que evidenciam o horror impetrado pelas doutrinas romanas.

Contrariando os textos sagrados, negando a salvação que há em Cristo, continuam perpetrando suas sandices, fazendo que mentes permaneçam nas trevas, conduzindo multidões às trevas eternas.
Replicou-lhe, porém, Jesus: Segue-me, e deixa aos mortos o sepultar os seus próprios mortos. (Mateus 8:22)
O texto de Mateus 8 se desenrola quando um discípulo que quer seguir ao Senhor, porém, antes deseja enterrar seu próprio pai. É quando Jesus proferiu o texto acima. O ensino coloca que tal disposição era preocupação de mortos e não de vivos. Aos mortos - religiosidade morta - cabem tais preocupações.
Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó? Ele não é Deus de mortos, e sim de vivos. (Mateus 22:32)
Outro texto, objetivamente, fala a respeito do relacionamento de Deus com vivos e não com mortos. Depreende-se com facilidade que o Altíssimo tem relacionamento apenas com aqueles que ele deu vida... 
a vida que está em Cristo.

Os dois textos ensinam que a dedicação aos mortos (a possibilidade de obtermos algo em seu benefício) é inócua, é prática morta. com isto não digo que devemos deixá-los sem enterro digno, e ainda, que não devam povoar nossa saudade, nossa dor. 

E o segundo ensino diz que Deus é Deus apenas dos vivos – pessoas que têm a vida eterna em Cristo Jesus.


Logo, um dia dedicados aos mortos despreza a bondade e misericórdia de Deus para com suas criaturas, e mais, atribui aos romanistas - pois apenas eles - a capacidade de manipular o destino eterno das pessoas.
Pergunto: 



1. Que eficácia há na prática ensinada e levada a cabo pelos católicos e variantes espíritas realizadas no dia de finados?

2. Que esperança há em um povo que tem um dia dedicado a finados? Aos mortos?

3. Que prazer mordaz que, ano após ano, mantém presas multidões, e em procissão de dor e saudade chegam aos cemitérios? Não há fim? Não há certezas?

4. Que ensino perverso ousa colocar a esperança dos que partiram na dependência daqueles que aqui estão – esses continuam aflitos e inseguros - e, quem um dia,também partirão?

5. Que rezas e velas podem ser maiores que o amor de Deus? Mais eficazes que o sangue de Cristo?


A perversidade católica mantém as pessoas cativas a crendices pagãs que transformam uma lápide, velas, flores e rezas em esperança.

Um comentário:

  1. Bendiciones, les visito de El Salvador, desde mi blog www.creeenjesusyserassalvo.blogspot.com
    MI TESTIMONIO PARA LA GLORIA DE DIOS

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1. Seus comentários e refutações são bem vindos.
2. Por favor, faça-os sempre com base nas Escrituras, caso contrário, são opiniões pessoais, com pouco valor
3. Não modero cometários, seu temor ao Senhor deve sê-lo
As ofensas pessoais podem ser substituídas por refutações, ajudariam a todos que passam por aqui.

Em Cristo.