"SENHOR, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar; não ando à procura de grandes coisas, nem de coisas maravilhosas demais para mim. Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo. Espera, ó Israel, no SENHOR, desde agora e para sempre.(Sl 131)

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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Eucaristia Católica... se real é um caso de polícia.





1.    O que é a Eucaristia?
É o sacramento do corpo e do sangue de Jesus Cristo sob as espécies de pão e vinho. Por meio da consagração, o sacerdote converte realmente no corpo e sangue de Cristo o pão e vinho oferecido no altar.
2.    O que é a Santa Missa?
É a renovação sacramental do sacrifício da cruz.
3.    A Santa Missa é o mesmo sacrifício da Cruz?
Sim, a Santa Missa é o mesmo sacrifício da Cruz, mas sem derramamento de sangue, pois agora Jesus Cristo encontra-se em estado glorioso.
4.    De que modo Jesus Cristo está presente na Eucaristia?
Jesus Cristo está na Eucaristia verdadeira, real e substancialmente presente, inteiro, vivo e glorioso, com seu corpo, sangue, alma e divindade, em cada uma das espécies e em qualquer parte delas. 
5.    A Hóstia consagrada é uma "coisa"?
Não, a Hóstia consagrada não é uma "coisa", embora o pareça; é uma Pessoa Divina, é Jesus vivo e verdadeiro. 


Fonte: http://www.catequisar.com.br/texto/materia/celebracoes/christi/11.htm

Qualquer pessoa, mesmo que utilize minimamente sua racionalidade, ao ler o texto acima, reconhecerá que está diante de um festival de grosserias lógicas e afrontas às Escrituras.
Tomarei os textos farei alguns questionamentos, que espero, sejam respondidos sob a luz das Santas Escrituras – ou mesmo do livre pensar.

o sacerdote converte realmente no corpo e sangue de Cristo o pão e vinho oferecido no altar”. (Tópico 1)

Temos acima a afirmação que o sacerdote católico transforma (transubstancia) o pão e o vinho no corpo real de Jesus. Não num simbolismo, mas no corpo literal do Senhor, com seus sentimentos, sua inteligência e sua vontade.

Dado a um fato tão “espetacularmente excepcional”, questionar é preciso:
  1. Em qual disciplina da formação do sacerdócio católico é aprendida tal “conversão”?
  2. Como é feita a aferição do aprendizado, ou seja, como é feita a mensuração da presença de Cristo na hóstia?
  3. Quais os instrumentos utilizados para certificar-se que o “fato” ocorreu?
  4. Poder-se-ia imaginar que um estudante ficasse reprovado nessa disciplina, por não haver feito a transubstanciação como “esperada”?
Passemos agora a segunda questão. 
É a renovação sacramental do sacrifício da cruz”. (Tópico 2)

Após “aprenderem a transubstanciar” a questão toma contornos mais graves. Levando-se em conta que o “sacrifício da cruz” foi a MORTE DE UMA PESSOA, a Eucaristia transforma-se em um caso de assassinato.  Há um crime tipificado: assassinato.

No tópico 5 afirma: 
Não, a Hóstia consagrada não é uma "coisa", embora o pareça; é uma Pessoa Divina, é Jesus vivo e verdadeiro”.(Tópico 5)
A afirmação de que Jesus está “realmente” na Hóstia –a hóstia é uma Pessoa.  Temos a materialidade.

E ainda lemos: 
Jesus Cristo está na Eucaristia verdadeira, real e substancialmente presente, inteiro, vivo e glorioso”. (Tópico 4)

Aqui passamos a saber que foi a vítima: Jesus Cristo, dando detalhes sobre o crime: 

"é o mesmo sacrifício da Cruz, mas sem derramamento de sangue" (Tópico 4)

Precisaríamos chegar a autoria, e isso nos é dado sem esforço algum:
o sacerdote converte realmente no corpo e sangue de Cristo o pão e vinho oferecido no altar”. (Tópico 1)

O sacerdote “conscientemente” faz com que a hóstia passe a ser uma pessoa, Jesus – “Jesus Cristo está na Eucaristia verdadeira, real e substancialmente presente, inteiro, vivo” e depois repete o sacrifício na cruz (mata-o).

Estamos diante de um grupo de assassinos seriais – o fazem todos os dias de missa. E a crueldade é maior por repetir o crime e com a mesma vítima.

Se o que  Igreja Católica Apostólica Romana ensina é verdadeiro, é um caso de assassinato...  de polícia.


Se a questão não fosse tão absurda, descabida, eu iria denunciar o crime para autoridade policial. Mas as Escrituras se me advertem sobra as mentiras e falácias dos últimos dias:

Sabe, porém, isto, que nos últimos dias sobrevirão tempos penosos; pois os homens serão amantes de si mesmos... blasfemos, ... ímpios, ...caluniadores, ... inimigos do bem, ... orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando-lhe o poder. Afasta-te também desses. (2 Tm 3.1-5)

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