"SENHOR, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar; não ando à procura de grandes coisas, nem de coisas maravilhosas demais para mim. Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo. Espera, ó Israel, no SENHOR, desde agora e para sempre.(Sl 131)

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sábado, 15 de dezembro de 2012

Vida? Que vida?



Manaus, Dezembro, 2012

Olhemos ao nosso derredor, debrucemo-nos sobre o mundo que não conhece o Senhor.

O que se nos apresenta? Apenas um cenário de vida rastejante e morte. As pessoas saem em busca de suas vidas, de suas realizações e morrem a cada momento. Morrem em suas lutas, morrem em suas decepções, em suas conquistas, em seus amores, em suas desesperanças, em suas verdades fugidias, em suas mentiras permanentes. 
Morrem na morte que chamam de vida. 
Trilham caminhos de morte - nada sabem sobre a vida. A morte, suave e poderosamente, desliza em todas as direções, ocupa-lhes todo o ser, o profundo de sua alma, de sua mente, toda sua disposição. 

Uma mortalha indestrutível cobre a humanidade, que estúpida, inventa o prazer nessa clausura, sem atentar para o preço a ser pago por essa vaidade.

A consciência, a razão sem sucesso, apalpam as paredes úmidas e escuras do desespero silencioso da angústia humana. A seu modo procuram a vida, e nada podem fazer para interromper o horror de sua reclusão, da sentença que sobre cada um paira. 

Nada debaixo do sol - que possa fazer o homem - virá a interromper o ciclo da vida que se esvai.  Não há solução humana que desfaça, muito menos que arrefeça tal realidade, o império da morte determina a triste vida. 

Percebam nos sábios, padres, espíritas, políticos, pastores evangélicos com suas sanhas monetárias, oferecem sarjetas morais - e chamam de vida. 

Reúnam-se todos e ergam o que de melhor podem fazer. As mais profundas reformas sociais unidas ao engodo religioso, ou sem ele, curem todas as doenças, distribuam a riqueza entre todos... e nada mudará, o homem terá a morte na sala de espera daquilo que ele entende (?) por vida. 

Inadvertidos, mas resolutos, seguem, zombam, choram, vivem e morrem. O pecado  - o mal - oferece a insensibilidade necessária para dar sentido a esse mundo sem sentido. Restar-lhes-á descanso da morte, quiçá descanso fosse. 

Reféns da morte, não desejam o resgate possível, lutam contra a bondade do Altíssimo.

O que fazer para alterar tal realidade? O que o Senhor de todo Universo tem a falar sobre esse mundo? 
Tudo tem a falar meu Senhor.

Há nos registros santos luz suficiente para iluminar mentes e corações, trazer esperança e saciar a sede de justiça, isto garantimos.

Quem tem anunciado todas as coisas? Quem produziu em nossos corações a seiva da vida? Quando nem mesmo nós a desejávamos. Quem abriu as celas, as masmorras para que saíssemos e contemplássemos a verdadeira luz? Não foi o senhor? Sim, foi o nosso Deus.
E não há outro que não o Senhor.

Olhem para o Senhor, vocês que têm trazido a angústia como escudo, e o pecado como baluarte. Quem nada sabem da esperança que há apenas em Cristo Jesus e tem dela zombado. 

Não retardem sua caminhada até aos pés do Santo. Venham como estão, diz o Senhor. Não tragam sua justiça pessoal, muito menos, sua religião de falsos deuses, de bênçãos negociadas.

Venham todos e contemplem a bondade de Deus. Deixem de lado suas sabedorias, que são como mocambos, a garantir-lhes segurança contra as intempéries da vida. 

Deixem tudo para trás: as desculpas, as convicções, devoções, pois o Altíssimo vos dará a sabedoria dos céus, a certeza na alma, e a paz desconhecida, mas desesperadamente desejada. 

Não há ninguém além do Senhor para os retirar dos labirintos escuros de suas vidas de pecados, da idolatria disfarçada de nossa época, das aberrações em nome de Deus.

Venham para o Senhor que Ele os acolherá. Ouçam o chamado do Senhor. Olhai para Ele e serei salvo, diz o Senhor.

Anunciai e apresentai as razões: tomai conselho todos juntos. Quem mostrou isso desde a antiguidade?  quem de há muito o anunciou? Porventura não sou eu, o Senhor? Pois não há outro Deus senão eu; Deus justo e Salvador não há além de mim. Olhai para mim, e sereis salvos, vós, todos os confins da terra; porque eu sou Deus, e não há outro. Por mim mesmo jurei; já saiu da minha boca a palavra de justiça, e não tornará atrás. Diante de mim se dobrará todo joelho, e jurará toda língua. De mim se dirá: Tão somente no senhor há justiça e força. A ele virão, envergonhados, todos os que se irritarem contra ele. (Is 45:21-20)

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