"SENHOR, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar; não ando à procura de grandes coisas, nem de coisas maravilhosas demais para mim. Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo. Espera, ó Israel, no SENHOR, desde agora e para sempre.(Sl 131)

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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Quem é meu pai?




Vós tendes por pai o Diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai; Jo 8:44 

Várias partes das Escrituras foram deixadas de lado para atender aos interesses do secularismo religioso ou psicologismo evangélico. 

A criatura, como por mágica, saiu de sua condição de miserável para usufruir de regalias e privilégios outorgados pelas disciplinas sociais e humanas, passando a ser auto-suficiente, prescindo das verdades "ultrapassadas e caducas" das Escrituras. Estratégia que passou a ser a via de crescimento e multiplicação dos lucros das Igreja

Deu-se início a nova ordem, cujo princípio basilar é agradar aos ouvintes, ao custo da negligência ou mesmo fuga das verdades bíblicas. 

A mentira, padrão histórico das conquistas, sedimenta o calçamento dos temas pastorais. Banidos foram dos textos sagrados, os ensinos que conflitam com o "novo homem" - cria do secularismo religioso. E, perversamente, o mantém escravo daquilo que o agrada.

Em nosso caso, temos Jesus ensinando a respeito filhos do diabo.


Vós tendes por pai o Diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai; Jo 8:44
Que excluído dos púlpitos, permitiu que mansamente fosse retomada a paternidade universal de Deus, ou seja, Deus é o pai de todos os seres humanos. 

Trazido de para-choques de caminhões, deu-se-lhe assento, e assim a mentira ganhou ares de padrão divino. Agradando ao homem novo, pois esse , sem exitar, se julga um autêntico herdeiro de Deus.

Mas, necessário é resgatar o conteúdo bíblico para trazer verdades que emolduram a trágica condição humana. 

No texto que citei anteriormente Jesus refuta completamente esse desvario, contrapondo-se com ensinos celestes, com sua missão de libertar o pecador de sua perversa sina.

Como ou será que poderíamos qualificar aqueles que as Escrituras chamam de filhos do diabo?
As respostas, podemos obtê-las diretamente do texto. 
São aqueles que se dizem livres, mas escravos são do pecado. (Jo 8.33-34)
Mas que liberdade é essa que os faz escravos do pecado? 
Devemos questionar o conceito de liberdade que grassa mundo a fora.
Poderia a liberdade conduzir aos caos? 
Estaria a liberdade acima da Lei? 
Decerto que não.
Poder-se-ia falar sobre liberdade se vivemos sob jugo da morte? 
Decerto que não.
Logo todos que são escravos do pecado e da morte, e mesmo assim, sentem-se livres, encontram-se sob a paternidade dele.  

São aqueles que rejeitam a liberdade oferecida pelo Senhor (Jo 36-37), por acreditarem que sua liberdade é mais livre, por permitir-lhes a transgressão: adultério, mentira, drogas, embriaguez, homossexualismo. Dizem viver vidas com “mais qualidade de vida” que a medíocre vida dos crentes . Argumentam eles, usufruírem da vida mais plenamente (sic). Que vida? Se a morte os espreita, se seus prazeres são passageiros e não tem qualquer esperança? 
A razão nos conduz a afirmar: Não há liberdade sem esperança!

São aqueles que tem em sua tradição religiosa a resposta para aquile que temem (Jo 8.39). Afirmam que são sábios, espiritualistas, católicos e por aí vão. Constroem seus castelos de fantasias sobre a areia, sobre as frases de efeito. Falam, falam e nada dizem. Acham que podem retirar verdades a respeito de Deus de suas próprias entranhas. 

E, por mais absurdo que pareça, esses mesmos se auto-intitulam filhos de Deus. (Jo 8.41).

Jesus refuta seus argumentos contrastando com seus sentimentos e condutas:
  • Não amam a Cristo (Jo 8.42);
  • Não aceitam a origem divina e a redenção que há APENAS em Cristo (Jo 8.42).
  • Não se aceitam a verdade, antes tem prazer na mentira (Jo 8.44)

E, como Jesus bem afirmou: “Não crerão nesta verdade”... por isso, esses mesmo que rejeitem, sabem quem é seu pai.