"SENHOR, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar; não ando à procura de grandes coisas, nem de coisas maravilhosas demais para mim. Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo. Espera, ó Israel, no SENHOR, desde agora e para sempre.(Sl 131)

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sábado, 26 de outubro de 2013

A bondade humana, outra grande mentira



como está escrito: Não há justo, nem sequer um. Não há quem entenda; não há quem busque a Deus. Todos se extraviaram; juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só. A sua garganta é um sepulcro aberto; com as suas línguas tratam enganosamente; peçonha de áspides está debaixo dos seus lábios; a sua boca está cheia de maldição e amargura. Os seus pés são ligeiros para derramar sangue.No s seus caminhos há destruição e miséria; e não conheceram o caminho da paz.(Rm 3:10-17)

Se fosse possível atribuir um aspecto humano para designar a origem de todas as mazelas e heresias, sem dúvida se assentaria na negligência quanto ao que é o pecado e os malefícios causados pelo equívoco da autoavaliação.

A bondade que o homem deseja trazer encravada em seu coração é uma falácia que tem sido trabalhada arduamente para tornar-se verdade.

Isso adveio da lenta e progressiva motivação impelida pela própria natureza humana, que obrigou-se a criar uma antropologia adequada às inquietudes e a pretensões da alma. 

Portanto, passou a ser imperativo romper - ser livre - com a dependência e poder do Criador. A personalidade, soberania e principalmente a santidade de Deus, não harmonizam com  a nova ordem proposta pela sabedoria e anseios humanos.

O registro (As Escrituras) da criação do ser humano passou a ser nesse novo contexto uma estupidez a ser abolida. Uma nova história precisava ser escrita, o homem, agora viria do nada, para com nada ter compromisso, e para nada o esperar. A liberdade projetada roubou-lhe a esperança. Mas, que assim seja. (Não avaliaram o preço que seria pago).

Com empáfia própria do “humano”,  essa “fuga” conceitual, e por isso de agrado geral, permitiu ao  homem a atribuir ao acaso sua origem e existência.

A nova reflexão não foi feita olhando para o homem e as grandezas que o cercam - criadas por Deus, mas olhando aquilo que o homem “gostaria de ser”.

Para tanto, foi expurgada de imediato toda sorte de maldades e disposições interiores do “novo” ser humano.

Como por magia, mesmo que de mentirinha, as virtudes em prol do bem passaram a povoar a disposição mental das pessoas. Ainda, seguindo o mesmo devaneio, a bondade e justiça tornaram-se os fundamentos da construção do novo e imaginário ambiente onde homem agora é Deus. O mal saiu do coração do homem, passando a ser uma questão cultural, social.

Seguindo esse delírio, definiu-se um cenário para eclosão dessa nova “criação”: um mundo em direção a um futuro luminoso, onde a justiça, o amor e a fraternidade cobrirão toda a terra... são estertores de lábios exaltados e corações aflitos conduzindo essa nova onda.

Faltam conexões entre o dia a dia vivido e o futuro ”criado”. 
Faltam conexões entre a pseudo bondade humana e o cotidiano experimentado.

Não é estranho dos que se dizem “povo de Deus” subirem a nau dessa verdade. Rejeitam a Palavra do Senhor, tem vergonha dela. Preferem o alinhamento com as trevas – as vantagens e reconhecimentos do  mundo.

A concupiscência da carne, dos olhos e a soberba da vida são a unção que alinha a igreja ao novo homem. 

Desprezadas foram as advertências sobre a bondade humana: Não há um justo,
um sequer.





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