"SENHOR, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar; não ando à procura de grandes coisas, nem de coisas maravilhosas demais para mim. Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo. Espera, ó Israel, no SENHOR, desde agora e para sempre.(Sl 131)

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sexta-feira, 21 de julho de 2017

Arreda, pois cogitas as coisas das trevas.


As Escrituras caíram em desgraça no mundo evangélico, e com ela o cristianismo, a santidade.

Há claro domínio do secularismo e pecado aberto em nossas Igrejas, que a santidade, por ser santa, foi disciplinada, e por não coadunar-se com o pecado - não se arrepende por ser santa -  foi excluída, banida da “igreja”.

O que, há tempos atrás, foi objeto de preocupação e, ao mesmo tempo, objetivo da vida cristã, nem mais faz parte da agenda de ensino das igrejas... e da consciência religiosa.  

Fomos inundados por patriarcas, apóstolos, pastores, conferencistas, preletores, teólogos, educadores ímpios - ungidos das trevas, cuja intrepidez dá-se apenas na busca do dinheiro dos (in) fieis e projeção pessoal.

Trouxeram o poder para substituir a verdade, e a soberba e o escândalo como testemunhos de fé. O pecado foi oficializado como sabedoria religiosa.
A cruz e o sangue do Senhor foram negociados por vantagens e valores. E o Espírito de Deus foi revisado e reprovado pela psicologia. 

São conquistas da presente era e têm sido comemoradas com louvores do oportunismo gospel. A sanha satânica do agradável aos olhos, desejável para sentir e obter sabedoria está se cumprindo diante de nossos olhos.

Gotas de orvalho que saem de lagoinhas, universais, bolas de nove dão vida ao cenário de trevas e horror dedicado a satanás. Esses desconhecendo o caminho do Senhor se introduziram furtivamente em nosso meio. 

Homens que desde muito foram destinados para este juízo. Ímpios que convertem em dissolução a graça soberana de nosso Deus, e negam o nosso único Soberano e Senhor, Jesus Cristo.

Esses enganadores se banqueteiam entre si, apascentam apenas a si mesmos, sem nenhum pudor. São como nuvens sem água levadas pelo vento; árvores sem folhas, nem frutos - inúteis, apenas com aparência de utilidade. Para esses, Deus reservou a negritude das trevas. 

O Senhor lhes trará o juízo. 


sexta-feira, 7 de julho de 2017

Autodeterminação - A suficiência humana


Este texto serve para reflexão sobre a autodeterminação humana e seus resultados. 

Devemos iniciar, reconhecendo que atribuímos a nós mesmos maior sabedoria, e discernimento que aos demais. Equivocadamente, colocamo-nos acima da faixa dos homens comuns. Tal percepção, enganosamente, não nos permite reconhecer, que o Panem et circenses mantém a todos entretidos.

Há um traço bem característico no comportamento humano... A autodeterminação.

O homem credita a si mesmo sua realização. Isto porque, há convicção que toda a sabedoria e discernimento existentes, se encontram no próprio homem. Esta suficiência, representa uma declaração da inexistência de Deus, e sua incapacidade de comunicar-se conosco.

Tal disposição, com aparência de poder e sabedoria, de fato, fundamenta e conduz a frustração humana. Podemos percebê-la, pois há uma linha padrão percorrendo nossa história.

Cada ciclo da vida é marcado pela chegada da verdade... A última verdade. Com ela, novos valores, e por eles, uma nova esperança. Impondo frustrações à geração que se retira.

Um novo ciclo virá da esperança caduca, pressionando com uma nova verdade, fazendo com que as referências, sejam lançadas fora. E esse ciclo se repetirá estabelecendo este padrão... última verdade, última esperança e frustração.

A sabedoria humana não percebe, mas é intrínseco da autodeterminação. Ela busca a última verdade, para esquecer a última frustração.

E cada geração repetirá a anterior... buscar, em si mesma, a verdade que acenda sua esperança.


Provérbio 14:16, diz assim... O sábio teme e desvia-se do mal, mas o tolo é arrogante e dá-se por seguro.